Dissertação - Avha.pdf

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                    UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
FACULDADE DE MEDICINA
PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS MÉDICAS

Avha Clarice Paixão Soares

Impacto da pandemia pela COVID-19 na saúde mental e qualidade de
vida de gestantes de alto risco atendidas em um centro de referência no
Nordeste do Brasil

Maceió
2021

Catalogação na fonte
Universidade Federal de Alagoas
Biblioteca Central
Bibliotecário: Cláudio César Temóteo Galvino – CRB4/1459
S676i

Soares, Avha Clarice Paixão.
Impacto da pandemia pela Covid-19 na saúde mental e qualidade de vida de
gestantes de alto risco atendidas em um centro de referência no nordeste do Brasil
/ Avha Clarice Paixão Soares. – 2021.
97 f.: il.
Orientadora: Michelle Jacinta Cavalcante Oliveira.
Co-orientador: Valfrido Leão de Melo Neto.
Dissertação (Mestrado em Ciências Médicas) – Universidade Federal de
Alagoas. Faculdade de Medicina. Programa de Pós-Graduação em Ciências
Médicas. Maceió, 2021.
Bibliografia: f. 36-38.
Apêndices: f. 39-41.
Anexos: f. 42-97.
1. Depressão. 2. Risco de suicídio. 3. Qualidade de vida. 4. Gestação de alto
risco. I. Título.
CDU: 613.86:616-036.21

AVHA CLARICE PAIXÃO SOARES

Impacto da pandemia pela COVID-19 na saúde mental e qualidade de vida de
gestantes de alto risco atendidas em um centro de referência no Nordeste do Brasil

Exame de Defesa de Mestrado apresentado ao Programa de
Pós-graduação em Ciências Médicas da Universidade
Federal de Alagoas-UFAL, como parte das exigências para
a obtenção do título de Mestre em Ciências Médicas.
Área de Concentração: Epidemiologia, fisiopatologia e
terapêutica em ciências médicas.
Orientador: Prof(a). Dr(a). Michelle Jacintha Cavalcante
Oliveira
Co-orientador: Prof. Dr. Valfrido Leão de Melo Neto

Maceió
2021

Folha de Aprovação
Avha Clarice Paixão Soares
Impacto da pandemia pela COVID-19 na saúde mental e qualidade de vida de gestantes de
alto risco atendidas em um centro de referência no Nordeste do Brasil
Dissertação submetida ao corpo docente do
Programa de Pós-Graduação em Ciências
Médicas da Universidade Federal de
Alagoas e aprovada em 23 de setembro de
2021.

________________________________________________
Michelle Jacintha Cavalcante Oliveira
UFAL / FAMED
Orientadora
_______________________________________________
Valfrido Leão de Melo Neto
UFAL / FAMED
Coorientador
Banca Examinadora:
_______________________________________________
Claudio Torres de Miranda
UFAL / FAMED
Examinador interno

________________________________________________
Telmo Henrique Barbosa de Lima
UNCISAL
Examinador externo
________________
________________________________________________

José Ramón Rodriguez Arras Lopez
UFRJ
Examinador externo

Dedico esta jornada a minha mãe: minha
primeira e eterna professora, minha inspiração
e minha fortaleza.

AGRADECIMENTOS

Agradeço a minha orientadora, Profa. Dra. Michelle Oliveira, e meu co-orientador, Prof. Dr.
Valfrido Leão, pelo apoio e direcionamentos. Agradeço ainda a minha colega Tereza Amélia
pela parceria neste estudo.

RESUMO

Introdução: A pandemia causada pela doença do novo coronavírus (COVID-19) gerou
diversas medidas sanitárias e de isolamento social promovidas pelas autoridades. As
gestantes foram incluídas como um dos grupos populacionais mais susceptível a COVID-19
devido a vários aspectos, provocando neste grupo uma maior rigidez no distanciamento
social, elevando o medo e a ansiedade num período notoriamente bastante frágil da vida.
Sabe-se que a elevada prevalência de depressão perinatal é influenciada por fatores de risco,
incluindo o aumento dos sintomas somáticos, a exposição à violência do parceiro íntimo,
pouco apoio social e gravidez indesejada. Objetivo: Avaliar a associação dos transtornos
mentais na saúde mental e na qualidade de vida de pacientes puérperas de gestação de alto
risco atendidas no serviço de obstetrícia do Hospital Universitário Professor Alberto Antunes
(HUPAA/UFAL) durante a pandemia pela COVID-19. Metodologia: Trata-se de um estudo
transversal, com uma amostra de 51 puérperas até 48 horas pós-parto internadas no serviço
de obstetrícia do HUPAA/UFAL. Foram preenchidos 03 instrumentos: um formulário
desenvolvido exclusivamente para esta pesquisa para averiguação dos aspectos
socioeconômicos da amostra, um questionário para avaliar qualidade de vida (SF-36) e a
minientrevista neuropsiquiátrica internacional (MINI versão 7.0.2). Resultados: A média de
idade da amostra foi de 28,61 anos (DP ±6,49). Identificou-se uma prevalência de 27,5% de
transtornos mentais ao longo da vida nas pacientes entrevistadas, predominando a depressão
maior como principal diagnóstico em 23,5% da amostra, enquanto a ideação suicida
apresentou-se em 7,8% da amostra e a tentativa de suicídio em 3,9%, tendo estas uma
associação com maiores escores para risco de suicídio, bem como a presença de algum
transtorno mental ao longo da vida. Em relação aos escores de qualidade de vida, houve
associação significativa entre pacientes portadoras de episódio depressivo atual e escores
mais baixos de funcionamento físico, desempenho físico, dor corporal, vitalidade, saúde
mental e estado geral da saúde. Conclusão: Mais de um quarto da amostra apresentou algum
transtorno mental ao longo da vida e houve associação de menores escores em diversos
domínios de qualidade de vida em pacientes com episódio depressivo atual.
Palavras-chave: depressão; risco de suicídio; qualidade de vida; gestação de alto risco.

ABSTRACT

Introduction: The pandemic caused by the new coronavirus disease (COVID-19) generated
several sanitary and social isolation measures promoted by the authorities. Pregnant women
were included as one of the most susceptible population group to COVID-19 due to several
aspects, causing in this group a greater rigidity in social distancing, increasing fear and
anxiety in a notoriously fragile period of life. It is known that the high prevalence of perinatal
depression is influenced by risk factors, including increased somatic symptoms, exposure to
intimate partner violence, little social support, and unwanted pregnancy. Objective: To
evaluate the association of mental disorders in the mental health and quality of life of highrisk postpartum pregnant patients attended at the obstetrics service of the Professor Alberto
Antunes University Hospital (HUPAA/UFAL) during the COVID-19 pandemic. Methods:
This is a cross-sectional study, with a sample of 51 postpartum women up to 48 hours
postpartum admitted to the obstetrics service of HUPAA/UFAL. Three instruments were
filled out: a form developed exclusively for this research to investigate the socioeconomic
aspects of the sample, a questionnaire to assess quality of life (SF-36) and the international
neuropsychiatric mini-interview (MINI version 7.0.2). Results: The mean age of the sample
was 28.61 years (SD ±6.49). A lifetime prevalence of 27.5% of mental disorders was
identified in the interviewed patients, with major depression predominating as the main
diagnosis in 23.5% of the sample, while suicidal ideation was present in 7.8% of the sample,
and attempted suicide in 3.9%, which is associated with higher scores for suicide risk, as well
as the presence of any mental disorder throughout life. Regarding quality-of-life scores, there
was a significant association between patients with a current depressive episode and lower
scores for physical functioning, physical performance, body pain, vitality, mental health, and
general health status. Conclusion: More than a quarter of the sample had some mental
disorder throughout life and there was an association of lower scores in several quality-oflife domains in patients with a current depressive episode.
Keywords: depression; suicide risk; quality of life; high-risk pregnancy.

SUMÁRIO

1 INTRODUÇÃO ..........................................................................................................

8

2 OBJETIVOS ...............................................................................................................

9

2.1 Objetivo Geral .........................................................................................................

9

2.2 Objetivos Específicos ..............................................................................................

9

3 REVISÃO DE LITERATURA .................................................................................. 10
4 METODOLOGIA ....................................................................................................... 13
4.1 Tipo de estudo, período e local de coleta de dados ................................................... 13
4.2 Amostra ...................................................................................................................

13

4.2.1 Tamanho e amostragem .................................................................................. 13
4.2.2 Critérios de inclusão e exclusão ...................................................................... 14
4.3 Aplicação dos instrumentos de pesquisa .................................................................. 14
4.4 Aspectos éticos ........................................................................................................

16

4.5 Análise estatística .................................................................................................... 16
5 PRODUTO ................................................................................................................. 18
5.1 Impact of COVID-19 pandemic on the mental health and quality of life of highrisk pregnant women attended at a reference center in northeastern Brazil .................. 19
6 CONCLUSÕES .......................................................................................................... 34
7 LIMITAÇÕES E PERSPECTIVAS ..........................................................................

35

REFERÊNCIAS ............................................................................................................ 36
APÊNDICES ................................................................................................................. 39
ANEXOS ....................................................................................................................... 42

8

1 INTRODUÇÃO

A pandemia da COVID-19 já demonstra em estudos a influência na saúde mental
(NICOLA e colab., 2020) e na assistência a saúde da população em geral, seja pelo temor
causado pela própria patologia e os riscos de vida inerentes a ela ou pela necessidade do
isolamento social como medida importante para prevenção do contágio e diminuição da taxa
de transmissibilidade.
Em abril de 2020, o Ministério da Saúde incluiu as gestantes como um grupo de
risco para pneumonia causada pelo novo coronavírus, considerando dados de maior
morbidade e mortalidade desse grupo por complicações respiratórias. Este grupo
populacional possui ainda maior suscetibilidade a transtornos mentais devido às
modificações do ciclo gravídico-puerperal, podendo aumentar a incidência ou agravamento
de patologias em meio aos impactos da pandemia.
A depressão pós-parto (DPP) é diagnosticada quando a mãe mostra o início dos
episódios de humor 4 semanas após o parto, ocorrendo em 10–20% das mães que deram à
luz (RYEAN e colab., 2020). O parto cria um período estressante que pode interagir com a
vulnerabilidade inata e fatores ambientais. Por causa de seus efeitos adversos sobre o
desenvolvimento cognitivo, social e emocional da criança, a DPP é considerada um problema
crítico de saúde pública. Embora muitos estudos tenham tentado explorar os preditores
psicossociais da DPP e apontado a depressão pré-parto como um fator importante, alguns
pesquisadores se concentraram em fatores sociodemográficos, como dificuldades
financeiras/profissionais, perda precoce de um dos pais, eventos estressantes durante a
gravidez e o parto, e intercorrências obstétricas, enquanto outros enfatizaram sinais
psicológicos como ansiedade, insatisfação conjugal, problemas de autoestima e condições
psicológicas.
Existem poucos estudos até o momento que descrevam associações nesse âmbito da
pandemia em mulheres gestantes e puérperas, sendo necessário aprofundamento através de
pesquisas. Por se tratar de uma infecção nova, muito ainda há para elucidar sobre a COVID19, principalmente em relação ao seu efeito em gestantes e bebês, e atualmente não há
orientação definitiva baseada em evidências para gestantes quanto à avaliação ou manejo da
COVID-19. A principal hipótese levantada por estes pesquisadores é de que a pandemia
possa ter elevado a incidência de transtornos mentais nas gestantes de alto risco e reduzido a
qualidade de vida deste grupo diante do impacto global da COVID-19.

9

2 OBJETIVOS

2.1 Objetivo geral
• Estudar a associação da saúde mental e da qualidade de vida de pacientes puérperas de
gestação de alto risco atendidas no serviço de obstetrícia de alto risco do Hospital
Universitário Professor Alberto Antunes (HUPAA/UFAL) durante a pandemia pela
COVID-19.
2.2 Objetivos específicos
• Identificar e mensurar a frequência dos transtornos mentais, ideação suicida e tentativa de
suicídio na gestação de alto risco durante a pandemia pela COVID-19;
• Verificar a associação dos escores de suicidalidade com o estado mental atual na gestação
de alto risco durante a pandemia pela COVID-19;
• Pontuar os escores dos diferentes domínios de qualidade de vida pela SF-36 na gestação
de alto risco durante a pandemia pela COVID-19;
• Verificar a associação dos escores de qualidade de vida com o estado mental atual na
gestação de alto risco durante a pandemia pela COVID-19.

10

3 REVISÃO DE LITERATURA
A Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou, em 30 de janeiro de 2020, que
o surto da doença causada pelo novo coronavírus (COVID-19) constituía uma Emergência
de Saúde Pública de Importância Internacional, sendo esse o mais alto nível de alerta da
Organização, conforme previsto no Regulamento Sanitário Internacional. O aparecimento da
doença foi detectado na cidade de Wuhan, província de Hubei, no final de dezembro de 2019,
entre os doentes que apresentavam pneumonia de etiologia atípica (NISHIURA e colab.,
2020). Como a doença continuou avançando em número de casos e de mortes, e atingindo
diversos países, em 11 de março de 2020, a COVID-19 foi caracterizada pela OMS como
uma pandemia (CUCINOTTA e VANELLI, 2020).
Como forma de tentar minimizar a contaminação pelo SARS-COV-2, as autoridades
em diversos países têm orientado as pessoas a evitarem sair de casa e promover
aglomerações, além de intensificação de hábitos de higiene e etiqueta respiratória, isolamento
de casos suspeitos e confirmados e distanciamento social, com ênfase nos grupos de risco.
As gestantes foram incluídas como população susceptível a COVID-19 devido a vários
aspectos, principalmente aquelas que apresentam morbidades associadas à gestação.
Tais situações de distanciamento e isolamento social têm levado muitas pessoas a
enfrentarem situações de medo e ansiedade, além de problemas financeiros decorrentes do
aumento do desemprego e do fechamento de setores da economia ditos não essenciais
(NICOLA e colab., 2020). Percebe-se ainda aumento de casos de violência doméstica por
diversas razões, como o aumento de estresse econômico, instabilidade relacionada a
desastres, maior exposição a relacionamentos abusivos e redução de apoios externos diante
das medidas de bloqueio, proporcionando assim aumento na incidência de transtornos
mentais (ONWUZURIKE e colab., 2020; RYEAN e colab., 2020).
A gravidez é um grande acontecimento da vida que é inevitavelmente acompanhado
por alterações sociais, psicológicas e hormonais e tais alterações podem desencadear
episódios depressivos com graves implicações para os resultados maternos e infantis (FIELD
e colab., 2006). A gestação e o puerpério são momentos em que as mulheres habitualmente
precisam de grande apoio familiar para enfrentar de forma saudável e natural as mudanças
que o período confere à gestante, sendo tal período determinante para a saúde futura das
mulheres e das crianças (MOST e colab., 2019). Diversos estudos documentam a
vulnerabilidade psicoemocional materna durante eventos catastróficos (FATEMA e colab.,
2019). Traumatismos, ataques terroristas e catástrofes naturais e provocadas pelo homem

11

(por exemplo, terremotos, tsunamis e Chernobyl) foram preditores de sintomas de depressão
pós-parto para as mães na população em geral (BROOKS e colab., 2020; FATEMA e colab.,
2019). Logo, um momento de dificuldades emocionais e socioeconômicas, como a pandemia
atualmente vivenciada, pode refletir diretamente na saúde e na qualidade de vida dessas
gestantes e puérperas.
Mesmo em gestações sem complicações, as alterações fisiológicas podem afetar a
qualidade de vida das gestantes, principalmente nos domínios de atividade física e dor
(LAGADEC e colab., 2018), piorando gradativamente com o passar da gestação
(SCHUBERT e colab., 2017). Somado a estas, as condições psiquiátricas e sociais agravadas
pela pandemia, principalmente violência doméstica e diminuição do poder aquisitivo,
promovem a piora da qualidade de vida constatada por questionários padronizados com esse
propósito (GHARACHEH e colab., 2015; TAVOLI e colab., 2016).
A depressão perinatal é definida como um episódio depressivo não psicótico de
gravidade ligeira a grave que ocorre durante a gravidez ou até 12 meses pós-parto (FISHER
e colab., 2012; KENDIG e colab., 2017). A prevalência da depressão antes do parto varia
entre 7% e 15% nos países desenvolvidos (GROTE e colab., 2010) e de 19 a 25% nos países
subdesenvolvidos ou em desenvolvimento (SERATI e CARNEVALI, 2018). Considerando
a depressão pós-parto, a prevalência entre as mulheres residentes em países de elevado
rendimento é de aproximadamente 10% e de 20% para as mulheres nos países de baixo e
médio rendimento (SERATI e CARNEVALI, 2018).
Estudos de metanálise demonstram que as estimativas combinadas para depressão
maior e menor de prevalência variaram de 6,5% a 12,9% e para depressão maior variaram de
1,0 a 5,6% em diferentes trimestres da gravidez e meses no primeiro ano pós-parto;
identificou-se ainda que 19,2% das mulheres apresentam um episódio depressivo durante os
primeiros 3 meses após o parto (GROTE e colab., 2010). Quando relacionado a pandemia
pela COVID-19, houve associação positiva com aumento de risco de ansiedade e de
depressão (HESSAMI e colab., [S.d.]; WANG e colab., 2020), onde há indícios de maior
prevalência de transtornos mentais como ansiedade, depressão, ansiedade, estresse
psicológico e insônia, com porcentagens de 37% (IC 95% 25-49%), 31% (IC 95% 20-42%),
70% (IC 95% 60-79%) e 49% (IC 95% 46-52%), respectivamente (WANG e colab., 2020).
A elevada prevalência de depressão perinatal é influenciada por fatores de risco,
incluindo o aumento dos sintomas somáticos, a exposição à violência do parceiro íntimo,
pouco apoio social e gravidez indesejada (STEWART e colab., 2003). A depressão pré-parto
tem sido associada a comportamentos negativos para a saúde e a resultados adversos,

12

incluindo má nutrição, aumento da utilização de substâncias, em cuidados pré-natais
inadequados, pré-eclâmpsia, baixo peso à nascença, parto prematuro, depressão pós-parto e
suicídio (DE OLIVEIRA e colab., 2018; STEWART e colab., 2003). As mulheres que sofrem
de depressão pré-parto continuam frequentemente a apresentar sintomas depressivos no
período pós-parto, sendo que mais de 54% das que sofrem de depressão pós-parto referem
episódios depressivos antes ou durante a gravidez (STEWART e colab., 2003). A depressão
pré-parto nos países de baixo e médio nível socioeconômico continua a ser pouco
reconhecida e não tratada, em parte porque foi dada maior prioridade à prevenção de mortes
relacionadas com complicações obstétricas (FISHER e colab., 2012). A depressão ante-parto
não tratada é preocupante devido à sua associação com a depressão pós-parto e aos maus
resultados físicos e neurocognitivos no desenvolvimento infantil (DAVALOS e colab.,
2012).
Destaca-se ainda que, a OMS, em seu mais recente estudo global sobre suicídio,
divulgou que em 2019 mais de 700 mil morreram por suicídio no mundo. Entre os jovens de
15 a 29 anos, o suicídio foi a quarta causa de morte depois de acidentes no trânsito,
tuberculose e violência interpessoal. Mais homens morrem devido ao suicídio do que
mulheres (12,6 por cada 100 mil homens em comparação com 5,4 por cada 100 mil
mulheres), sendo que as taxas de suicídio entre homens são geralmente mais altas em países
de alta renda (16,5 por 100 mil), enquanto que para mulheres, as taxas de suicídio mais altas
são encontradas em países de baixa-média renda (7,1 por 100 mil) (WORLD HEALTH
ORGANIZATION (WHO), 2021). Esta organização especula que, com a pandemia pela
COVID-19, a maior presença de fatores de risco para suicídio, como a perda de emprego,
estresse financeiro e isolamento social, possam piorar essas estatísticas.
As consequências psicossociais inerentes a um período como a pandemia pela
COVID-19 associadas diretamente aos efeitos do isolamento social, como a restrição
financeira, potencializam outros fatores de risco para distúrbios mentais, principalmente na
população mais vulnerável (NICOLA e colab., 2020). Portanto, o efeito do estresse e da
recessão econômica causado pela COVID-19 sobre as mulheres grávidas e puérperas não
pode ser ignorado, gerando preocupação pela possibilidade de aumento do risco, já inerente
ao período gestacional e puerperal, de distúrbios psiquiátricos.

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4 METODOLOGIA
4.1 Tipo de estudo, período e local de coleta de dados
A pesquisa realizada trata-se de um estudo transversal com coleta de dados realizada
entre setembro e novembro de 2020 e entre maio e julho de 2021 no Setor de Clínica
Obstétrica do HUPAA/UFAL que dispõe atualmente de 54 (cinquenta e quatro) leitos de
internamento para pacientes caracterizadas como gestações de alto risco, detendo uma média
de tempo de internamento de 04 (quatro) dias.

4.2 Amostra
4.2.1 Tamanho e amostragem
Para o cálculo da amostra, consideramos uma prevalência de 30%, com nível de
significância de 95%, tendo chegado a uma amostragem mínima de 36 (trinta e seis)
pacientes. Foram convocadas verbalmente 95 (noventa e cinco) puérperas. Destas, 54
(cinquenta e quatro) aceitaram participar da pesquisa, 01 (uma) retirou o termo durante a
entrevista e 02 (duas) foram excluídas por terem sido gestações gemelares, totalizando uma
amostra final de 51 (cinquenta e uma) participantes.
Figura 1: Fluxograma da seleção de participantes.
Pacientes convocadas verbalmente elegíveis pelos critérios de inclusão
N 95
Negaram participar da pesquisa
N 41
Aceitaram participar e iniciaram a entrevista
N 54
Retirado o TCLE
N1
Excluídas por serem gestações gemelares
N2
Amostra final
N 51

Fonte: elaborado pelos autores, 2021.

14

Caso a voluntária se dispusesse a participar do estudo, todas as informações
necessárias foram explicadas de modo claro e acessível. Como marco de inclusão para
participação na pesquisa, a voluntária assinou o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido
(TCLE), demonstrado no Apêndice A, baseado nas diretrizes da resolução CNS no 466/12.
Em caso de pacientes analfabetas, foi realizado o esclarecimento e o registro foi feito pela
impressão da digital com uso do método de almofada de tinta. Prosseguiu-se com o
preenchimento de instrumento desenvolvido exclusivamente para este estudo (Apêndice B)
e dos instrumentos padronizados demonstrados nos anexos A e B, ficando ciente de que a
sua participação seria de acordo com sua vontade, podendo desistir quando desejar.
4.2.2 Critérios de inclusão e exclusão
Os critérios de inclusão foram: puérperas voluntárias internadas no Setor de
Maternidade e Clínica Obstétrica do HUPAA/UFAL; ter realizado acompanhamento de prénatal com mínimo de 01 (uma) consulta por trimestre, independente da instituição; idade
maior ou igual a 18 anos; categorizadas como gestação de alto devido a qualquer morbidade
identificada no momento do internamento. Os critérios de exclusão foram: déficit cognitivo
ou intelectual que a torne incapaz de compreender os questionários da pesquisa; retirada do
TCLE.

4.3 Aplicação dos instrumentos de pesquisa
A aplicação dos instrumentos, seja por anamnese e entrevista, foi realizada pelos
pesquisadores em ambiente reservado, seguindo as diretrizes do Ministério da Saúde para
evitar a contaminação pelo novo coronavírus, como uso de máscaras, protetores faciais,
distanciamento seguro de 2 metros entre os indivíduos e uso regular de álcool em gel para
higienização das mãos. Tais instrumentos estão descritos a seguir:
- Questionário sociodemográfico e dados do pré-natal: instrumento desenvolvido
exclusivamente para este estudo, onde teremos a coleta de dados sobre idade, procedência,
profissão, renda familiar, escolaridade, estado civil, religião, idade quando houve a primeira
menstruação, idade quando houve a primeira relação sexual, paridade, quantidade de
parceiros sexuais, planejamento familiar, suporte familiar (Apêndice B).

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- Versão brasileira do questionário de qualidade de vida SF-36 (2ª versão): com este
questionário estruturado poder-se-á avaliar a qualidade de vida das pacientes em diversos
domínios (Anexo A), os quais são divididos da seguinte forma:
• Funcionamento Físico: Pretende medir desde a limitação para executar atividades físicas
menores, como tomar banho ou vestir-se, até às atividades mais exigentes, passando por
atividades intermediárias como levantar ou carregar as compras da mercearia, subir lances
de escadas ou andar uma determinada distancia (FERREIRA, 1998). Neste domínio,
valores baixos indicam que a pessoa está com limitações na realização de todas as
atividades físicas, incluindo tomar banho ou vestir-se, enquanto que valores elevados
referem que a pessoa não tem limitações por razões de saúde, mesmo em atividades mais
exigentes (WARE e colab., 1993);
• Desempenho Físico: mede a limitação em saúde devido a problemas físicos, ao tipo e à
quantidade do trabalho realizado. Inclui a limitação no tipo usual de tarefas executadas, a
necessidade de redução da quantidade de trabalho e a dificuldade de realizar as tarefas
(FERREIRA, 1998), onde valores baixos indicam problemas com o trabalho ou outras
atividades diárias em consequência da saúde física (WARE e colab., 1993);
• Dor Corporal: representa não só a intensidade e o desconforto causados pela dor, mas
também a extensão da forma como interfere nas atividades usuais (FERREIRA, 1998).
Valores baixos indicam dor muito intensa e extremamente limitativa, enquanto valores
elevados indicam que a pessoa não apresenta dor ou limitação devido à dor (WARE e
colab., 1993);
• Desempenho Emocional: mede a limitação em saúde devido a problemas emocionais, ao
tipo e à quantidade do trabalho executado. Inclui a limitação no tipo usual de tarefas
executadas, a necessidade de redução da quantidade de trabalho e a dificuldade de realizar
as tarefas (FERREIRA, 1998), onde valores baixos indicam que a pessoa apresenta
dificuldades com o trabalho ou outras atividades diárias como resultado de problemas
emocionais (WARE e colab., 1993);
• Saúde Geral: pretende medir o conceito de percepção geral da saúde, incluindo não só a
saúde atual, mas também a resistência à doença e a aparência saudável, tornando-se assim,
menos redundante aos olhos dos responsáveis, relativamente às restantes perguntas
(FERREIRA, 1998). Os valores baixos neste domínio indicam que a pessoa avalia a sua
saúde como ruim e acredita que ela provavelmente vai piorar, enquanto valores elevados
indicam que a pessoa avalia a sua saúde como excelente (WARE e colab., 1993);

16

• Vitalidade: inclui os níveis de energia e de fadiga. Esta escala permite captar melhor as
diferenças de bem-estar. Valores baixos significam que a pessoa se sente cansada e
exausta a maior parte do tempo e valores elevados indicam que a pessoa se sente animada
e cheia de energia (WARE e colab., 1993);
• Funcionamento Social: pretende captar a quantidade e a qualidade das atividades sociais,
assim como o impacto dos problemas físicos e emocionais nas atividades sociais do
respondente (FERREIRA, 1998). Quando apresenta valores baixos indica que os
problemas emocionais e físicos interferem de uma forma extrema e frequente com as
atividades sociais normais (WARE e colab., 1993);
• Saúde Mental: inclui questões referentes a quatro das mais importantes dimensões da
saúde mental, nomeadamente a ansiedade, a depressão, a perda de controle em termos
comportamentais ou emocionais e o bem-estar psicológico (FERREIRA, 1998). Neste
domínio, valores baixos indicam que a pessoa se encontra sempre nervosa e deprimida,
enquanto valores elevados indicam que a pessoa se sente em paz, feliz e calma (WARE e
colab., 1993).
- Versão brasileira da Mini-Entrevista Neuropsiquiátrica Internacional (MINI 7.0.2): é um
instrumento projetado como uma breve entrevista de diagnóstico estruturada para atender à
necessidade de uma entrevista psiquiátrica estruturada curta, porém precisa, para ensaios
clínicos multicêntricos e estudos epidemiológicos. É possível avaliar os 17 transtornos
psiquiátricos mais comuns no DSM-5 e CID-10, bem como realizar a medição do escore de
suicidalidade que auxilia na determinação do risco de suicídio dos indivíduos entrevistados
neste questionário, onde elevados escores representam maior o risco de suicídio (Anexo B).
4.4 Aspectos éticos
A aprovação foi obtida pelo Comitê de Ética em Pesquisa da UFAL sob número
CAAE 35232720.7.0000.5013 (Anexo C).
4.5 Análise estatística
Os dados obtidos foram tabulados no programa Excel (Microsoft Office®) e
transportados para o SPSS versão 27 para realização dos testes de associação descritas nos

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objetivos. Foi realizada análise descritiva da amostra para obtenção das frequências, médias
e mediana das variáveis. Na estatística inferencial, após a aplicação do teste de normalidade
de Kolmogorov-Smirnov, para a avaliação das variáveis não normais (menarca, quantidade
de parceiros, paridade, funcionamento físico, desempenho físico, dor corporal,
funcionamento social e desempenho emocional) utilizou-se do teste de Mann-Whitney e para
as variáveis de dispersão normais (idade, sexarca, transformada em variável normal por
logaritmo, estado geral da saúde e vitalidade) utilizou-se o teste t de student. Foi utilizado
ainda o teste do qui-quadrado para avaliar a associação de variáveis nominais (procedência,
renda familiar, escolaridade, estado civil, crença religiosa, suporte familiar e do pai do recémnascido durante a gestação, gravidez planejada, pensamento em aborto, fez/faz uso de álcool
e/ou drogas). Os resultados foram considerados significativos quando p < 0,05 e intervalo de
confiança de 95%.

18

5 PRODUTO
1.

Impact of COVID-19 pandemic on the mental health and quality of life of high-risk
pregnant women attended at a reference center in northeastern Brazil, submetido
segundo as normas da revista Brazilian Journal of Psychiatry (Anexo D).

19

5.1 Impact of COVID-19 pandemic on the mental health and quality of life of high-risk
pregnant women attended at a reference center in northeastern Brazil.
ABSTRACT
Objective: Evaluate the association of mental disorders in the mental health and quality of
life of high-risk postpartum patients attended at the Obstetrics Service of the Professor
Alberto Antunes University Hospital during the COVID-19 pandemic. Methods: Crosssectional study, with 51 women up to 48 hours postpartum admitted at the obstetrics service.
Three instruments were used: form to investigate socioeconomic aspects, SF-36 quality of
life questionnaire and the international neuropsychiatric mini-interview version 7.0.2.
Results: The mean age was 28.61 years (SD ±6.49). A lifetime prevalence of 27.5% of
mental disorders was identified, with major depression predominating as the main diagnosis
in 23.5%, while suicidal ideation was present in 7.8%, and attempted suicide in 3.9%, which
is associated with higher scores for suicide risk, as well as the presence of any mental disorder
throughout life. Regarding quality-of-life scores, there was a significant association between
patients with a current depressive episode and lower scores for physical functioning, physical
performance, body pain, vitality, mental health, and general health status. Conclusion: More
than a quarter of the sample had some mental disorder throughout life and there was an
association of lower scores in several quality-of-life domains in patients with a current
depressive episode.
Keywords: depression; suicide risk; quality of life; high-risk pregnancy.

20

INTRODUCTION
The COVID-19 pandemic already demonstrates in studies the influence on mental
health(1) and health care in general, either by the fear caused by the pathology itself and the
life risks inherent to it or by the need for social isolation as an important measure to prevent
contagion and decrease the rate of transmissibility. As a way of trying to minimize
contamination by SARS-COV-2, authorities in several countries have directed people to
avoid leaving home and crowding, as well as intensifying hygiene habits and respiratory
etiquette, isolation of suspected and confirmed cases, and social distancing, with an emphasis
on risk groups. Such situations of distancing and social isolation have led many people to
face situations of fear and anxiety, in addition to financial problems resulting from the
increase in unemployment and the closure of sectors of the so-called non-essential(1), which
may potentiate other risk factors for mental disorders, especially in the most vulnerable
population(1). There is also an increase in cases of domestic violence for several reasons,
such as increased economic stress, disaster-related instability, increased exposure to abusive
relationships and reduced external support in the face of blocking measures, thus providing
an increase in the incidence of mental disorders(3,4).
Pregnant women were included as the population most susceptible to COVID-19
due to several aspects, especially those who have other diseases associated with the
pregnancy. Pregnancy and the puerperium are times when women usually need great family
support to face in a healthy and natural way the changes that the period confers on pregnant
women, being this period determining for the future health of women and children(15).
Several studies document maternal psycho-emotional vulnerability during catastrophic
events(16). Traumas, terrorist attacks and natural and man-made disasters (e.g., earthquakes,
tsunamis and Chernobyl) were predictors of symptoms of postpartum depression for mothers
in the general population(16,17). Therefore, it is essential to identify its impact on pregnant
women and postpartum women, since this population group has greater susceptibility to
mental disorders due to changes in the pregnancy-puerperal cycle and may increase the
incidence or worsening of pathologies amid the impacts of the pandemic. There are few
studies to date that describe associations in this context of the pandemic in pregnant and
postpartum women, and it is necessary to deepen through scientific research.
Perinatal depression is defined as a nonpsychotic depressive episode of mild to
severe severity that occurs during pregnancy or up to 12 months postpartum(5,6). Pregnancy
is a major event in life that is inevitably accompanied by social, psychological and hormonal

21

changes and such changes can trigger depressive episodes with serious implications for
maternal and infant outcomes(7). The prevalence of depression before childbirth varies
between 7% and 15% in developed countries(8) and 19 to 25% in underdeveloped or
developing countries(9). Considering postpartum depression, the prevalence among women
living in high-income countries is approximately 10% and 20% for women in low- and
middle-income countries(9).
Meta-analyses show that the combined estimates for major and lower prevalence
depression ranged from 6.5% to 12.9% and for major depression ranged from 1.0 to 5.6% in
different trimesters of pregnancy and months in the first year postpartum; it was also
identified that 19.2% of the women present a depressive episode during the first 3 months
after delivery(8). When related to the pandemic by COVID-19, there was a positive
association with increased risk of anxiety and depression(10,11), where there are indications
of a higher

prevalence of mental disorders such as anxiety, depression, anxiety,

psychological stress and insomnia, with percentages of 37% (95% CI 25-49%), 31% (95%
CI 20-42%), 70% (95% CI 60-79%) and 49% (95% CI 46-52%), respectively(10).
The high prevalence of perinatal depression is influenced by risk factors, including
increased somatic symptoms, exposure to intimate partner violence, little social support and
unwanted pregnancy(12). Prepartum depression has been associated with negative health
behaviors and adverse outcomes, including malnutrition, increased substance use, inadequate
prenatal care, preeclampsia, low birth weight, premature delivery, postpartum depression and
suicide(12,13). Women suffering from prepartum depression often continue to present
depressive symptoms in the postpartum period, and more than 54% of those suffering from
postpartum depression report depressive episodes before or during pregnancy(12). Prepartum
depression in low- and medium-socioeconomic countries remains poorly recognized and
untreated, partly because higher priority has been given to preventing deaths related to
obstetric complications(5). Untreated antepartum depression is worrisome due to its
association with postpartum depression and poor physical and neurocognitive outcomes in
child development(14).
Therefore, a time of emotional and socioeconomic difficulties, such as the pandemic
currently experienced, can directly reflect on the mental health and quality of life of these
pregnant women and puerperal women. Even in pregnancies without complications,
physiological changes can affect the quality of life of pregnant women, especially in the
domains of physical activity and pain(18), gradually worsening with the passage of
pregnancy(19). In addition, the psychiatric and social conditions aggravated by the pandemic,

22

especially domestic violence and decreased purchasing power, promote the worsening of
quality of life observed by standardized questionnaires for this purpose(20,21).
We also highlight that, in its most recent global study on suicide, WHO reported
that in 2019 more than 700,000 died by suicide worldwide. Among young people aged 15 to
29, suicide was the fourth leading cause of death after traffic accidents, tuberculosis, and
interpersonal violence. More men die from suicide than women (12.6 per 100,000 men
compared to 5.4 per 100,000 women), and suicide rates among men are generally higher in
high-income countries (16.5 per 100,000), while women, the highest suicide rates are found
inlow-middle-income countries (7.1 per 100,000)(22). This organization speculates that, with
the pandemic by COVID-19, the greater presence of risk factors for suicide, such as job loss,
financial distress, and social isolation, may worsen these statistics.
Therefore, the effect of stress and economic recession caused by COVID-19 on
pregnant and postpartum women cannot be ignored, generating concern about the possibility
of increased risk, already inherent to the gestational and puerperal period, of psychiatric
disorders. The main objective is to study the association of mental health and quality of life
of high-risk postpartum patients treated at the high-risk obstetrics service of the Professor
Alberto Antunes University Hospital (HUPAA/UFAL) during the pandemic by COVID-19.

METHODS
This is a cross-sectional study with data collection conducted between September
and November 2020 and between May and July 2021 in the Obstetric Clinic Sector of the
Prof. Alberto Antunes University Hospital of the Federal University of Alagoas
(HUPAA/UFAL). We considered a prevalence of 30% of the presence of mental disorders,
with a significance level of 95%, reaching a minimum sample of 36 (thirty-six) patients. 95
(ninety-five) postpartum women were verbally summoned. Of these, 54 (fifty-four) agreed
to participate in the research, 01 (one) withdrew the term during the interview and 02 (two)
were excluded because they were twin pregnancies, totaling a final sample of 51 (fifty-one)
participants, where the inclusion criteria were volunteer puerperal women hospitalized in the
Obstetric Clinic Sector of HUPAA/UFAL; have undergoing prenatal follow-up with a
minimum of one consultation per trimester, regardless of the institution; age 18 years or
older; categorized as high pregnancy due to any morbidity identified at the time of
hospitalization; exclusion criteria were cognitive or intellectual deficit that makes it

23

incapable of understanding the research questionnaires, and withdrawal of the free and
informed consent form.
The application of the instruments, either by anamnesis and interview, was
performed by the researchers in a reserved environment, following the guidelines of the
Ministry of Health of Brazil to avoid contamination by the new coronavirus, such as the use
of masks, face shields, safe distancing of 2 meters between individuals and regular use of
alcohol in gel for hand hygiene. These instruments are described below:
- Sociodemographic questionnaire and prenatal data: an instrument developed exclusively
for this study, where we will have the collection of data on age, origin, profession, family
income, education, marital status, religion, age when the first menstruation occurred, age
when there was the first sexual intercourse, parity, number of sexual partners, family
planning, family support.
- Brazilian version of the Quality-of-Life questionnaire SF-36 (2nd version): with this
structured questionnaire it was possible to evaluate the quality of life of patients in several
domains (physical functioning, physical performance, body pain, emotional performance,
general health, vitality, social functioning, and mental health).
- Brazilian version of the Mini International Neuropsychiatric Interview (MINI 7.0.2): it is
an instrument designed as a brief structured diagnostic interview to meet the need for a
short but accurate structured psychiatric interview for multicenter clinical trials and
epidemiological studies. It is possible to evaluate the 17 most common psychiatric
disorders in the DSM-5 and ICD-10, as well as to measure the suicide score that helps in
determining the suicide risk of the individuals interviewed in this questionnaire, where
high scores represent a higher risk of suicide.
The data obtained were tabulated in Excel (Microsoft Office®) and transported to
SPSS version 27 to perform the association tests described in the objectives. Descriptive
analysis of the sample was performed to obtain the frequencies, means and median of the
variables. In the inferential statistics, after the application of the Kolmogorov-Smirnov
normality test, for the evaluation of non-normal variables (menarche, number of partners,
parity, physical functioning, physical performance, body pain, social functioning, and
emotional performance) the Mann-Whitney test was used and for the variables of normal
dispersion (age, sexarche, transformed into a normal variable by logarithm, general health
status and vitality) the student's t-test was used. The chi-square test was also used to evaluate
the association of nominal variables (origin, family income, education, marital status,

24

religious belief, family support and the newborn's father during pregnancy, planned
pregnancy, thought in abortion, alcohol and/or drugs). The results were considered
significant when p<0.05 and 95% confidence interval.

RESULTS
The sociodemographic profile and personal antecedents presented in tables 1 and 2
show homogeneity of the sample when compared groups with the presence and absence of
any mental disorder throughout life, except for family support during pregnancy and in the
thought of abortion. The age of the mothers ranged from 18 to 44 years, obtaining an average
in this sample of 28.61 years (SD ±6.49), menarche occurred on average at 12.67 years (SD
±1.49) and sexarche occurred on average at 17.12 years (SD ±2.79). Regarding the number
of sexual partners, the mean was 2.10 (SD ±1.22) and parity was 2.10 children (SD ±1.20),
with no statistical difference between the groups. 28 patients (54.9%) lives in the capital or
regions near the reference center of the care, 43 patients (84.3%) have a family income below
03 minimum wages, considered in this research as a factor of social vulnerability. In terms
of education, marital status, and religious belief, 32 (62.7%) had a complete or lower
elementary level, 44 (86.3%) reported having a partner and 44 (86.3%) defined having
religious belief. In matters related to the support of the newborn's father, planning of current
pregnancy, alcohol use and drug use, there was no statistical difference between groups with
or without mental disorder throughout life, where 50 patients (98%) reported having support
from the newborn's father, 33 patients (64.7%) did not plan the pregnancy, 29 (56.9%) denied
alcohol use and 49 (95.2%) denied drug use. When asked about family support during
pregnancy, 4 patients (7.8%) reported not having such support, 3 of them belonging to the
group with mental disorder throughout life, corresponding to 21.4% of this group, while only
1 patient belonging to the group without mental disorder, corresponding to 2.7% (p=0.026).
When asked about the thought of aborting in this pregnancy, a statistical difference was also
obtained between the groups compared, where 4 patients (7.8%) reported a positive response
in this theme, 3 (21.4%) of them belonging to the group with mental disorder and 1 (2.7%)
belonging to the group without mental disorder throughout life (p=0.026).
The presence of at least one mental disorder throughout life occurred in 27.5% of
the sample, the most frequent being major depressive disorder (23.5%). Bipolar disorder,
alcohol use disorder, mood disorder with psychotic symptoms, panic disorder and nervous

25

anorexia were also identified in at least 1 postpartum woman (2.0%), in addition to suicidal
behavior disorder in 3.9% of the sample. The presence of two mental disorders throughout
life was identified in 5.9% of the sample.
The results of the associations of mental disorders identified in this sample with the
suicide score are shown in table 3. The presence of at least one mental disorder throughout
life presented an average of 12.36 (SD ±29,39, p<001), demonstrating itself as a risk factor
for higher values in this score. The presence of active suicidal ideation with a mean of 41.25
(SD ±28.69, p<001), history of suicide attempt with a mean of 4.00 (SD 0.000, p=0.039) and
bipolar disorder with an average of 84.00 (SD N/A, p=0.039) also showed association with
higher suicide scores, however, those that met criteria for current depressive episode,
including those diagnosed with bipolar disorder, for alcohol use disorder and for mood
disorder with psychotic symptoms, scored on this score with means of 17.25 (SD ±29.68,
p=0.153), 4.00 (SD N/A, p=0.196) and 27.00 (SD N/A, p=0.118), respectively, but without
statistical significance for association. There was no suicide score of those diagnosed with
nervous anorexia or panic disorder throughout life.
Regarding quality of life, the various domains had their means scored and then
associated according to the presence of current depressive episode (table 4). The domains of
Physical Functioning, Physical Performance, Body Pain, Vitality, Mental Health and General
Health State presented lower mean scores for the group with current depressive episode in
the amount of 69.38 (SD ±20.60, p=0.010), 12.50 (SD ±35.36, p=0.018), 38.25 (SD ±32.57,
p=0.020), 42.50 (SD ±23.60, p=0.010), 43.00 (SD ±27.69, p=0.002) and 46.13 (SD ±21.12,
p<001), respectively. The domains of Social Functioning and Emotional Performance also
presented lower scores for the group with current depressive episode, however, there was no
statistical significance, making the mean values in 64.06 (SD ±31.65, p=0.059) and 54.17
(SD ±46.93, p=0.313), respectively.

DISCUSSION
Pregnancy can be a stressful time for many pregnant(23) however, the COVID-19
crisis is adding a new layer of concern about how the pandemic will affect the birth of their
baby. Postpartum depression is the result of a dynamic interaction between biological,
psychological and social risk factors(5,6) all of which can be amplified during the current
pandemic(24) exposure to COVID-19, combined with physical distancing and containment

26

recommendations, can adversely affect the thoughts, emotions and functioning of new
mothers, thus worsening depressive symptoms.
Psychiatric disorders with onset before or during pregnancy were identified in
27.5% of the sample with at least one mental disorder, is compatible with meta-analysis
demonstrating an average prevalence of 18.59%(5). There was a predominance of the
diagnosis of major depressive disorder (23.5%), presenting a convergence with current
references that show prevalence of depression around 19 to 25%(9) lower incidence of the
current depressive episode, making up 15.7% of the sample, where we generally have a
prevalence of 19.2%(8,9).
In a previous study conducted by this group, with a similar sample in
sociodemographic aspects, a frequency of 42% of psychiatric morbidity was identified,
where 10% of the sample had two or more diagnoses and 20% had a current depressive(25).
It is speculated that, in view of the verbal approach, a portion of patients with current
depressive state may have refused to participate in the research after explaining the content
of the study, since we obtained a rejection of the invitation of about 44%.
This study also reinforces the statistics that suicidal ideation, history of suicide
attempt and the presence of some mental disorder throughout life are risk factors for suicide
risk, because such conditions presented higher suicidality scores when compared to patients
without these diagnoses by MINI 7.0.2(25,26). Suicidal behavior can negatively impact not
only the life of the mother, but also the baby and all family members. The results mentioned
show how psychiatric disorders, especially active suicidal ideation, history of suicide attempt
and bipolar disorder, are related to the increased risk of suicide in the gestational period, in
our sample. Although there was no statistical correlation in our study, the relationship
between the increased risk of suicide with depressive disorder and current depressive episode
is already well established(27,28).
Lower quality of life scores were found in all domains in the group with current
depressive episode and in the group with a history of mental disorder throughout life (current
or past), highlighting the statistical relevance in the domains of physical functioning, physical
performance, body pain, vitality, mental health and general health status, validating the
influence of the current depressive episode on the quality of life of postpartum women,
representing lower quality of life related to their health of the population studied in the
various aspects evaluated.
Compared to the general population, the quality-of-life of pregnant women is
generally lower than in those who are not pregnant, especially in the aspects of physical

27

functioning, physical performance and body pain(18). However, the presence of symptoms
of depression, anxiety and stress are factors that have a strong negative impact on the quality
of life of pregnant women, as well as sexual and domestic violence and the experience of
life-threatening events(18,21). Therefore, it is assumed that pregnant and postpartum women
represent a vulnerable population that needs to be carefully monitored to minimize
postpartum mental dysfunction. Mental health interventions should be carried out
immediately to prevent the deterioration of maternal psychological health, which is
aggravated by the more intense social restraint of those reported in previous natural
disasters(16,17).
Despite the limitations of our study, such as being a cross-sectional study that does
not allow to conclude about cause-effect relationships, having a small sample, not
determining each medical condition that led to the classification of pregnancy as high risk
and without control group, it can be observed that during the pandemic, in the immediate
puerperium of high-risk pregnancies, there was an increased prevalence of major depressive
disorder, followed by active suicidal ideation. The current depressive condition was
statistically significant with lower scores in six of the eight domains surveyed by the SF-36
questionnaire applied in this study, although lower scores were shown in all domains, thus
finding a worse quality of life for women affected by the disorder. It reinforces the concept
that the presence of at least one mental disorder throughout life is associated with higher
suicide scores, although it did not obtain this same statistical association in relation to the
current depressive episode.
Therefore, prenatal and peripartum health teams need to be attentive during this
period of frailty of women to detect psychiatric disorders early, to maintain the quality of life
of the mother and, consequently for her child, promoting, as soon as possible, the appropriate
procedures to treat modifiable risk factors. It is also important to avoid adverse psychological
conditions in the future mother that can precipitate suicidal behaviors that can jeopardize the
viability of pregnancy and life.
Research funding: None declared.
Author contributions: All authors have accepted responsibility for the entire content of this
manuscript and approved its submission.
Competing interests: Authors state no conflict of interest.
Informed consent: Informed consent was obtained from all individuals included in this
study.

28

Ethical approval: Formal ethics approval for this study was obtained from the
organizational Research Ethics Committee of Federal University of Alagoas, Brazil, where
this study was undertaken, under number 35232720.7.0000.5013.

Table 1 - Sociodemographic characteristics described according to the presence or absence
of mental disorder.
General
Sample
N=51

Absence
of
mental
disorder
N=37

Presence
of
mental
disorder
N=14

Statistical analysis

M (SD)

M (SD)

M (SD)

p

28.61
(6,49)

28.49
(6,80)

28.93
(5,83)

N (%)

N (%)

N (%)

Near the Reference Center

28 (54.9)

18 (48.6)

5 (35.7)

Far from the Reference Center

23 (45.1)

19 (51.4)

9 (64.3)

43 (84.3)

32 (86.5)

11 (78.6)

8 (15.7)

5 (13.5)

3 (21.4)

Full fundamental level or below

32 (62.7)

24 (64.9)

8 (57.1)

Full average level or above

19 (37.3)

13 (35.1)

6 (42.9)

Single/No Companion

7 (13.7)

6 (16.2)

1 (7.1)

Stable Union/Married/With Companion

44 (86.3)

31 (83.8)

13 (92.9)

No

7 (13.7)

5 (13.5)

2 (14.3)

Yes

44 (86.3)

32 (86.5)

12 (85.7)

Sociodemographic characteristics

Age

t = -0.215
CI = -4,580 3,696

0.831

X2 = 0.686

0.407

X2 = 0.481

0.488

X2 = 0.259

0.611

X2 = 0.706

0.401

X2 = 0.005

0.943

Housing

Family Income
Less than 3 minimum wages
Greater than or equal to 3 minimum
wages
Schooling

Marital Status

Religious Belief

t: Student's t test; X2: Chi-square test.

29

Table 2 - Personal and obstetrics features described according to the presence or absence of
mental disorder.
General
Sample
N=51

Absence
of mental
disorder
N=37

Presence
of mental
disorder
N=14

Statistical analysis

M (SD)

M (SD)

M (SD)

p

12.67
(1.49)

12.78
(1.29)

12.36
(1.94)

U = 207.000

0.259

17.12
(2.79)

17.46
(2.88)

16.21
(2.42)

t = 1.466
IC = -0.01157
- 0.07400

0.149

Number of Partners

2.10
(1.22)

1.97
(1.06)

2.44
(1.55)

U = 296.5

0.404

Parity

2.10
(1.20)

2.00
(1.10)

2.36
(1.44)

U = 288.0

0.520

N (%)

N (%)

N (%)

4 (7.8)

1 (2.7)

3 (21.4)

47 (92.2)

36 (97.3)

11 (78.6)

X2 = 4.927

0.026*

No

1 (2.0)

1 (2.7)

0 (0)

Yes

50 (98.0)

36 (97.3)

14 (100)

X2 = 0.386

0.534

No

33 (64.7)

25 (67.6)

8 (57.1)

Yes

18 (35.3)

12 (32.4)

6 (42.9)

X2 = 0.483

0.487

No

47 (92.2)

36 (97.3)

11 (78.6)

Yes

4 (7.8)

1 (2.7)

3 (21.4)

X2 = 4.927

0.026*

No

29 (56.9)

21 (56.8)

8 (57.1)

Yes

22 (43.1)

16 (43.2)

6 (42.9)

X2 = 0.001

0.980

49 (95.2)

35 (94.6)

14 (100)

Personal History

Menarche
Sexarche

Family Support during Pregnancy
No
Yes
Support of the Father of the NB in
Pregnancy

Planned Pregnancy

Thought about aborting

Use Alcohol (past or current)

Use drugs (past or current)
No

X2 = 0.788

Yes
2 (4.8)
2 (5.4)
0 (0)
2
*: p < 0.05; t: Student's t test; U: Mann-Whitney test; X : chi-square test; CI: confidence interval

0.375

30

Table 3 - Frequency of mental disorders, suicidal ideation and suicide attempt and association
with suicide score of the MINI 7.0.2 questionnaire.
General
Sample
(n=51)

Suicide score

N (%)

M (SD)

U

p

Presence of at least one Lifelong Mental Disorder

14 (27.5)

12.36 (23.48)

370.000

<001*

Presence of two Lifelong Mental Disorders

3 (5.9)

1.33 (2.31)

86.500

0.581

Major Depressive Disorder

11 (23.5)

5.27 (10.96)

299.500

0.082

Current Depressive Episode

8 (15.7)

17.25 (29.68)

228.000

0.153

Bipolar Disorder

1 (2.0)

84.00 (N/A)

50.000

0.039*

Alcohol Use Disorder

1 (2.0)

4.00 (N/A)

45.500

0.196

Mood Disorder with Psychotic Symptoms

1 (2.0)

27.00 (N/A)

48.000

0.118

Active Suicidal Ideation

4 (7.8)

41.25 (28.69)

188.000

<001*

History of Suicide Attempt

2 (3.9)

4 (0.00)

90.000

0.039*

MINI 7.0.2

Statistical analysis

*: p < 0.05; U: Mann-Whitney test; N/A: not applicable

Table 4 - Association of current depressive episode with the scores of the quality-of-life
domains of the SF-36 questionnaire.
Domains of the Qualityof-Life Questionnaire
SF-36

General
Sample
(n=51)

Absence of
current mental
disorder (n=43)

Current
Depressive
Episode (n=8)

M (SD)

M (SD)

M (SD)

Physical Functioning

86.57 (18.48)

89.77 (16.40)

69.38 (20.60)

U = 75.000

0.010*

Physical Performance

43.14 (42.45)

48.84 (41.53)

12.50 (35.36)

U = 82.000

0.018*

Body Pain

61.82 (29.07)

66.21 (26.59)

38.25 (32.57)

U = 83.000

0.020*

Vitality

60.20 (21.49)

63.49 (19.66)

42.50 (23.60)

t = 2.690
CI = 5.306 –
36.670

Social Functioning

81.86 (23.76)

85.17 (20.82)

64.06 (31.65)

U = 99.500

0.059

Emotional Performance

66.01 (41.36)

68.22 (40.47)

54.17 (46.93)

U = 132.000

0.313

Mental Health

71.37 (22.80)

76.65 (17.59)

43.00 (27.69)

U = 55.000

0.002*

General State of Health

66.43 (19.17)

70.31 (16.46)

46.13 (21.12)

t = 3.642
CI = 10.795
– 37.374

< 001*

*: p < 0.05; t: Student's t test; U: Mann-Whitney test; CI: confidence interval

Statistical analysis
p

0.010*

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34

6 CONCLUSÕES

Durante a pandemia, no puerpério imediato de gestações de alto risco, constatou-se
prevalência aumentada de transtorno depressivo maior, seguido da ideação suicida ativa. O
risco de suicídio apresentou-se em 7,8% da amostra. O quadro depressivo atual associou-se
estatisticamente significante com menores escores em seis dos oito domínios pesquisados
pelo questionário SF-36 aplicado neste estudo, apesar de demonstrado escores mais baixos
em todos os domínios, constatando assim pior qualidade de vida para as mulheres afetadas
pelo transtorno. Reforça-se o conceito de que a presença de pelo menos um transtorno mental
ao longo da vida está associado a maiores escores de suicidalidade, apesar de não ter obtido
esta mesma associação estatística em relação ao episódio depressivo atual.

35

7 LIMITAÇÕES E PERSPECTIVAS
Este estudo reforça as atuais estatísticas sobre influência dos transtornos mentais na
qualidade de vida e no risco de suicídio de mulheres gestantes, fato este evidenciado pelos
menores escores nos domínios avaliados da qualidade de vida e maiores escores de
suicidalidade. O comportamento suicida pode impactar negativamente não apenas a vida da
mãe, mas também do bebê e de todos os membros da família. Apesar das limitações do nosso
estudo, como ser um estudo transversal que não permite concluir sobre as relações de causaefeito, ter uma amostra pequena, não determinar cada condição médica que levou à
classificação da gravidez como de alto risco e sem grupo controle, os resultados citados
mostram como os transtornos psiquiátricos, principalmente a ideação suicida ativa, histórico
de tentativa de suicídio e o transtorno bipolar, estão relacionados ao aumento do risco de
suicídio no período gestacional, em nossa amostra.
Portanto, as equipes de saúde de pré-natal e da assistência periparto precisam estar
atentas durante esse período de fragilidade da mulher para detectar os transtornos
psiquiátricos de modo precoce, com intuito de manter da qualidade de vida da mãe e,
consequentemente para seu filho, promovendo, o quanto antes, os procedimentos adequados
para tratar os fatores de risco modificáveis. Também é importante evitar na futura mãe
condições psicológicas adversas que podem precipitar comportamentos suicidas que podem
colocar em risco a viabilidade da gravidez e de sua vida.

36

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39

APÊNDICES
APÊNDICE A – Termo de Consentimento Livre e Esclarecido
TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO (T.C.L.E.)
Você está sendo convidada a participar do projeto de pesquisa IMPACTO DA PANDEMIA PELA COVID-19 NA
SAÚDE MENTAL E NO ESTADO NUTRICIONAL DE GESTANTES DE ALTO RISCO ATENDIDAS NO
HUPAA/UFAL, dos pesquisadores MICHELLE JACINTHA CAVALCANTE OLIVEIRA (Orientadora –
Pesquisadora Principal), CRISTIANE MONTEIRO DA CRUZ (Co-orientadora), JULIANA CÉLIA DE FARIAS
SANTOS (Co-orientadora), VALFRIDO LEÃO DE MELO NETO (Co-orientador), AVHA CLARICE PAIXÃO
SOARES (Mestranda – Pesquisadora Assistente) e TERESA AMÉLIA DA SILVA OLIVEIRA (Mestranda –
Pesquisadora Assistente).
A seguir, as informações do projeto de pesquisa com relação a sua participação neste projeto:
1. O estudo se destina a verificar se há impacto da pandemia pela COVID-19 no surgimento de distúrbios nutricionais
e psiquiátricos em pacientes puérperas de gestações de alto risco;
2. A importância deste estudo é a possibilidade de determinar um melhor seguimento nutricional e psiquiátrico de
forma precoce às pacientes que assim o necessitem e ainda buscar prever o risco dessas patologias ocorrerem no
cenário atual que vivemos na sociedade, oferecendo o melhor tratamento possível para os pacientes e com melhor
custo-benefício;
3. Os resultados que se desejam alcançar são os seguintes: identificar pacientes com transtornos mentais e/ou
nutricionais no período do pós-parto imediato e recente e averiguar se houve aumento da frequência por impacto da
pandemia pela COVID-19.
4. A coleta de dados começará em agosto de 2020, após aprovação pelo Comitê de Ética, e terminará em 31 de outubro
de 2020.
5. O estudo será feito da seguinte maneira: as pesquisadoras Avha Clarice Paixão Soares e Teresa Amélia da Silva
Oliveira realizarão uma entrevista onde serão coletados dados pessoais para compor a perfil das participantes e
histórico de saúde e aspectos nutricionais. Após aceitar participar do estudo, a participante será encaminhada a uma
sala privativa para responder às perguntas da entrevista e aos questionários sobre saúde mental e ser realizada as
medidas de peso e altura para avaliação do estado nutricional. Tais dados serão:
- Questionário sociodemográfico: idade, procedência, profissão, renda familiar, escolaridade, estado civil, religião,
idade quando houve a primeira menstruação, idade quando houve a primeira relação sexual, paridade, data da última
menstruação, quantidade de parceiros sexuais, suporte familiar e dados do pré-natal, complementado com acesso ao
seu cartão de gestante. Para este questionário, realizaremos também a revisão do seu prontuário para complementar
as informações necessárias e do prontuário do seu recém-nascido para adquirir informações sobre peso e apgar do
seu recém-nascido;
- Versão brasileira do questionário de qualidade de vida SF-36 (2ª versão): com este questionário poderemos avaliar
a sua qualidade de vida em relação a sua capacidade funcional, limitação por aspectos físicos, dor, estado geral de
saúde, vitalidade, aspectos sociais, aspectos emocionais e saúde mental;
- Mini Entrevista Neuropsiquiátrica Internacional (MINI 7.0.2): é um instrumento projetado como uma breve
entrevista psiquiátrica para diagnóstico dos principais transtornos psiquiátricos, como os de ansiedade e depressão.
6. Os dados coletados serão então colocados em uma planilha para analisar e obter os resultados.
7. A sua participação será nas seguintes etapas:
- Respondendo às perguntas realizadas e aos questionários fornecidos por Avha Clarice Paixão Soares e Teresa
Amélia da Silva Oliveira;
8. Os incômodos e possíveis riscos à sua saúde física e/ou mental são:
- Quebra de sigilo, que será evitado pela utilização de código numérico para identificação em substituição de seu
nome;

40

- Inibição e/ou desconforto para responder algumas perguntas do questionário, onde tais riscos serão
minimizados por serem realizados em sala privativa.
9. Os benefícios esperados com a sua participação no projeto de pesquisa, mesmo que não diretamente são:
- Possibilidade de proporcionar às pacientes o diagnóstico precoce destes tipos de distúrbios (nutricionais e/ou
psiquiátricos), bem como o tratamento adequado e acompanhado por profissionais capacitados.
10. Você poderá contar com a assistência nutricional e psiquiátrica durante e após a realização da pesquisa de acordo
com o diagnóstico identificado pelos pesquisadores. As médicas Avha Clarice Paixão Soares e Teresa Amélia da
Silva Oliveira realizarão os encaminhamentos aos serviços de Nutrição e de Psiquiatria do HUPAA/UFAL e
facilitação desses atendimentos.
11. Você será informado(a) do resultado final do projeto e sempre que desejar, serão fornecidos esclarecimentos sobre
cada uma das etapas do estudo.
12. A qualquer momento, você poderá recusar a continuar participando do estudo e, também, que poderá retirar seu
consentimento, sem que isso lhe traga qualquer penalidade ou prejuízo.
13. As informações conseguidas através da sua participação não permitirão a identificação da sua pessoa, exceto para
a equipe de pesquisa, e que a divulgação das mencionadas informações só será feita entre os profissionais estudiosos
do assunto após a sua autorização.
14. O estudo não acarretará nenhuma despesa para você.
15. Você será indenizada por qualquer dano que venha a sofrer com a sua participação na pesquisa (nexo causal).
16. Você receberá uma via do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido assinado por todos.
Eu ...................................................................................................................................................................................,
tendo compreendido perfeitamente tudo o que me foi informado sobre a minha participação no mencionado estudo e
estando consciente dos meus direitos, das minhas responsabilidades, dos riscos e dos benefícios que a minha
participação implicam, concordo em dele participar e para isso eu DOU O MEU CONSENTIMENTO SEM QUE
PARA ISSO EU TENHA SIDO FORÇADA OU OBRIGADA.
Endereço da Equipe da pesquisa (OBRIGATÓRIO):
Instituição: HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PROF. ALBERTO ANTUNES
Endereço: AV. LOURIVAL MELO MOTA, S/N, TABULEIRO DOS MARTINS
Cidade/CEP: MACEIÓ-AL / 57072-970
Telefone: 82 3202-3800
Ponto de referência: PRÓXIMO AO CAMPUS DA UFAL
Contato de urgência: AVHA CLARICE PAIXÃO SOARES
Endereço: RUA TEODOMIRO DEODATO SANTOS, 819, ANTARES.
Complemento: COND. RES. JARDIM AMÉRICA, QD A-10
Cidade/CEP: MACEIÓ-AL / 57083-150
Telefone: 82 993212005
Ponto de referência: PRÓXIMO A CHURRASCARIA CARRO DE BOI
ATENÇÃO: O Comitê de Ética da UFAL analisou e aprovou este projeto de pesquisa. Para obter mais informações
a respeito deste projeto de pesquisa, informar ocorrências irregulares ou danosas durante a sua participação no estudo,
dirija-se ao:
Comitê de Ética em Pesquisa da Universidade Federal de Alagoas
Prédio do Centro de Interesse Comunitário (CIC), Térreo, Campus A. C. Simões, Cidade Universitária.
Telefone: 3214-1041 – Horário de Atendimento: das 8:00 as 12:00hs.
E-mail: comitedeeticaufal@gmail.com
Maceió, ______ de _________________ de _________.

Assinatura ou impressão datiloscópica da voluntária
(Rubricar as demais páginas)

Nome e Assinatura do Pesquisador pelo estudo
(Rubricar as demais páginas)

41

APÊNDICE B – Ficha para coleta de dados das participantes

FICHA DE ANAMNESE E ENTREVISTA
1. Reg./Amostra: ________ Reg./HU: _____________ Tel.: ___________________
2. Procedência: ______________________________________________________
3. Nasc./Idade: ____/____/____ [______]

4. Renda Familiar: ________________

5. Profissão: ________________________________________________________
6. Escolaridade: ( ) Analfabeto ( ) Fundamental ( ) Médio ( ) Superior
Anos de escolaridade: _________ anos
7. Est. Civil: ( ) Solteira ( ) União Estável/Casada ( ) Divorciada ( ) Viúva
8. Religião: ( ) Católica ( ) Evangélica ( ) Test. De Jeová ( ) Nenhuma
( ) Outros: ________________________________________________________
9. Menarca: ________ anos

10. Paridade: G___P___A___E___M___

11. Sexarca: _______ anos

12. Peso: _______ Altura: ___________

13. Quantidade de parceiros(as): _____

14. IMC: ______________ kg/m2 (atual)

15. Fez/Faz uso de álcool? ( ) Não ( ) Sim - _____________________________
16. Fez/Faz uso de drogas? ( ) Não ( ) Sim - ____________________________
17. Gravidez planejada: ( ) Não ( ) Sim

18. Pensou em abortar: ( ) Não ( ) Sim

19. Suporte familiar? ( ) Não ( ) Sim

20. Suporte do pai/RN? ( ) Não ( ) Sim

DADOS DO PRÉ-NATAL
21. Nº consultas realizadas: _________

22. Iniciado no ___________º trimestre.

23. Medidas antropométricas nas consultas de pré-natal [Data / Peso]:
[__________/_____] [__________/_____] [__________/_____] [__________/_____]
[__________/_____] [__________/_____] [__________/_____] [__________/_____]
[__________/_____] [__________/_____] [__________/_____] [__________/_____]
DADOS DO RECÉM-NASCIDO
24. Peso ao nascer: ________________

25. Apgar: 1º min _____ / 5º min _____

42

ANEXOS

ANEXO A – Versão brasileira do questionário de qualidade de vida SF-36
VERSÃO BRASILEIRA DO QUESTIONÁRIO DE QUALIDADE DE VIDA - SF-36
1 - Em geral você diria que sua saúde é:
Excelente
1

Muito Boa
2

Boa
3

Ruim
4

Muito Ruim
5

2 - Comparada há um ano atrás, como você se classificaria sua idade em geral, agora?
Muito Melhor
1

Um Pouco
Melhor
2

Quase a Mesma

Um Pouco Pior

Muito Pior

3

4

5

3 - Os seguintes itens são sobre atividades que você poderia fazer atualmente durante um dia
comum. Devido à sua saúde, você teria dificuldade para fazer estas atividades? Neste caso,
quando?
Atividades

Sim, dificulta Sim, dificulta
muito
um pouco

Não, não
dificulta de
modo algum

a) Atividades Rigorosas, que exigem muito
esforço, tais como correr, levantar objetos
pesados, participar em esportes árduos.

1

2

3

b) Atividades moderadas, tais como mover
uma mesa, passar aspirador de pó, jogar
bola, varrer a casa.

1

2

3

c) Levantar ou carregar mantimentos

1

2

3

d) Subir vários lances de escada

1

2

3

e) Subir um lance de escada

1

2

3

f) Curvar-se, ajoelhar-se ou dobrar-se

1

2

3

g) Andar mais de 1 quilômetro

1

2

3

h) Andar vários quarteirões

1

2

3

i) Andar um quarteirão

1

2

3

j) Tomar banho ou vestir-se

1

2

3

43

4 - Durante as últimas 4 semanas, você teve algum dos seguintes problemas com seu trabalho
ou com alguma atividade regular, como consequência de sua saúde física?
Sim

Não

a) Você diminui a quantidade de tempo que se dedicava ao seu trabalho ou
a outras atividades?

1

2

b) Realizou menos tarefas do que você gostaria?

1

2

c) Esteve limitado no seu tipo de trabalho ou a outras atividades.

1

2

d) Teve dificuldade de fazer seu trabalho ou outras atividades (p. ex.
necessitou de um esforço extra).

1

2

5 - Durante as últimas 4 semanas, você teve algum dos seguintes problemas com seu trabalho
ou outra atividade regular diária, como consequência de algum problema emocional (como
se sentir deprimido ou ansioso)?
Sim

Não

a) Você diminui a quantidade de tempo que se dedicava ao seu trabalho ou
a outras atividades?

1

2

b) Realizou menos tarefas do que você gostaria?

1

2

c) Não realizou ou fez qualquer das atividades com tanto cuidado como
geralmente faz.

1

2

6 - Durante as últimas 4 semanas, de que maneira sua saúde física ou problemas emocionais
interferiram nas suas atividades sociais normais, em relação à família, amigos ou em grupo?
De forma nenhuma

Ligeiramente

Moderadamente

Bastante

Extremamente

1

2

3

4

5

7 - Quanta dor no corpo você teve durante as últimas 4 semanas?
Nenhuma

Muito leve

Leve

Moderada

Grave

Muito grave

1

2

3

4

5

6

8 - Durante as últimas 4 semanas, quanto a dor interferiu com seu trabalho normal (incluindo
o trabalho dentro de casa)?
De maneira alguma

Um pouco

Moderadamente

Bastante

Extremamente

1

2

3

4

5

44

9 - Estas questões são sobre como você se sente e como tudo tem acontecido com você
durante as últimas 4 semanas. Para cada questão, por favor dê uma resposta que mais se
aproxime de maneira como você se sente, em relação às últimas 4 semanas.

Todo
Tempo

A maior Uma boa
parte do parte do
tempo
tempo

Alguma
parte do
tempo

Uma
pequena
parte do
tempo

Nunca

a) Quanto tempo você
tem se sentindo cheio de
vigor, de vontade, de
força?

1

2

3

4

5

6

b) Quanto tempo você
tem se sentido uma
pessoa muito nervosa?

1

2

3

4

5

6

c) Quanto tempo você
tem se sentido tão
deprimido que nada pode
anima-lo?

1

2

3

4

5

6

d) Quanto tempo você
tem se sentido calmo ou
tranquilo?

1

2

3

4

5

6

e) Quanto tempo você
tem se sentido com
muita energia?

1

2

3

4

5

6

f) Quanto tempo você
tem se sentido
desanimado ou abatido?

1

2

3

4

5

6

g) Quanto tempo você
tem se sentido esgotado?

1

2

3

4

5

6

h) Quanto tempo você
tem se sentido uma
pessoa feliz?

1

2

3

4

5

6

i) Quanto tempo você
tem se sentido cansado?

1

2

3

4

5

6

10 - Durante as últimas 4 semanas, quanto de seu tempo a sua saúde física ou problemas
emocionais interferiram com as suas atividades sociais (como visitar amigos, parentes,
etc)?
Todo Tempo
1

A maior parte do Alguma parte do
tempo
tempo
2

3

Uma pequena
parte do tempo

Nenhuma parte
do tempo

4

5

45

11 - O quanto verdadeiro ou falso é cada uma das afirmações para você?
Definitiva- A maioria
mente
das vezes
verdadeiro verdadeiro

Não sei

A maioria Definitivadas vezes
mente
falso
falso

a) Eu costumo obedecer
um pouco mais facilmente
que as outras pessoas

1

2

3

4

5

b) Eu sou tão saudável
quanto qualquer pessoa que
eu conheço

1

2

3

4

5

c) Eu acho que a minha
saúde vai piorar

1

2

3

4

5

d) Minha saúde é excelente

1

2

3

4

5

CÁLCULO DOS ESCORES DO QUESTIONÁRIO DE QUALIDADE DE VIDA
Fase 1: Ponderação dos dados
Questão
01

02
03
04
05
06

07

Pontuação
Se a resposta for
1
2
3
4
5

Pontuação
5,0
4,4
3,4
2,0
1,0
Manter o mesmo valor
Soma de todos os valores
Soma de todos os valores
Soma de todos os valores

Se a resposta for
1
2
3
4
5
Se a resposta for
1
2
3
4
5
6

Pontuação
5
4
3
2
1
Pontuação
6,0
5,4
4,2
3,1
2,0
1,0

46

08

09

10
11

A resposta da questão 8 depende da nota da questão 7
Se 7 = 1 e se 8 = 1, o valor da questão é (6)
Se 7 = 2 à 6 e se 8 = 1, o valor da questão é (5)
Se 7 = 2 à 6 e se 8 = 2, o valor da questão é (4)
Se 7 = 2 à 6 e se 8 = 3, o valor da questão é (3)
Se 7 = 2 à 6 e se 8 = 4, o valor da questão é (2)
Se 7 = 2 à 6 e se 8 = 3, o valor da questão é (1)
Se a questão 7 não for respondida, o escorre da questão 8 passa a ser o seguinte:
Se a resposta for (1), a pontuação será (6)
Se a resposta for (2), a pontuação será (4,75)
Se a resposta for (3), a pontuação será (3,5)
Se a resposta for (4), a pontuação será (2,25)
Se a resposta for (5), a pontuação será (1,0)
Nesta questão, a pontuação para os itens A, D, E, H, deverá seguir a seguinte
orientação:
Se a resposta for 1, o valor será (6)
Se a resposta for 2, o valor será (5)
Se a resposta for 3, o valor será (4)
Se a resposta for 4, o valor será (3)
Se a resposta for 5, o valor será (2)
Se a resposta for 6, o valor será (1)
Para os demais itens (B, C, F, G, I), o valor será mantido o mesmo
Considerar o mesmo valor.
Nesta questão os itens deverão ser somados, porém os itens b e d deverão seguir a
seguinte pontuação:
Se a resposta for 1, o valor será (5)
Se a resposta for 2, o valor será (4)
Se a resposta for 3, o valor será (3)
Se a resposta for 4, o valor será (2)
Se a resposta for 5, o valor será (1)

Fase 2: Cálculo do Raw Scale
Nesta fase você irá transformar o valor das questões anteriores em notas de 8 domínios que
variam de 0 (zero) a 100 (cem), onde 0 = pior e 100 = melhor para cada domínio. É chamado
de raw scale porque o valor final não apresenta nenhuma unidade de medida.
Domínio:
• Capacidade funcional
• Limitação por aspectos físicos
• Dor
• Estado geral de saúde
• Vitalidade
• Aspectos sociais

47

• Aspectos emocionais
• Saúde mental

Para isso você deverá aplicar a seguinte fórmula para o cálculo de cada domínio:
Domínio:
Valor obtido nas questões correspondentes – Limite inferior x 100
Variação (Score Range)
Na fórmula, os valores de limite inferior e variação (Score Range) são fixos e estão
estipulados na tabela abaixo.
Domínio

Pontuação das questões
correspondidas

Limite
inferior

Variação

Capacidade funcional

03

10

20

Limitação por aspectos
físicos

04

4

4

Dor

07 + 08

2

10

Estado geral de saúde

01 + 11

5

20

Vitalidade

09 (somente os itens a + e + g + i)

4

20

Aspectos sociais

06 + 10

2

8

Limitação por aspectos
emocionais

05

3

3

Saúde mental

09 (somente os itens b + c + d + f + h)

5

25

Exemplos de cálculos:
• Capacidade funcional (ver tabela)
Domínio: Valor obtido nas questões correspondentes – limite inferior x 100
Variação (Score Range)
Ex.: Capacidade funcional: 21 – 10 x 100 = 55
20
O valor para o domínio capacidade funcional é 55, em uma escala que varia de 0 a 100, onde
o zero é o pior estado e cem é o melhor.

48

• Dor (ver tabela)
- Verificar a pontuação obtida nas questões 07 e 08; por exemplo: 5,4 e 4, portanto somandose as duas, teremos: 9,4
- Aplicar fórmula:
Domínio: Valor obtido nas questões correspondentes – limite inferior x 100
Variação (Score Range)
Ex.: Dor: 9,4 – 2 x 100 = 74
10
O valor obtido para o domínio dor é 74, numa escala que varia de 0 a 100, onde zero é o pior
estado e cem é o melhor.
Assim, você deverá fazer o cálculo para os outros domínios, obtendo oito notas no final, que
serão mantidas separadamente, não se podendo soma-las e fazer uma média.
Obs.: A questão número 02 não faz parte do cálculo de nenhum domínio, sendo utilizada
somente para se avaliar o quanto o indivíduo está melhor ou pior comparado a um ano atrás.
Se algum item não for respondido, você poderá considerar a questão se esta tiver sido
respondida em 50% dos seus itens.

49

ANEXO B – VERSÃO BRASILEIRA DA MINI ENTREVISTA
NEUPSIQUIÁTRICA INTERNACIONAL (MINI 7.0.2)

M.I.N.I.
MINI ENTREVISTA NEUROPSIQUIÁTRICA INTERNACIONAL

Portuguese for Brazil Version 7.0.2

Para
DSM-5

Copyright © 1992-2016 Sheehan DV
Todos os direitos são reservados. Este documento não pode ser reproduzido, todo ou em parte, ou cedido de
qualquer forma, eletrônica ou mecânica, incluindo fotocópias, nem armazenado em sistema informático, sem
a autorização escrita prévia do Dr. Sheehan. Pesquisadores, clínicos e estudantes que trabalham em
instituições públicas e entidades não lucrativas (como universidades, hospitais, organismos governamentais)
podem fotocopiar o M.I.N.I. para utilização no contexto estrito de suas atividades clínicas e de investigação,
mas não para uso institucional, nem qualquer outro que gere lucros financeiros. Qualquer utilização
envolvendo ganho financeiro exigirá um contrato de licenciamento do detentor dos direitos autorais e o
pagamento de uma taxa de licença por uso.
AVISO
Nosso objetivo é de auxiliar a avaliação e o acompanhamento de pacientes com maior eficiência e precisão. Antes que qualquer
ação seja tomada em relação à informação coletada e processada por este programa, esta deve ser revisada e interpretada por um
clínico autorizado.
Esse programa não foi desenvolvido e não se destina a substituir uma avaliação médica e psiquiátrica completa efetuada por um
clínico - psiquiatra qualificado e autorizado. Ele se destina apenas a ser uma ferramenta que facilita a coleta e o processamento de
dados confiáveis relativos aos sintomas obtidos por uma equipe treinada. Não é um teste diagnóstico.

M.I.N.I. 7.0.2 (August 8, 2016) (8/8/16)
M.I.N.I. - Brazil/Portuguese - Version of 29 Aug 17 - Mapi.
ID060137 / M.I.N.I.7.0.2_AU1.1_por-BR.doc

Nome do(a) paciente:
Data de nascimento:
Nome do(a) entrevistador(a):
Data da entrevista:

A

Número do(a) paciente:
Hora do fim da entrevista:

Duração total da entrevista:
PREENCHE
CRITÉRIOS

MÓDULOS

PERÍODOS EXPLORADOS

EPISÓDIO DEPRESSIVO MAIOR

Atual (2 últimas semanas)
Passado
Recorrente





TRANSTORNO DEPRESSIVO MAIOR

Atual (2 últimas semanas)
Passado
Recorrente





SUICIDALIDADE

Atual (último mês)
Tentativa ao longo da
vida



CID-10-CM



B

50

Hora do início da entrevista:

DIAGNÓSTICO
PRINCIPAL



F32.x
F32.x
F33.x






  Leve  Moderada  Elevada


TRANSTORNO DE COMPORTAMENTO SUICIDA

Atual
Em remissão recente




EPISÓDIO MANÍACO

Atual
Passado




EPISÓDIO HIPOMANÍACO

Atual
Passado


  Não Explorado

TRANSTORNO BIPOLAR TIPO I

Atual
Passado




(durante o último ano)
(1 - 2 anos atrás)







C







F31.0-‐F31.76
F31.0-‐F31.76



TRANSTORNO BIPOLAR TIPO I COM SINTOMAS
PSICÓTICOS



Atual



F31.2/31.5/F31.64



Passado



F31.2/31.5/F31.64



F31.81
F31.81






TRANSTORNO BIPOLAR TIPO II



Atual
Passado




Atual



F31.89



Passado



F31.89



F41.0
F40.0





F40.00



F40.10



F42.2



F43.10



F10.10/F10.20





OUTRO TRANSTORNO BIPOLAR ESPECIFICADO E
TRANSTORNO ASSOCIADO





D

TRANSTORNO DE PÂNICO

Atual (último mês)
Ao longo da vida





E

AGORAFOBIA

Atual



F

TRANSTORNO DE ANSIEDADE SOCIAL (fobia social)

Atual (último mês)



G

TRANSTORNO OBSESSIVO-COMPULSIVO

Atual (último mês)














H

TRANSTORNO DE ESTRESSE PÓS-TRAUMÁTICO



Atual (último mês)



I

TRANSTORNO POR USO DE ÁLCOOL



12 últimos meses



J

TRANSTORNO POR USO DE SUBSTÂNCIAS (não
alcoólicas)



12 últimos meses



M.I.N.I. 7.0.2 (August 8, 2016) (8/8/16)
M.I.N.I. - Brazil/Portuguese - Version of 29 Aug 17 - Mapi.
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


2



F11.10/F11.20-F19.20



QUALQUER TRANSTORNO PSICÓTICO

Atual
Ao longo da vida




F20.81-F29
F20.81-F29


51

TRANSTORNO DEPRESSIVO MAIOR COM
SINTOMAS PSICÓTICOS

Atual
Passado




F32.3/F33.3
F32.3/F33.3




TRANSTORNO BIPOLAR TIPO I COM SINTOMAS
PSICÓTICOS

Atual
Passado




F31.2/F31.5/F31.64
F31.2/F31.5/F31.64




ANOREXIA NERVOSA

Atual (últimos 3 meses)



F50.01/F50.02



M BULIMIA NERVOSA

Atual (últimos 3 meses)



F50.2



MB TRANSTORNO DA COMPULSÃO ALIMENTAR
PERIÓDICA

Atual (últimos 3 meses)



F50.81



N

TRANSTORNO DE ANSIEDADE GENERALIZADA

Atual (últimos 6 meses)



F41.1



O

CAUSAS MÉDICAS, ORGÂNICAS OU INDUZIDAS POR
SUBSTÂNCIAS/MEDICAMENTOS DESCARTADAS

P

TRANSTORNO DE PERSONALIDADE ANTISSOCIAL Ao longo da vida

K











L













 Não




 Sim

 Não determinado

F60.2



IDENTIFICAR O DIAGNÓSTICO PRINCIPAL MARCANDO O ESPAÇO APROPRIADO.
(Qual é o problema que mais incomoda você ou que predomina sobre os outros ou que apareceu primeiro no seu histórico?)

M.I.N.I. 7.0.2 (August 8, 2016) (8/8/16)
M.I.N.I. - Brazil/Portuguese - Version of 29 Aug 17 - Mapi.
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3






INSTRUÇÕES GERAIS

52

O M.I.N.I. foi desenvolvido como uma entrevista estruturada breve, que explora os principais transtornos psiquiátricos do DSM-5 e
da CID-10. Estudos de validação e de confiabilidade foram efetuados comparando o M.I.N.I. ao SCID-P, para a versão DSM-III-R, e ao
CIDI (entrevista estruturada desenvolvida pela Organização Mundial da Saúde). Os resultados desses estudos demonstram que o
M.I.N.I. tem confiabilidade e validade comparáveis, mas pode ser aplicado num período de tempo muito mais curto (média 18,7 ±
11,6 minutos, mediana 15 minutos) que os instrumentos supracitados. Pode ser utilizado por clínicos, após um treinamento breve.
Os entrevistadores não clínicos necessitam de uma formação mais extensiva.
ENTREVISTA:
Com o objetivo que a entrevista seja a mais curta possível, informe ao paciente que você vai conduzir uma entrevista clínica
mais estruturada do que de hábito, com perguntas bastante precisas sobre problemas psicológicos que requerem respostas
sim ou não.
FORMATO GERAL:
O M.I.N.I. está dividido em módulos identificados por letras, cada um correspondendo a uma categoria diagnóstica.
 No início de cada um dos módulos diagnósticos (exceto o que explora os sintomas psicóticos), uma ou várias perguntaschave que correspondem aos critérios principais do transtorno são apresentadas num quadro com fundo acinzentado.
 No final de cada módulo, um ou vários quadros diagnósticos permitem ao clínico indicar se os critérios de diagnóstico
foram ou não preenchidos.
CONVENÇÕES:
As frases escritas em “letra minúscula” devem ser lidas, exatamente como estão escritas, para o paciente de modo a
padronizar a avaliação dos critérios diagnósticos.
As frases escritas em “MAIÚSCULAS” não devem ser lidas para o paciente. São instruções destinadas ao entrevistador que
auxiliam a avaliação dos algoritmos diagnósticos.
As frases escritas em “negrito” indicam o período de tempo a explorar. O entrevistador deve lê-las tantas vezes quanto
necessário. Somente os sintomas presentes durante o período explorado devem ser levados em conta ao avaliar as
respostas.
As respostas com uma seta sobreposta () indicam que um dos critérios necessários ao estabelecimento do diagnóstico ou
diagnósticos não foi preenchido. Nesse caso, o entrevistador deve ir diretamente para o fim do módulo, assinalar “NÃO”
nos quadros diagnósticos correspondentes e passar para o módulo seguinte.
Quando os termos são separados por uma barra (/), o entrevistador deve ler apenas os sintomas apresentados pelo
paciente (por exemplo, perguntas J2b ou K6b).
As frases entre (parêntesis) são exemplos clínicos do sintoma. Elas podem ser lidas para o paciente, de modo a clarificar a
pergunta.
INSTRUÇÕES PARA PONTUAÇÃO:
Todas as perguntas feitas devem ser pontuadas. A pontuação deve ser feita à direita de cada uma das perguntas, fazendo
um círculo em torno da resposta do entrevistado, seja “SIM” ou “NÃO”. O julgamento clínico do entrevistador deve ser
utilizado para assinalar as respostas. Os entrevistadores devem ser sensíveis à diversidade cultural ao fazer as perguntas e
ao pontuar as respostas. Quando necessário, o entrevistador deve pedir exemplos para assegurar uma avaliação correta. O
paciente deve ser encorajado a pedir esclarecimento para todas as perguntas que não estejam totalmente claras.
O clínico deve se assegurar de que cada uma das dimensões da pergunta foi, de fato, considerada pelo paciente na sua
resposta (por exemplo, os critérios de duração, de frequência, de gravidade e as alternativas “e / ou”).
No M.I.N.I., os sintomas mais provavelmente imputáveis a uma doença física ou ao uso de medicamentos, substância ou
álcool não devem ser assinalados como positivo. O M.I.N.I. apresenta perguntas que investigam esses problemas.
Para qualquer pergunta, sugestão, sessões de treinamento ou informações sobre atualizações do M.I.N.I., favor contatar:
David V Sheehan, M.D., M.B.A.
University of South Florida College of Medicine
tel: +1 813-956-8437
e-mail: dsheehan@health.usf.edu
Para licença, autorização ou dúvidas, entre em contato com: davidvsheehan@gmail.com

M.I.N.I. 7.0.2 (August 8, 2016) (8/8/16)
M.I.N.I. - Brazil/Portuguese - Version of 29 Aug 17 - Mapi.
ID060137 / M.I.N.I.7.0.2_AU1.1_por-BR.doc

4

A. EPISÓDIO DEPRESSIVO MAIOR

53

( SIGNIFICA: IR DIRETAMENTE AO QUADRO DIAGNÓSTICO, CIRCULAR NÃO E PASSAR PARA O MÓDULO SEGUINTE)

A1

a

Você alguma vez se sentiu deprimido(a) ou desanimado(a), ou se sentiu triste, vazio(a) ou sem
esperança durante a maior parte do dia, quase todos os dias durante duas semanas?

NÃO

SIM

SE NÃO, ASSINALAR NÃO PARA A1b. SE SIM, PERGUNTAR:

A2

b

Nas duas últimas semanas, você se sentiu deprimido(a) ou desanimado(a), ou se sentiu
triste, vazio(a) ou sem esperança durante a maior parte do dia, quase todos os dias?

NÃO

SIM

a

Você alguma vez teve, durante 2 semanas, muito menos interesse pela maioria das coisas ou
foi muito menos capaz de aproveitar as coisas das quais gostava habitualmente?

NÃO

SIM

Nas duas últimas semanas, você teve, durante a maior parte do tempo, muito menos
interesse pela maioria das coisas ou foi muito menos capaz de aproveitar as coisas das
quais gostava habitualmente?

NÃO

SIM

A1a OU A2a FOI ASSINALADA SIM?

NÃO

SE NÃO, ASSINALAR NÃO PARA A2b. SE SIM, PERGUNTAR:
b

A3


SIM

SE A1b OU A2b = SIM: EXPLORAR O EPISÓDIO ATUAL E O EPISÓDIO PASSADO MAIS SINTOMÁTICO, CASO CONTRÁRIO,
SE A1b E A2b = NÃO: EXPLORAR SOMENTE O EPISÓDIO PASSADO MAIS SINTOMÁTICO
Durante essas duas semanas, quando você se sentia deprimido(a) ou sem interesse pela maioria das coisas:
2 últimas
Episódio
semanas
passado
a

O seu apetite diminuiu ou aumentou quase todos os dias? O seu peso aumentou ou
diminuiu sem que o tenha desejado (isto é, variação de ±5% ao longo do mês ou ±8 lb
ou ±3,5 kg para uma pessoa de 160 lb/70 kg)?

NÃO

SIM

NÃO

SIM

SE SIM EM QUALQUER UMA, ASSINALAR SIM.

b

Você teve problemas de sono quase todas as noites (dificuldade em pegar no sono,
acordar no meio da noite ou muito cedo, ou dormir demais)?

NÃO

SIM

NÃO

SIM

c

Você falou ou se movimentou mais lentamente que de costume ou se sentiu agitado(a),
irrequieto(a) ou teve dificuldade em ficar sentado(a) quieto(a) quase todos os dias?
Alguém notou isso?

NÃO

SIM

NÃO

SIM

d

Você se sentiu cansado(a) ou sem energia quase todos os dias?

NÃO

SIM

NÃO

SIM

e

Você se sentiu sem valor ou culpado(a) quase todos os dias?

NÃO

SIM

NÃO

SIM

SE SIM, PEDIR EXEMPLOS. OBSERVE DELÍRIOS DE FALHA, INADEQUAÇÃO, CULPA OU RUÍNA, OU NECESSIDADE
DE PUNIÇÃO OU DELÍRIO DE DOENÇA OU MORTE OU DELÍRIOS NIILISTAS OU SOMÁTICOS.
Episódio atual
 Não  Sim
OS EXEMPLOS SÃO COERENTES COM UMA IDEIA DELIRANTE.
Episódio passado
 Não  Sim

f

Você teve dificuldade em se concentrar, pensar ou em tomar decisões quase todos os
dias?

NÃO

SIM

NÃO

SIM

g

Você pensou repetidamente sobre a morte (MEDO DE MORRER NÃO CONTA AQUI), ou teve
pensamentos sobre se matar, ou teve qualquer intenção ou plano de se matar? Você
tentou suicídio?

NÃO

SIM

NÃO

SIM

NÃO

SIM

NÃO

SIM

NÃO

SIM

SE SIM EM QUALQUER UMA, ASSINALAR SIM.

A4

Esses sintomas causaram sofrimento ou problemas significativos em casa, no trabalho,
na escola, socialmente, em seus relacionamentos ou de qualquer outra maneira
importante e significam uma mudança no seu desempenho anterior?

A5

Entre 2 episódios de depressão, você alguma vez teve um intervalo de pelo menos 2 meses
sem nenhuma depressão importante ou nenhuma perda de interesse importante?

M.I.N.I. 7.0.2 (August 8, 2016) (8/8/16)
M.I.N.I. - Brazil/Portuguese - Version of 29 Aug 17 - Mapi.
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5

N/A

54
HÁ PELO MENOS 5 RESPOSTAS (A1-A3) SIM E A4 FOI ASSINALADA SIM PARA ESSE
PERÍODO EXPLORADO?

“DESCARTAR CAUSA ORGÂNICA (SUMÁRIO DE O2)” FOI ASSINALADA SIM?
ESPECIFICAR SE O EPISÓDIO É ATUAL E/OU PASSADO.
SE A5 FOI ASSINALADA SIM, ASSINALAR SIM PARA RECORRENTE.

a

Quantos episódios de depressão você teve ao longo de sua vida?

______________

Entre cada episódio deve haver pelo menos 2 meses sem nenhuma depressão importante.

M.I.N.I. 7.0.2 (August 8, 2016) (8/8/16)
M.I.N.I. - Brazil/Portuguese - Version of 29 Aug 17 - Mapi.
ID060137 / M.I.N.I.7.0.2_AU1.1_por-BR.doc

SIM

EPISÓDIO DEPRESSIVO
MAIOR

E

A6

NÃO

6

ATUAL
PASSADO
RECORRENTE

B. SUICIDALIDADE

55
Pontos

Durante o último mês, você:
B1

Sofreu algum acidente? Isso inclui tomar muito remédio acidentalmente.
SE RESPOSTA NÃO PARA B1, PASSAR PARA B2. SE RESPOSTA SIM, PERGUNTAR B1a:

NÃO

SIM

0

B1 a Planejou ou teve a intenção de se machucar em algum acidente, quer seja não evitando um risco
ou de propósito?
SE RESPOSTA NÃO PARA B1a, PASSAR PARA B2. SE RESPOSTA SIM, PERGUNTAR B1b:

NÃO

SIM

0

B1 b Pretendeu morrer como resultado de um acidente?

NÃO

SIM

0

B2

Pensou (mesmo que por um momento) que seria melhor estar morto(a) ou desejou estar
morto(a) ou precisava estar morto(a)?

NÃO

SIM

1

B3

Pensou (mesmo que por alguns momentos) em se machucar ou se ferir ou se acidentar
- com pelo menos alguma intenção ou consciência de que, como resultado, você poderia morrer
- ou pensou em suicídio (ou seja, se matar)?

NÃO

SIM

6

SE NÃO PARA B2 + B3, PASSAR PARA B4. CASO CONTRÁRIO, PERGUNTAR:
Frequência

Intensidade

De vez em quando
Frequentemente
Quase sempre

Leve
Moderada
Grave

B4

Ouvia vozes dizendo para se matar ou tinha sonhos com qualquer conteúdo suicida?
 ouvia uma voz ou várias
 acontecia num sonho?
SE a resposta for SIM, marque
um ou ambos:
vozes?

NÃO

SIM

4

B5

Tinha um método de suicídio em mente (isto é, como se matar)?

NÃO

SIM

8

B6

Tinha um meio de suicídio em mente (isto é, com o que se matar)?

NÃO

SIM

8

B7

Tinha um local de suicídio em mente (isto é, onde se matar)?

NÃO

SIM

8

B8

Tinha uma data/período em mente (isto é, quando se matar)?

NÃO

SIM

8

B9

Pensou em alguma tarefa que gostaria de terminar antes de tentar se matar?
(como escrever um bilhete de suicídio)

NÃO

SIM

8

B10

Pretendeu executar os planos de se matar?
SE a resposta for SIM, marque  pretendeu executar os planos de se matar naquele
um ou ambos:
momento?
 pretendeu executar os planos de se matar futuramente?

NÃO

SIM

8

B11

Pretendeu morrer como resultado de um ato suicida?
SE a resposta for SIM, marque  você pretendia morrer se suicidando naquele momento?
um ou ambos:
 você pretendia morrer se suicidando em algum momento
futuramente?

NÃO

SIM

8

B12

Sentiu a necessidade ou o impulso de se matar ou planejar se matar antes que o inicialmente
planejado?
 isso significava se matar?
 isso significava planejar se
SE a resposta for SIM,
marque um ou ambos:
matar?
 isso, em grande parte, não
 isso foi intencional?
SE a resposta for SIM,
marque um ou ambos:
foi intencional?

NÃO

SIM

8

AO AVALIAR SE ISSO, EM GRANDE PARTE, NÃO FOI INTENCIONAL, PERGUNTE: “5 minutos antes
desse impulso, você poderia prever que isso ocorreria naquele momento?”
SE B12 FOR NÃO, PASSAR PARA B14.
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7
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B13

Teve dificuldade de resistir a esses impulsos?

NÃO

SIM

B14

Tomou alguma iniciativa para preparar uma tentativa de suicídio na qual esperava ou tinha a
intenção de morrer (incluindo qualquer coisa feita ou não propositadamente que faça com que
chegue mais perto de tentar se suicidar)? Isso inclui as vezes em que você ia se matar, mas foi
interrompido(a) ou parou por vontade própria antes que se fizesse algum mal.
SE B14 FOR NÃO, PASSAR PARA B15.

8 56

NÃO

SIM

B14 a Tomou alguma iniciativa para se preparar para se matar, mas não deu início à tentativa de
suicídio?

NÃO

SIM

9

B14 b Tomou alguma iniciativa para se preparar para se matar, mas parou por vontade própria pouco
antes que se fizesse algum mal (“abortou a preparação”)?

NÃO

SIM

10

B14 c Tomou alguma iniciativa para se preparar para se matar, mas alguém ou algo interrompeu você
pouco antes que se fizesse algum mal (“a preparação foi interrompida”)?

NÃO

SIM

11

B15

Machucou-se de propósito sem intenção de se matar?
(B15 NÃO É CONSIDERADA COMO UM COMPORTAMENTO SUICIDA)

NÃO

SIM

0

B16

Tentou se suicidar (se matar)?
SE B16 FOR NÃO, PASSAR PARA B17.

NÃO

SIM

B16 a Deu início a uma tentativa de suicídio (para se matar), mas parou por conta própria
e não terminou a tentativa?

NÃO

SIM

12

B16 b Deu início a uma tentativa de suicídio (para se matar), mas foi interrompido(a)
e não terminou a tentativa?

NÃO

SIM

13

B16 c Você já fez alguma tentativa de suicídio (tentou se matar), exatamente como pretendia?
Uma tentativa de suicídio significa que você fez alguma coisa que poderia causar lesão, com ao
menos uma pequena intenção de morrer.
SE B16c FOR NÃO, PASSAR PARA B17:

NÃO

SIM

14

NÃO

SIM

4

Esperou ser socorrido(a) / sobreviver
Esperou / pretendeu morrer
B17

TEMPO GASTO DIARIAMENTE COM IMPULSOS, PENSAMENTOS OU AÇÕES SUICIDAS:
Tempo habitual gasto por dia:
____ horas ____ minutos.
Tempo mínimo gasto por dia:
____ horas ____ minutos.
Tempo máximo gasto por dia:
____ horas ____ minutos.
Ao longo da sua vida:

B18

Você já fez alguma tentativa de suicídio (tentou se matar)?
Se a resposta for SIM, quantas vezes? ____________
Se a resposta for SIM, quando foi a última tentativa de suicídio?
Atual: durante os últimos 12 meses
Em remissão recente: entre 12 e 24 meses atrás
Em remissão: mais de 24 meses atrás

“Uma tentativa de suicídio é um comportamento autolesivo, com ao menos alguma intenção (> 0) de morrer como resultado
da ação. A evidência que a pessoa tinha a intenção de se matar, ao menos até certo grau, pode ser explícita ou inferida do
comportamento ou circunstância. Por exemplo, é definido como tentativa de suicídio se é óbvio que não é um acidente ou se
a pessoa pensa que o ato poderia ser fatal, mesmo negando a intenção.” (Documento FDA Guidance for Industry Suicidal
Ideation and Behavior 2012 e definição C-CASA.) Posner K et al. Am J Psychiatry 2007; 164 (7): 1035-1043 &
http://www.fda.gov/Drugs/GuidanceComplianceRegulatoryInformation/Guidances/default.htm/

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8

B19

57

Qual é a probabilidade de você tentar se matar nos próximos 3 meses numa escala de 0 a 100%
QUALQUER PROBABILIDADE > 0% NA B19 DEVE SER ASSINALADA SIM

PELO MENOS 1 DAS PERGUNTAS ACIMA (EXCETO B1) FOI ASSINALADA SIM?
SE SIM, SOMAR O TOTAL DE PONTOS PARA AS RESPOSTAS (B1 A B19) ASSINALADAS “SIM”
E ESPECIFICAR O RESULTADO DA SUICIDALIDADE COMO INDICADO NO QUADRO
DIAGNÓSTICO:
INDICAR SE A SUICIDALIDADE É ATUAL (ÚLTIMO MÊS) OU UMA TENTATIVA AO LONGO DA
VIDA OU AMBAS, ASSINALANDO AS CAIXAS APROPRIADAS OU DEIXANDO UMA DELAS OU
AMBAS SEM ASSINALAR.
ATUAL = QUALQUER RESPOSTA POSITIVA DE B1a ATÉ B16c (EXCETO B15) OU QUALQUER
TEMPO GASTO EM B17.
TENTATIVA AO LONGO DA VIDA = B18 ASSINALADA SIM.
PROBABILIDADE EM UM FUTURO PRÓXIMO = B19 ASSINALADA SIM.
FAZER QUALQUER COMENTÁRIO ADICIONAL SOBRE SUA AVALIAÇÃO DA SUICIDALIDADE
ATUAL E EM UM FUTURO PRÓXIMO DESTE PACIENTE NO ESPAÇO ABAIXO:

NÃO

SIM

NÃO

13

SIM

SUICIDALIDADE
1-8 pontos Leve
9-16 pontos Moderada
≥ 17 pontos Elevada
ATUAL
TENTATIVA AO LONGO
DA VIDA
PROBABILIDADE EM UM
FUTURO PRÓXIMO

B18 FOI ASSINALADA SIM?

NÃO

E UMA RESPOSTA SIM PARA

TRANSTORNO DE
COMPORTAMENTO
SUICIDA

O ATO DE SUICÍDIO COMEÇOU QUANDO O PACIENTE NÃO ESTAVA EM ESTADO DE
CONFUSÃO OU DELÍRIO?
E UMA RESPOSTA SIM PARA

Atual
O ATO DE SUICÍDIO FOI COMETIDO SEM FINS POLÍTICOS OU RELIGIOSOS?
SE SIM, ESPECIFICAR SE O TRANSTORNO É ATUAL, EM REMISSÃO RECENTE OU EM
REMISSÃO.

Em remissão
recente
Em remissão

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9

SIM

C. EPISÓDIO MANÍACO E HIPOMANÍACO

58

( SIGNIFICA: IR DIRETAMENTE AOS QUADROS DIAGNÓSTICOS, ASSINALAR NÃO EM CADA UM E PASSAR PARA O MÓDULO SEGUINTE)

Você tem alguma história familiar de doença maníaco-depressiva ou de transtorno
bipolar, ou algum membro da sua família teve mudanças de humor tratadas com
medicação como lítio, valproato de sódio (Depakote) ou lamotrigina (Lamictal)?

NÃO

SIM

NÃO

SIM

ESTA PERGUNTA NÃO É UM CRITÉRIO PARA TRANSTORNO BIPOLAR, MAS É FEITA PARA
AUMENTAR A VIGILÂNCIA DO CLÍNICO EM RELAÇÃO AO RISCO DE TRANSTORNO BIPOLAR.
CASO SIM, ESPECIFICAR QUEM: ___________________________________________________

C1

a

Você alguma vez teve um período em que se sentia ‘pra cima’ ou ‘eufórico(a)’ ou
‘superexcitado(a)’ e tão ativo(a) ou cheio(a) de energia ou se achava superior aos outros
que isso lhe causou problemas ou em que outras pessoas pensaram que você não estava
no seu estado habitual? (Não considerar períodos em que estava sob o efeito de drogas
ou álcool.)
SE O PACIENTE NÃO COMPREENDE OU ESTÁ CONFUSO SOBRE O SIGNIFICADO DE ‘PRA CIMA’
OU ‘EUFÓRICO’ OU ‘SUPEREXCITADO’, EXPLICAR DA SEGUINTE MANEIRA: Por ‘pra cima’,
‘eufórico(a)’ ou ‘superexcitado(a)’, quero dizer: ter humor elevado; aumento de energia ou
aumento de atividade; precisar dormir menos; rapidez do pensamento; estar cheio de ideias;
aumento da produtividade, da motivação, da criatividade ou comportamento impulsivo;
telefonar ou trabalhar excessivamente ou gastar mais dinheiro.
SE NÃO, ASSINALAR NÃO PARA C1b. SE SIM, PERGUNTAR:

C2

b

Você atualmente se sente ‘pra cima’ ou ‘eufórico(a)’ ou ‘superexcitado(a)’ ou cheio(a)
de energia?

NÃO

SIM

a

Você alguma vez esteve constantemente irritável, durante vários dias, se desentendia
ou brigava, verbalmente ou fisicamente, ou gritava com pessoas que não eram de sua
família? Você ou outras pessoas perceberam que você estava mais irritável ou que
reagia além do normal em comparação com outras pessoas, mesmo em situações em
que achava que sua reação se justificava?

NÃO

SIM

Atualmente você se sente irritável o tempo todo?

NÃO

SIM

C1a OU C2a FOI ASSINALADA SIM?

NÃO

SIM

SE NÃO, ASSINALAR NÃO PARA C2b. SE SIM, PERGUNTAR:

b

C3



SE C1b OU C2b = SIM: EXPLORAR O EPISÓDIO ATUAL PRIMEIRO E DEPOIS O EPISÓDIO PASSADO MAIS SINTOMÁTICO. CASO
CONTRÁRIO, SE C1b E C2b = NÃO: EXPLORAR SOMENTE O EPISÓDIO PASSADO MAIS SINTOMÁTICO
AO EXPLORAR O EPISÓDIO ATUAL, COMECE CADA PERGUNTA DA SEGUINTE MANEIRA:
Nos últimos dias, incluindo hoje, quando se sentiu eufórico(a) e cheio(a) de energia ou irritável, você:
AO EXPLORAR O EPISÓDIO PASSADO, COMECE CADA PERGUNTA DA SEGUINTE MANEIRA:
Em um período de alguns dias no passado, quando se sentiu o mais eufórico(a) e cheio(a) de energia ou irritável
possível, você:
Episódio
atual
a

Teve a sensação de que podia fazer coisas que os outros seriam incapazes de fazer ou
que você era alguém especialmente importante? SE SIM, PEDIR EXEMPLOS.
OS EXEMPLOS SÃO COERENTES COM UMA IDEIA
DELIRANTE.

Episódio atual
Episódio passado

 Não
 Não

Episódio
passado

NÃO

SIM

NÃO

SIM

 Sim
 Sim

b

Teve menos necessidade de dormir do que de costume (por exemplo, sentiu-se
repousado(a) com apenas poucas horas de sono)?

NÃO

SIM

NÃO

SIM

c

Falou sem parar ou sentiu uma pressão para ficar falando?

NÃO

SIM

NÃO

SIM

d

Observou seus pensamentos evoluindo muito rápido ou atribulados ou acelerado ou
indo muito rapidamente de um assunto para o outro?

NÃO

SIM

NÃO

SIM

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10

Episódio
atual

C3

Episódio
passado 59

e

Ficava distraído com tanta facilidade que a menor interrupção o(a) fazia perder o fio
daquilo que estava fazendo ou pensando?

NÃO

SIM

NÃO

SIM

f

Teve um aumento significativo da sua atividade ou da sua motivação no trabalho, na
escola, socialmente ou sexualmente ou se tornou fisicamente ou mentalmente
irrequieto(a)?
Esse aumento na atividade pode ter sido com ou sem um propósito.

NÃO

SIM

NÃO

SIM

g

Desejava tanto fazer coisas que lhe pareciam agradáveis que não pensava nos riscos ou
nos problemas que isso poderia causar (por exemplo, gastar demais, dirigir de forma
imprudente, ter um comportamento sexual irresponsável)?

NÃO

SIM

NÃO

SIM

NÃO

SIM

NÃO

SIM













NÃO

SIM

NÃO

SIM

SUMÁRIO: AO PONTUAR O EPISÓDIO ATUAL:
SE C1b É NÃO, HÁ PELO MENOS 4 RESPOSTAS C3, INCLUINDO C3f,
ASSINALADAS SIM?
SE C1b É SIM, HÁ PELO MENOS 3 RESPOSTAS C3, INCLUINDO C3f,
ASSINALADAS SIM?
AO PONTUAR O EPISÓDIO PASSADO:

SE C1a É NÃO, HÁ PELO MENOS 4 RESPOSTAS C3, INCLUINDO C3f,
ASSINALADAS SIM?
SE C1a É SIM, HÁ PELO MENOS 3 RESPOSTAS C3, INCLUINDO C3f,
ASSINALADAS SIM?
ASSINALAR SIM SOMENTE SE 3 OU 4 SINTOMAS ACIMA ACONTECERAM
DURANTE O MESMO PERÍODO EXPLORADO.
REGRA: EXALTAÇÃO/EXPANSIVIDADE EXIGE SOMENTE 3 SINTOMAS C3, ENQUANTO
IRRITABILIDADE SOZINHA REQUER 4 SINTOMAS C3.

C4

Qual foi o tempo mais longo de duração desses sintomas (durante a maior parte do dia,
quase todos os dias)?
AVALIE A DURAÇÃO DESDE O INÍCIO ATÉ O FIM DOS SINTOMAS, NÃO APENAS O PICO.

a)
b)
c)
C5

3 dias consecutivos ou menos
4, 5 ou 6 dias consecutivos ou mais
7 dias consecutivos ou mais

Você foi internado(a) por causa desses problemas?
SE RESPOSTA SIM, ASSINALAR SIM NO EPISÓDIO MANÍACO PARA ESSE PERÍODO
EXPLORADO E PASSAR PARA C7.

C6

Esses sintomas causaram problemas significativos em casa, no trabalho, socialmente,
em seus relacionamentos com outras pessoas, na escola ou de qualquer outra maneira
importante?

NÃO

SIM

NÃO

SIM

C7

Esses sintomas foram associados com uma clara mudança na sua maneira de agir
anterior e isso foi diferente do seu jeito normal de ser?

NÃO

SIM

NÃO

SIM

O SUMÁRIO DE C3 E C7 E (C4c OU C5 OU C6 OU QUALQUER SINTOMA PSICÓTICO DE K1
ATÉ K8) FORAM ASSINALADOS SIM?

“DESCARTAR CAUSA ORGÂNICA (SUMÁRIO DE O2)” FOI ASSINALADA SIM?
ESPECIFICAR SE O EPISÓDIO É ATUAL E / OU PASSADO.

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SIM

EPISÓDIO MANÍACO

E

M.I.N.I. 7.0.2 (August 8, 2016) (8/8/16)

NÃO

11

ATUAL
PASSADO




60
O SUMÁRIO DE C3 FOI ASSINALADO SIM E C5 E C6 FORAM ASSINALADAS NÃO E C7 FOI
ASSINALADA SIM E C4b OU C4c FORAM ASSINALADAS SIM?
E
“DESCARTAR CAUSA ORGÂNICA (SUMÁRIO DE O2)” FOI ASSINALADA SIM?
E
TODOS OS SINTOMAS PSICÓTICOS DE K1 ATÉ K8 FORAM ASSINALADOS NÃO?

EPISÓDIO HIPOMANÍACO

ATUAL

 NÃO
 SIM

PASSADO

 NÃO
 SIM
 NÃO EXPLORADO

ESPECIFICAR SE O EPISÓDIO É ATUAL E / OU PASSADO.
SE SIM PARA EPISÓDIO MANÍACO ATUAL, ENTÃO ASSINALAR EPISÓDIO HIPOMANÍACO ATUAL
COMO NÃO.
SE SIM PARA EPISÓDIO MANÍACO PASSADO, ENTÃO ASSINALAR EPISÓDIO HIPOMANÍACO
PASSADO COMO NÃO EXPLORADO.

O SUMÁRIO DE C3 E O ITEM C4a FORAM ASSINALADOS SIM E C5 FOI ASSINALADO NÃO?

ESPECIFICAR SE O EPISÓDIO É ATUAL E / OU PASSADO

SINTOMAS HIPOMANÍACOS

ATUAIS

SE SIM PARA EPISÓDIO MANÍACO OU HIPOMANÍACO ATUAL,
ENTÃO ASSINALAR EPISÓDIO HIPOMANÍACO ATUAL COMO NÃO.
SE SIM PARA EPISÓDIO MANÍACO PASSADO OU SIM PARA EPISÓDIO HIPOMANÍACO,
ENTÃO ASSINALAR OS SINTOMAS HIPOMANÍACOS PASSADOS COMO NÃO EXPLORADOS.

C8

 NÃO
 SIM

PASSADOS  NÃO
 SIM
 NÃO EXPLORADOS

a) SE O EPISÓDIO MANÍACO É POSITIVO PARA ATUAL OU PASSADO, PERGUNTAR:
Pelo menos 2 desses episódios (maníacos) duraram 7 dias ou mais (C4c) ao longo de
sua vida (incluindo o episódio atual, caso presente)?

NÃO

SIM

b) SE O EPISÓDIO MANÍACO OU HIPOMANÍACO É POSITIVO PARA ATUAL OU PASSADO,

NÃO

SIM

NÃO

SIM

PERGUNTAR:

Pelo menos 2 desses episódios (hipomaníacos) duraram 4 dias ou mais (C4b) ao longo
de sua vida (incluindo o episódio atual)?
c) SE A CATEGORIA “SINTOMAS HIPOMANÍACOS” PASSADOS ESTIVER ASSINALADA POSITIVA,
PERGUNTAR:

Esses sintomas hipomaníacos que duram somente de 1 a 3 dias (C4a) aconteceram
pelo menos 2 vezes ao longo de sua vida (incluindo o episódio atual, caso presente)?

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12

D. TRANSTORNO DE PÂNICO

61

( SIGNIFICA: IR DIRETAMENTE AO QUADRO DIAGNÓSTICO, ASSINALAR NÃO E PASSAR PARA O MÓDULO SEGUINTE)

 





D1

Você teve, mais de uma vez, crises ou ataques quando se sentiu subitamente ansioso(a),
muito assustado(a), desconfortável ou pouco à vontade, mesmo em
situações em que a maioria das pessoas não se sentiria assim?

NÃO

SIM

 





b

Essas crises atingiam sua intensidade máxima em menos de 10 minutos?

NÃO

SIM

a


D2

Em qualquer momento do passado, alguma dessas crises ou ataques foi imprevisível ou
aconteceu sem que nada o provocasse/sem motivo?

NÃO

SIM

D3

Você alguma vez teve um desses ataques seguido de um mês ou mais de preocupação
constante de ter outro ataque ou de preocupação sobre as consequências do ataque – ou
você efetuou qualquer mudança significativa em seu comportamento por causa dos ataques
(por exemplo, evitando situações estranhas, não querer sair de casa ou fazer compras
sozinho(a), ou fazer coisas para evitar um ataque de pânico, ou ir ao médico com mais
frequência, ou ir ao pronto-socorro repetidamente)?

NÃO

SIM

D4

Durante o pior ataque do qual você se lembra:
a

Você teve palpitações ou o seu coração bateu muito rápido?

NÃO

SIM

b

Você transpirou ou ficou com as mãos úmidas?

NÃO

SIM

c

Você teve tremores ou contrações musculares?

NÃO

SIM

d

Você teve falta de ar ou dificuldade em respirar ou uma sensação de sufocamento?

NÃO

SIM

e

Você teve a impressão de engasgar ou de ter um nó na sua garganta?

NÃO

SIM

f

Você sentiu dor, pressão ou desconforto no peito?

NÃO

SIM

g

Você teve náuseas, problemas de estômago ou diarreia repentina?

NÃO

SIM

h

Você se sentiu tonto(a), com vertigens, cambaleante ou ao ponto de quase desmaiar?

NÃO

SIM

i

Você teve ondas de frio ou de calor?

NÃO

SIM

j

Você teve dormências ou formigamentos?

NÃO

SIM

k

Você teve a impressão de que as coisas à sua volta eram estranhas, irreais, pouco comuns ou
estavam desconectadas, ou você se sentiu fora ou desconectado(a) de todo ou de parte do
seu corpo?

NÃO

SIM

l

Você teve medo de enlouquecer ou de perder o controle?

NÃO

SIM

NÃO

SIM

NÃO

SIM

m Você teve medo de morrer?
D5



D3 E 4 OU MAIS RESPOSTAS EM D4 FORAM ASSINALADAS SIM?

TRANSTORNO
DE PÂNICO AO
LONGO DA VIDA

D6

Durante o último mês, você sentiu uma preocupação constante de ter outro ataque
ou se preocupou com as consequências dos ataques,
ou você mudou seu comportamento de alguma maneira por causa dos ataques?

E
“DESCARTAR CAUSA ORGÂNICA (SUMÁRIO DE O2)” FOI ASSINALADA SIM?
ESPECIFICAR SE O EPISÓDIO É ATUAL E / OU AO LONGO DA VIDA.

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13

SIM
TRANSTORNO DE
PÂNICO ATUAL

NÃO

D5 OU D6 FOI ASSINALADA SIM,

M.I.N.I. 7.0.2 (August 8, 2016) (8/8/16)

NÃO

SIM

TRANSTORNO DE
PÂNICO
AO LONGO DA VIDA
ATUAL




E. AGORAFOBIA

62

( SIGNIFICA: IR DIRETAMENTE AO QUADRO DIAGNÓSTICO, ASSINALAR NÃO E PASSAR PARA O MÓDULO SEGUINTE)

E1

Você se sente ansioso(a) ou pouco à vontade em lugares ou em situações nas quais pode
não haver ajuda ou pode ser difícil escapar se você tiver um ataque de pânico ou
sintomas de pânico ou sintomas que lhe deixem pouco à vontade como:
estar numa multidão ou esperar numa fila,
estar num espaço aberto ou atravessar uma ponte,
estar em um espaço fechado,
ficar sozinho(a) longe de casa ou sozinho(a) em casa,
viajar de ônibus, de trem ou de carro ou utilizar transporte público?

HÁ PELO MENOS 2 SITUAÇÕES CITADAS ACIMA EM E1 ASSINALADAS SIM?

E2

Essas situações quase sempre trazem medo ou ansiedade?

E3

Você tem tanto medo dessas situações que as evita, sente um intenso mal-estar quando
as enfrenta ou precisa estar acompanhado(a) para enfrentá-las?

E4

Este medo ou ansiedade são excessivos ou fora de proporção em relação ao perigo real
da situação?

E5

O ato de evitar, o medo ou a ansiedade persistiram por pelo menos 6 meses?

E6

Esses sintomas causaram sofrimento ou problemas importantes em casa, no trabalho,
socialmente, na escola ou de qualquer outra maneira importante?

E6 FOI ASSINALADA SIM?


NÃO

SIM


NÃO

SIM


NÃO

SIM


NÃO

SIM


NÃO

SIM


NÃO

SIM


NÃO

SIM

NÃO

SIM

AGORAFOBIA
ATUAL

M.I.N.I. 7.0.2 (August 8, 2016) (8/8/16)
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14

F. TRANSTORNO DE ANSIEDADE SOCIAL (fobia social)

63

( SIGNIFICA: IR DIRETAMENTE AO QUADRO DIAGNÓSTICO, ASSINALAR NÃO E PASSAR PARA O MÓDULO SEGUINTE)


F1

Durante o último mês, você teve medo constantemente e sentiu uma grande ansiedade
ao ser observado(a), por ser o centro das atenções ou de ser humilhado(a) ou de se
sentir pouco à vontade ou rejeitado(a)?
Isso inclui coisas como falar em público, comer em público ou com outras pessoas,
escrever com alguém olhando, fazer algo em frente de outras pessoas ou participar de
situações sociais.

NÃO

SIM


NÃO

SIM


NÃO

SIM


NÃO

SIM


NÃO

SIM


NÃO

SIM

EXEMPLOS DE TAIS SITUAÇÕES SOCIAIS NORMALMENTE INCLUEM:
•
COMEÇAR OU MANTER UMA CONVERSA,
•
PARTICIPAR DE PEQUENOS GRUPOS,
•
ENCONTROS AMOROSOS,
•
FALAR COM AUTORIDADES,
•
IR A FESTAS,
•
FALAR EM PÚBLICO,
•
COMER EM FRENTE DE OUTRAS PESSOAS,
•
FAZER ALGO EM FRENTE DE OUTRAS PESSOAS,
•
URINAR EM UM BANHEIRO PÚBLICO, ETC.

F2

Essas situações sociais quase sempre trazem medo ou ansiedade?

F3

Você tem tanto medo dessas situações que as evita, sofre quando as enfrenta ou
precisa estar acompanhado(a) para enfrentá-las?

F4

Esse medo social ou ansiedade é excessivo ou injustificado nessas situações sociais?

F5

O ato de evitar contato social, o medo ou a ansiedade persistiram por pelo menos 6
meses?

F6

Esses medos de interações sociais causaram sofrimentos significativos ou
interferiram em sua capacidade de agir no trabalho, na escola ou socialmente ou
em seus relacionamentos ou de qualquer outra maneira importante?

NÃO
F6 ASSINALADA SIM?
E
“DESCARTAR CAUSA ORGÂNICA (SUMÁRIO DE O2)” FOI ASSINALADA SIM?

OBSERVAÇÃO PARA O CLÍNICO: ESPECIFIQUE SE OS TEMORES DO ENTREVISTADO SE
RESTRINGEM A FALAR OU FAZER ALGO EM PÚBLICO.

M.I.N.I. 7.0.2 (August 8, 2016) (8/8/16)
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15

SIM

TRANSTORNO
DE ANSIEDADE SOCIAL
(fobia social)
ATUAL
RESTRITO SOMENTE AO
DESEMPENHO TAS



G. TRANSTORNO OBSESSIVO-COMPULSIVO

64

( SIGNIFICA: IR DIRETAMENTE AO QUADRO DIAGNÓSTICO, ASSINALAR NÃO E PASSAR PARA O MÓDULO SEGUINTE)

G1

G1

a

b

Durante o último mês, você foi incomodado(a) por pensamentos, impulsos ou imagens
indesejáveis, desagradáveis, inapropriados, intrusivos ou angustiantes que voltavam
repetidamente à sua mente, mesmo não querendo?
(Por exemplo, a ideia de que estava sujo(a), contaminado(a) ou que tinha micróbios ou
medo de contaminar os outros ou medo de agredir alguém mesmo se isso o(a) incomoda
ou causa sofrimento ou medo de agir impulsivamente ou medo ou superstição de ser
responsável por coisas ruins ou obsessões com pensamentos, imagens ou impulsos
sexuais, ou obsessões religiosas.)

NÃO

Durante o último mês, você tentou eliminar esses pensamentos, impulsos ou imagens ou
tentou neutralizar ou reduzi-los com algum outro tipo de pensamento ou ação?

NÃO

SIM



PASSAR
PARA G3a

SIM



PASSAR
PARA G3a

(NÃO LEVAR EM CONSIDERAÇÃO PREOCUPAÇÕES EXCESSIVAS COM PROBLEMAS DA VIDA
COTIDIANA. NÃO LEVAR EM CONSIDERAÇÃO OBSESSÕES DIRETAMENTE LIGADAS A
COLECIONISMO, TRICOTILOMANIA, ESCORIAÇÃO NEURÓTICA, TRANSTORNO DISMÓRFICO
CORPORAL, TRANSTORNOS ALIMENTARES, DESVIOS SEXUAIS, JOGO PATOLÓGICO, ABUSO DE
SUBSTÂNCIAS OU ÁLCOOL, PORQUE O PACIENTE PODE TER PRAZER COM ESSAS EXPERIÊNCIAS E
DESEJAR RESISTIR A ELAS APENAS POR SUAS CONSEQUÊNCIAS NEGATIVAS.)

G2

Esses pensamentos, impulsos ou imagens voltavam repetidamente à sua mente mesmo
quando você tentava resistir, ignorá-los ou se livrar deles?

NÃO

SIM
obsessões

G3

a

No último mês, você se sentiu compelido(a) a fazer certas coisas sem parar, em resposta
a uma obsessão ou a uma regra rigorosa, como lavar ou limpar muitas vezes, contar ou
verificar as coisas sem parar ou repetir, arrumar as coisas ou fazer outros rituais
supersticiosos?

NÃO

SIM

G3

b

Esses rituais são feitos para evitar ou reduzir a ansiedade ou a angústia ou para evitar
que coisas ruins aconteçam e são excessivos ou irrazoáveis?

NÃO

SIM
compulsões


(G1a E G1b E G2) OU (G3a E G3b) FORAM ASSINALADAS SIM?

G4

No último mês, esses pensamentos obsessivos e/ou esses comportamentos
compulsivos causaram sofrimento significativo ou interferiram na sua capacidade de
agir em casa, no trabalho, na escola, socialmente, em seus relacionamentos ou de
qualquer outra maneira importante ou levaram mais do que uma hora por dia?
E
“DESCARTAR CAUSA ORGÂNICA (SUMÁRIO DE O2)” FOI ASSINALADA SIM?
(VERIFIQUE QUALQUER SINTOMA OBSESSIVO-COMPULSIVO INICIADO EM 3 SEMANAS
APÓS UMA INFECÇÃO)

NÃO

SIM

NÃO

SIM
TOC
ATUAL

INSIGHT:
BOM OU RAZOÁVEL 
FRACO

AUSENTE

CRENÇAS
DELIRANTES


ESPECIFICAR O NÍVEL DO INSIGHT E SE O EPISÓDIO É RELACIONADO A TIQUE.
RELACIONADO
A TIQUE

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16



H. TRANSTORNO DE ESTRESSE PÓS-TRAUMÁTICO

65

( SIGNIFICA: IR DIRETAMENTE AO QUADRO DIAGNÓSTICO, ASSINALAR NÃO E PASSAR PARA O MÓDULO SEGUINTE)


H1

Você alguma vez viveu ou foi testemunha ou teve que enfrentar um acontecimento
extremamente traumático, no decorrer do qual morreram pessoas, ou você e/ou outros
foram ameaçados de morte ou foram gravemente feridos ou sofreram violência sexual?
EXEMPLOS DE EVENTOS TRAUMÁTICOS: ACIDENTES GRAVES, AGRESSÃO FÍSICA OU SEXUAL,
ATENTADO, SEQUESTRO, RAPTO, INCÊNDIO, DESCOBERTA DE CADÁVER, GUERRA, CATÁSTROFE
NATURAL, TESTEMUNHAR MORTE VIOLENTA OU SÚBITA DE UMA PESSOA CONHECIDA OU
DOENÇA MORTAL.

H2

Após o acontecimento traumático, você começou a reviver repetidamente esse evento
de uma maneira angustiante e indesejável (como sonhos recorrentes relacionados ao
evento, recordações ou lembranças intensas, flashbacks ou como se estivesse
acontecendo novamente) ou você teve reações físicas ou psicológicas quando lembrou
sobre o evento ou quando exposto(a) a uma situação similar?

H3

Durante o último mês:

NÃO

SIM


NÃO

SIM

a

Você tentou constantemente evitar pensar ou lembrar de detalhes ou sentimentos
angustiantes relacionados ao acontecimento?

NÃO

SIM

b

Você tentou constantemente evitar pessoas, conversas, lugares, situações, atividades ou
coisas que trazem de volta lembranças angustiantes sobre o acontecimento?

NÃO

SIM


HÁ PELO MENOS 1 RESPOSTA EM H3 ASSINALADAS SIM?
H4

NÃO

SIM

Durante o último mês:
a

Você teve dificuldade em lembrar alguma parte importante do trauma?
(mas não por causa ou relacionado a trauma de crânio, álcool ou drogas).

NÃO

SIM

b

Você foi negativo(a) sobre si mesmo(a) ou sobre outras pessoas ou sobre o mundo de
forma constante e injustificada?

NÃO

SIM

c

Você constantemente se culpava ou culpava os outros de forma injustificada pelo
trauma?

NÃO

SIM

d

Seus sentimentos sempre foram negativos (como medo, horror, raiva, culpa ou vergonha)?

NÃO

SIM

e

Você se interessou muito menos em participar de atividades que eram importantes para
você antes?

NÃO

SIM

f

Você se sentiu desligado(a) de tudo ou alheio(a) em relação aos outros?

NÃO

SIM

g

Você foi incapaz de sentir qualquer bom sentimento (como felicidade, satisfação ou
sentimentos amorosos)?

NÃO

SIM




HÁ PELO MENOS 2 RESPOSTAS EM H4 ASSINALADAS SIM?
H5

NÃO

SIM

Durante o último mês:
a

Você esteve particularmente irritável ou teve explosões de raiva com pequenas
provocações ou mesmo sem elas?

NÃO

SIM

b

Você esteve mais imprudente ou autodestrutivo?

NÃO

SIM

c

Você esteve mais nervoso(a) ou constantemente na defensiva?

NÃO

SIM

d

Você ficou sobressaltado(a) mais facilmente?

NÃO

SIM

e

Você teve mais dificuldade para se concentrar?

NÃO

SIM

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17

f

Você teve mais dificuldade para dormir?

NÃO

SIM


HÁ PELO MENOS 2 RESPOSTAS SIM EM H5?

NÃO

66

SIM


H6

Todos esses problemas começaram após o acontecimento traumático e duraram mais de
um mês?

H7

Durante o último mês, esses problemas causaram sofrimento significativo ou
interferiram em sua capacidade de agir em casa, no trabalho, na escola, socialmente,
em seus relacionamentos ou de qualquer outra maneira importante?
E
“DESCARTAR CAUSA ORGÂNICA (SUMÁRIO DE O2)” FOI ASSINALADA SIM?
ESPECIFICAR SE A CONDIÇÃO ESTÁ ASSOCIADA COM DESPERSONALIZAÇÃO,
DESREALIZAÇÃO OU COM MANIFESTAÇÃO TARDIA.

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18

NÃO

NÃO

SIM

SIM

TRANSTORNO DE ESTRESSE
PÓS-TRAUMÁTICO
ATUAL
COM
DESPERSONALIZAÇÃO 
DESREALIZAÇÃO

MANIFESTAÇÃO TARDIA 

I. TRANSTORNO POR USO DE ÁLCOOL

67

( SIGNIFICA: IR DIRETAMENTE AO QUADRO DIAGNÓSTICO, ASSINALAR NÃO E PASSAR PARA O MÓDULO SEGUINTE)


I1

Nos últimos 12 meses, você bebeu mais de 3 doses de álcool, dentro de um período de 3
horas, em 3 ou mais ocasiões?

I2

Durante os últimos 12 meses:

NÃO

SIM

a

Quando você começava a beber, você acabava bebendo mais do que pretendia?

NÃO

SIM

b

Você quis repetidamente diminuir ou controlar seu consumo de álcool?
Você tentou, mas não conseguiu, diminuir ou controlar seu consumo de álcool?

NÃO

SIM

SE SIM EM QUALQUER UMA, ASSINALAR SIM.

c

Nos dias em que bebia, você passava muito tempo procurando bebida, bebendo ou se
recuperando dos efeitos do álcool?

NÃO

SIM

d

Você ficou fissurado(a) ou teve um desejo intenso ou urgência de beber?

NÃO

SIM

e

Você passou menos tempo cumprindo suas responsabilidades no trabalho, na escola ou
em casa por causa do consumo repetido de bebida?

NÃO

SIM

f

Você continuou a beber, mesmo sabendo que a bebida causava problemas com seus
familiares ou com outras pessoas?

NÃO

SIM

g

Você, mais de uma vez, esteve sob o efeito do álcool em alguma situação em que você
ou outras pessoas corriam riscos fisicamente, como, por exemplo, dirigir carro ou moto,
utilizar uma máquina ou um barco etc.?

NÃO

SIM

h

Você continuou a usar álcool, mesmo depois de ficar claro que o álcool causou ou piorou
seus problemas físicos ou psicológicos?

NÃO

SIM

i

Você passou menos tempo ou deixou de fazer trabalhos importantes ou atividades
sociais ou de lazer por causa da bebida?

NÃO

SIM

j

Você precisou beber muito mais para obter o mesmo efeito de quando começou a beber ou
você obteve muito menos efeito bebendo regularmente a mesma quantidade de álcool?

NÃO

SIM

k1 Quando você cortava ou reduzia períodos de consumo intenso ou prolongado de bebida,
sentia algum dos sintomas abaixo:

NÃO

SIM

NÃO

SIM

1. suava mais ou seus batimentos cardíacos aumentavam
2. as mãos tremiam ou “tremores involuntários”
3. problemas de sono
4. náusea ou vômitos
5. ouvir ou ver coisas que outras pessoas não podiam ver ou ouvir
ou ter sensações na pele sem motivo aparente
6. agitação
7. ansiedade
8. convulsões










SE SIM PARA PELO MENOS 2 DAS 8 ACIMA, ASSINALAR k1 COMO SIM.

k2 Você bebia para diminuir ou evitar sintomas de abstinência ou para evitar uma ressaca?

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19

SUMÁRIO DE I2k: SE SIM PARA I2k1 OU I2k2, ASSINALAR SIM

HÁ PELO MENOS 2 RESPOSTAS I2 DE I2a ATÉ O SUMÁRIO DE I2k ASSINALADAS
SIM?
(I2k1 e I2k2 JUNTAS CONTAM COMO UMA ENTRE ESSAS OPÇÕES)

NÃO

68

SIM

NÃO

SIM

TRANSTORNO POR USO DE
ÁLCOOL
12 ÚLTIMOS MESES

ESPECIFICADORES PARA TRANSTORNO POR USO DE ÁLCOOL:

LEVE = 2 A 3 SINTOMAS DE I2
MODERADO = 4 A 5 SINTOMAS DE I2
GRAVE = PELO MENOS 6 SINTOMAS DE I2

LEVE
MODERADO
GRAVE

EM REMISSÃO RECENTE = CRITÉRIOS NÃO ATENDIDOS PARA ENTRE 3 E 12
MESES
EM REMISSÃO SUSTENTADA = CRITÉRIOS NÃO ATENDIDOS PARA 12 MESES OU
MAIS (AMBOS COM EXCEÇÃO DO CRITÉRIO d – (FISSURA) ACIMA).
EM UM AMBIENTE CONTROLADO = ONDE O ACESSO AO ÁLCOOL É RESTRITO

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ESPECIFIQUE SE:

20





EM REMISSÃO RECENTE
EM REMISSÃO SUSTENTADA




EM UM AMBIENTE CONTROLADO



J. TRANSTORNO POR USO DE SUBSTÂNCIAS (NÃO ALCOÓLICAS)

69

( SIGNIFICA: IR DIRETAMENTE AO QUADRO DIAGNÓSTICO, ASSINALAR NÃO E PASSAR PARA O MÓDULO SEGUINTE)

Agora, eu vou lhe mostrar / ler uma lista de drogas e de medicamentos.
J1

a

Nos últimos 12 meses, você usou, mais de uma vez, alguma destas substâncias para se
sentir melhor, para ficar “de cabeça feita / chapado(a)” ou para mudar o seu estado de
humor?


NÃO

SIM

FAZER UM CÍRCULO EM TORNO DE CADA SUBSTÂNCIA CONSUMIDA

Estimulantes: anfetaminas, “bolinha”, “rebite”, “ice”, cristal de metanfetamina, Ritalina, pílulas para emagrecer.
Cocaína: pó, cocaína injetada, “coca”, pasta base, crack, folha de coca.
Opiáceos: heroína, morfina, hidromorfona, ópio, Elixir Paregórico, meperidina, Demerol, Dolantina, metadona,
propoxifeno, codeína, Belacodid meperidina, oxicodona, Oxycontin, Vicodin, Tylex, Tramal.
Alucinógenos: L.S.D., “ácido”, mescalina, peiote, psilocibina, STP, “cogumelos”, ecstasy, MDA, MDMA.
Drogas dissociativas: PCP (fenciclidina, “pó de anjo”, “cristal”, “ciclone”) ou quetamina (“K”, “special K”, “vitamina K”).
Inalantes: “cola”, éter, óxido nitroso (gás hilariante) “poppers”, “cheirinho da loló”, “lança perfume”.
Canabinoides: cânabis, “erva”, maconha, “baseado”, “beise”, “bagulho”, haxixe, THC.
Sedativos, hipnóticos, ansiolíticos: Valium, Diazepam, Lexotan, Lorax, Halcion, Frontal, GHB, Rohypnol, barbitúricos.
Diversos: anabolizantes, esteroides, remédio para dormir ou emagrecer vendidos sem receita. Xarope para tosse? Você
usou outras substâncias?
ESPECIFICAR A(S) SUBSTÂNCIA(S) MAIS CONSUMIDA(S): _______________________________________________
QUAIS SÃO AS SUBSTÂNCIAS QUE CAUSAM OS PIORES PROBLEMAS? ____________________________________
EXPLORAR PRIMEIRO OS CRITÉRIOS ABAIXO PARA A CLASSE DE SUBSTÂNCIA QUE CAUSA OS PIORES PROBLEMAS E QUE MAIS PROVAVELMENTE ATENDA
AOS CRITÉRIOS PARA TRANSTORNO POR USO DE SUBSTÂNCIAS. SE VÁRIAS CLASSES DE SUBSTÂNCIA FORAM UTILIZADAS ABUSIVAMENTE, EXPLORAR
TODAS OU AQUELAS QUE FOREM NECESSÁRIAS PARA O PROTOCOLO.

J2

Considerando o seu consumo de (SUBSTÂNCIA / CLASSE DA SUBSTÂNCIA SELECIONADA) nos últimos 12 meses:
a

Quando começava a usar a droga, você acabava usando mais (SUBSTÂNCIA / CLASSE DA
SUBSTÂNCIA SELECIONADA) do que pretendia?

NÃO

SIM

b

Você quis repetidamente diminuir ou parar de usar (SUBSTÂNCIA / CLASSE DA SUBSTÂNCIA
SELECIONADA)? Você tentou, mas não conseguiu, diminuir ou controlar ( SUBSTÂNCIA / CLASSE DA
SUBSTÂNCIA SELECIONADA)?
SE SIM EM QUALQUER UMA, ASSINALAR SIM.

NÃO

SIM

c

Nos dias em que você usava mais (SUBSTÂNCIA / CLASSE DA SUBSTÂNCIA SELECIONADA), você
passava bastante tempo tentando conseguir (SUBSTÂNCIA / CLASSE DA SUBSTÂNCIA SELECIONADA),
se drogando, ou se recuperando dos seus efeitos?

NÃO

SIM

d

Você ficou fissurado ou teve um desejo intenso ou urgência de usar ( SUBSTÂNCIA / CLASSE DA
SUBSTÂNCIA SELECIONADA)?

NÃO

SIM

e

Você passou menos tempo cumprindo suas responsabilidades no trabalho, na escola ou
em casa por causa do uso repetido de (SUBSTÂNCIA / CLASSE DA SUBSTÂNCIA SELECIONADA)?

NÃO

SIM

f

Você continuou a usar (SUBSTÂNCIA / CLASSE DA SUBSTÂNCIA SELECIONADA) mesmo sabendo que
esta(s) droga(s) causava(m) problemas com os seus familiares ou com outras pessoas?

NÃO

SIM

g

Você, mais de uma vez, esteve sob o efeito da droga em alguma situação em que isso era
fisicamente arriscado, como, por exemplo, dirigir carro ou moto, utilizar uma máquina ou
um barco, etc.?

NÃO

SIM

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21

h

Você continuou a fazer uso de (SUBSTÂNCIA / CLASSE DA SUBSTÂNCIA SELECIONADA) mesmo
depois de ter ficado claro que (SUBSTÂNCIA / CLASSE DA SUBSTÂNCIA SELECIONADA) causou ou
piorou seus problemas psicológicos ou físicos?

NÃO

SIM

i

Você passou menos tempo ou deixou de fazer trabalhos importantes, atividades sociais
ou de lazer por causa de (SUBSTÂNCIA / CLASSE DA SUBSTÂNCIA SELECIONADA)?

NÃO

SIM

j

Você precisou usar muito mais (SUBSTÂNCIA / CLASSE DA SUBSTÂNCIA SELECIONADA) para obter o
mesmo efeito de quando começou a utilizar ou você obteve muito menos efeito usando
regularmente a mesma quantidade?

NÃO

SIM

NÃO

SIM

NÃO

SIM

NÃO

SIM

70

ESTE CRITÉRIO É ASSINALADO NÃO SE A MEDICAÇÃO FOR PRESCRITA E UTILIZADA SOB SUPERVISÃO MÉDICA
APROPRIADA.

k1 Quando você cortava ou reduzia períodos de uso intenso ou prolongado de drogas, sentia
algum dos sintomas de abstinência abaixo:
SE SIM PARA O NÚMERO EXIGIDO DE SINTOMAS DE ABSTINÊNCIA PARA CADA CLASSE, ASSINALAR J2k1 COMO
SIM.
ESTE CRITÉRIO É ASSINALADO NÃO SE A MEDICAÇÃO FOR PRESCRITA E UTILIZADA SOB SUPERVISÃO MÉDICA
APROPRIADA.

Sedativos, hipnóticos ou ansiolíticos (2 ou mais sintomas de abstinência)
1. suava mais ou os batimentos cardíacos aumentavam

2. mãos trêmulas ou “tremores involuntários”

3. problemas de sono

4. náusea ou vômitos

5. ouvir ou ver coisas que outras pessoas não podiam ver ou ouvir ou
ter sensações na pele sem motivo aparente

6. agitação

7. ansiedade

8. convulsões

Opiáceos (3 ou mais sintomas de abstinência)
1. sentimento de depressão
2. náusea ou vômitos
3. dores musculares
4. nariz escorrendo ou olhos lacrimejantes
5. pupilas dilatadas, arrepios ou pelos arrepiados ou sudorese
6. diarreia
7. bocejos
8. calorões
9. problemas de sono











Estimulantes e cocaína (2 ou mais sintomas de abstinência)
1. fadiga
2. sonhos vívidos ou desagradáveis
3. dificuldade para dormir ou dormir muito
4. aumento do apetite
5. sentindo ou parecendo fisicamente ou mentalmente devagar







Maconha (3 ou mais sintomas de abstinência)
1. irritabilidade, raiva ou agressão

2. nervosismo ou ansiedade

3. dificuldade para dormir

4. perda de apetite ou de peso

5. inquietação

6. sentimento de depressão

7. desconforto significativo de um dos seguintes:
“dor de estômago”, tremores ou “tremores involuntários”, suores,
calorões, arrepios, dores de cabeça


k2 Você utilizou (SUBSTÂNCIA / CLASSE DA SUBSTÂNCIA SELECIONADA) para reduzir ou evitar sintomas
da abstinência?
SUMÁRIO DE J2k : SE SIM PARA J2k1 OU J2k2, ASSINALAR SIM.
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22

71
HÁ PELO MENOS 2 RESPOSTAS EM J2 DE J2a ATÉ O SUMÁRIO DE J2k
ASSINALADAS SIM? (J2k1 E J2k2 JUNTAS CONTAM COMO UMA ENTRE ESSAS
OPÇÕES.)

NÃO

SIM

TRANSTORNO DEVIDO AO
ABUSO DE SUBSTÂNCIAS
(substância ou nome da classe
da substância)
12 ÚLTIMOS MESES

ESPECIFICADORES PARA TRANSTORNO DEVIDO AO ABUSO DE SUBSTÂNCIA(S):

LEVE = 2 A 3 SINTOMAS DE J2
MODERADO = 4 A 5 SINTOMAS DE J2
GRAVE = PELO MENOS 6 SINTOMAS EM J2

LEVE
MODERADO
GRAVE

EM REMISSÃO RECENTE = CRITÉRIOS NÃO ATENDIDOS PARA ENTRE 3 E 12
MESES
EM REMISSÃO SUSTENTADA = CRITÉRIOS NÃO ATENDIDOS PARA 12 MESES
OU MAIS (AMBOS COM EXCEÇÃO DO CRITÉRIO d – (FISSURA) ACIMA).
EM UM AMBIENTE CONTROLADO = ONDE O ACESSO À SUBSTÂNCIA / DROGA
É RESTRITO

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ESPECIFIQUE SE:

23





EM REMISSÃO RECENTE
EM REMISSÃO SUSTENTADA




EM UM AMBIENTE CONTROLADO



K. TRANSTORNOS PSICÓTICOS E TRANSTORNO DO HUMOR COM SINTOMAS PSICÓTICOS

72

PARA TODAS AS PERGUNTAS DESTE MÓDULO, PEDIR UM EXEMPLO EM CASO DE RESPOSTA POSITIVA. SÓ ASSINALAR SIM SE OS EXEMPLOS MOSTRAM CLARAMENTE
UMA DISTORÇÃO DO PENSAMENTO OU DA PERCEPÇÃO OU SE SÃO CULTURALMENTE INAPROPRIADOS. O OBJETIVO DESTE MÓDULO É EXCLUIR PACIENTES COM
TRANSTORNOS PSICÓTICOS. É NECESSÁRIO EXPERIÊNCIA PARA APLICAR ESTE MÓDULO.

Agora eu vou lhe fazer algumas perguntas sobre experiências pouco comuns que
algumas pessoas podem ter.
K1

a

Você alguma vez acreditou que alguém o(a) espionava ou estava conspirando contra
você ou tentando lhe fazer mal?

NÃO

SIM

OBS.: PEDIR EXEMPLOS PARA DESCARTAR UMA PERSEGUIÇÃO REAL.

K2

K3

b

SE SIM: Você atualmente acredita nisso?

NÃO

SIM

a

Você alguma vez acreditou que alguém podia ler ou ouvir seus pensamentos ou que
você podia ler ou ouvir os pensamentos de outra(s) pessoa(s)?

NÃO

SIM

b

SE SIM: Você atualmente acredita nisso?

NÃO

SIM

a

Você alguma vez acreditou que alguém ou alguma força exterior colocava, dentro da sua
cabeça, pensamentos que não eram os seus ou fazia você agir de uma maneira diferente
do seu jeito habitual? Você alguma vez acreditou que estava possuído(a)?

NÃO

SIM

CLÍNICO: PEDIR EXEMPLOS E EXCLUIR QUALQUER UM QUE NÃO SEJA PSICÓTICO.

K4

K5

b

SE SIM: Você atualmente acredita nisso?

NÃO

SIM

a

Você alguma vez acreditou que estava recebendo mensagens especiais através da
televisão, do rádio, da internet, do jornal, de livros ou de revistas, ou que alguém que
você não conhecia pessoalmente estava particularmente interessado em você?

NÃO

SIM

b

SE SIM: Você atualmente acredita nisso?

NÃO

SIM

a

Você alguma você vez teve ideias que seus parentes ou amigos acharam estranhas ou
pouco comuns?

NÃO

SIM

CLÍNICO: PEDIR EXEMPLOS. ASSINALAR SIM APENAS SE OS EXEMPLOS SÃO IDEIAS DELIRANTES EVIDENTES NÃO
EXPLORADAS NAS PERGUNTAS DE K1 A K4. POR EXEMPLO, IDEIAS DELIRANTES SOMÁTICAS OU RELIGIOSAS, DE
MORTE, DOENÇA OU IDEIAS DELIRANTES DE GRANDEZA, CIÚMES OU CULPA, INADEQUAÇÃO, RUÍNA OU
POBREZA, OU IDEIAS DELIRANTES NIILÍSTICAS.

K6

b

SE SIM: Eles atualmente acham suas ideias estranhas ou incomuns?

NÃO

SIM

a

Você alguma vez ouviu coisas que outras pessoas não podiam ouvir, como, por exemplo,
vozes?

NÃO

SIM

SE SIM PARA ALUCINAÇÃO AUDITIVA: Essas vozes comentavam seus pensamentos ou seus

NÃO

SIM

SE SIM PARA K6a: Você ouviu sons / vozes durante o último mês?

NÃO

SIM

SE SIM PARA ALUCINAÇÃO AUDITIVA: Essas vozes comentavam seus pensamentos ou seus

NÃO

SIM

atos ou você ouvia duas ou mais vozes falando uma com a outra?
b

atos ou você ouvia duas ou mais vozes falando uma com a outra?

M.I.N.I. 7.0.2 (August 8, 2016) (8/8/16)
M.I.N.I. - Brazil/Portuguese - Version of 29 Aug 17 - Mapi.
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24

K7

a

b

Você alguma vez teve visões quando estava acordado(a) ou viu coisas que outras
pessoas não conseguiam ver?
CLÍNICO: VERIFICAR SE AS VISÕES SÃO CULTURALMENTE INAPROPRIADAS.

NÃO

SIM

SE SIM : você viu essas coisas durante o último mês?

NÃO

SIM

73

JULGAMENTO DO CLÍNICO
K8

a

O PACIENTE ALGUMA VEZ NO PASSADO APRESENTOU UM DISCURSO DESORGANIZADO,
INCOERENTE OU CONFUSO, OU APRESENTOU UMA PERDA EVIDENTE DAS ASSOCIAÇÕES?

NÃO

SIM

K8

b

ATUALMENTE O PACIENTE APRESENTA UM DISCURSO DESORGANIZADO, INCOERENTE OU
CONFUSO, OU APRESENTA UMA PERDA EVIDENTE DAS ASSOCIAÇÕES?

NÃO

SIM

K9

a

O PACIENTE ALGUMA VEZ NO PASSADO APRESENTOU UM COMPORTAMENTO DESORGANIZADO
OU CATATÔNICO?

NÃO

SIM

K9

b

ATUALMENTE O PACIENTE APRESENTA UM COMPORTAMENTO DESORGANIZADO OU
CATATÔNICO?

NÃO

SIM

K10 a

O PACIENTE ALGUMA VEZ NO PASSADO APRESENTOU SINTOMAS NEGATIVOS, POR EXEMPLO,
REDUÇÃO SIGNIFICATIVA DA EXPRESSÃO EMOCIONAL OU EMBOTAMENTO AFETIVO, POBREZA DO
DISCURSO (ALOGIA), OU INCAPACIDADE DE INICIAR OU PERSISTIR EM ATIVIDADES DIRECIONADAS
(AVOLIÇÃO)?

NÃO

SIM

K10 b

OS SINTOMAS NEGATIVOS TIPICAMENTE ESQUIZOFRÊNICOS, POR EXEMPLO, REDUÇÃO
SIGNIFICATIVA DE EXPRESSÃO EMOCIONAL OU EMBOTAMENTO AFETIVO, POBREZA DO DISCURSO
(ALOGIA), OU DIFICULDADE PARA INICIAR OU PERSISTIR EM ATIVIDADES DIRIGIDAS A UM
OBJETIVO (AVOLIÇÃO) SÃO PROEMINENTES DURANTE A ENTREVISTA?

NÃO

SIM

K11 a

HÁ PELO MENOS 1 PERGUNTA “a” DE K1a A K7a ASSINALADA SIM?

NÃO
 K13

SIM

E PODE SER:
O EPISÓDIO DEPRESSIVO MAIOR (ATUAL, RECORRENTE OU PASSADO)
OU
O EPISÓDIO MANÍACO OU HIPOMANÍACO (ATUAL OU PASSADO) FOI AVALIADO SIM?
E
QUANTO TEMPO O EPISÓDIO DE HUMOR DUROU? _________
QUANTO TEMPO O EPISÓDIO PSICÓTICO DUROU? _________
SE TAL EPISÓDIO DE HUMOR ESTIVER PRESENTE, ASSINALAR SIM PARA K11a SOMENTE SE O
DISTÚRBIO DE HUMOR ESTIVER PRESENTE DURANTE A MAIOR PARTE DA DURAÇÃO TOTAL DOS
PERÍODOS ATIVOS E RESIDUAIS DOS SINTOMAS PSICÓTICOS. CASO CONTRÁRIO, ASSINALAR NÃO.

SE NÃO PARA K11a E SE A DURAÇÃO TOTAL DO EPISÓDIO DE HUMOR FOR INFERIOR À DURAÇÃO
TOTAL DO EPISÓDIO PSICÓTICO, ASSINALAR NÃO EM AMBOS OS QUADROS DIAGNÓSTICOS DE
“TRANSTORNO DO HUMOR COM SINTOMAS PSICÓTICOS” E PASSAR PARA K13.

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25

b

Há pouco você me contou que teve períodos em que se sentiu
(deprimido(a)/eufórico(a)/constantemente irritável).

NÃO

As crenças e experiências que você acabou de descrever (SINTOMAS ASSINALADOS SIM
DE K1a ATÉ K7a) se restringem exclusivamente as vezes em que se sentia
deprimido(a)/eufórico(a)/irritável?

TRANSTORNO DO
HUMOR COM
SINTOMAS PSICÓTICOS

SE O PACIENTE ALGUMA VEZ TEVE UM PERÍODO DE PELO MENOS 2 SEMANAS TENDO
ESSAS CRENÇAS OU ESSA EXPERIÊNCIA (SINTOMAS PSICÓTICOS) QUANDO NÃO ESTAVA
DEPRIMIDO/EUFÓRICO/IRRITÁVEL, ASSINALAR NÃO PARA ESSE TRANSTORNO.

SIM

74

AO LONGO DA VIDA

SE A RESPOSTA É NÃO PARA ESSE GRUPO DE TRANSTORNOS, TAMBÉM ASSINALAR NÃO
PARA K12 E PASSAR PARA K13.

K12 a

HÁ PELO MENOS 1 PERGUNTA “b” ASSINALADA SIM DE K1b A K7b?

NÃO

SIM

E PODE SER:
EPISÓDIO DEPRESSIVO MAIOR (ATUAL)
OU
EPISÓDIO MANÍACO OU HIPOMANÍACO (ATUAL) FOI ASSINALADO SIM?

TRANSTORNO DO
HUMOR COM
SINTOMAS PSICÓTICOS

SE A RESPOSTA FOI SIM PARA ESSE TRANSTORNO (AO LONGO DA VIDA OU ATUAL),
ASSINALAR NÃO PARA K13 E K14 E PASSAR PARA O PRÓXIMO MÓDULO.

K13

HÁ PELO MENOS 1 PERGUNTA “b” ASSINALADA SIM DE K1b A K8b?

ATUAL

NÃO

SIM

E
HÁ PELO MENOS 2 PERGUNTAS “b” ASSINALADAS SIM DE K1b A K10b?
E PELO MENOS DOIS DOS SINTOMAS PSICÓTICOS ACONTECERAM DURANTE UM
MESMO PERÍODO DE 1 MÊS?

TRANSTORNO PSICÓTICO
ATUAL

E
“DESCARTAR CAUSA ORGÂNICA (SUMÁRIO DE O2)” FOI ASSINALADA SIM?

K14

K13 FOI ASSINALADA SIM?

NÃO

SIM

OU
(HÁ PELO MENOS 1 PERGUNTA “a” DE K1a A K8a ASSINALADA SIM?
E
HÁ PELO MENOS 2 PERGUNTAS “a” DE K1a A K10a ASSINALADAS SIM?
E
PELO MENOS 2 SINTOMAS PSICÓTICOS ACONTECERAM DURANTE UM MESMO PERÍODO
DE 1 MÊS?)
E
“DESCARTAR CAUSA ORGÂNICA (SUMÁRIO DE O2)” FOI ASSINALADA SIM?

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26

TRANSTORNO PSICÓTICO
AO LONGO DA VIDA

L. ANOREXIA NERVOSA

75

( SIGNIFICA: IR DIRETAMENTE AO QUADRO DIAGNÓSTICO, ASSINALAR NÃO E PASSAR PARA O MÓDULO SEGUINTE)

L1

a

Qual é a sua altura?

b

Nos últimos 3 meses, qual foi seu peso mais baixo?

pés

pol
cm
lb
kg


c

O PESO DO PACIENTE É IGUAL OU INFERIOR AO LIMITE ACEITÁVEL INDICADO PARA A SUA
ALTURA? (VER TABELA DE CORRESPONDÊNCIA ABAIXO)
Durante os últimos 3 meses:

NÃO

SIM



L2

Você tentou não engordar, embora pesasse pouco, ou restringir a ingestão de alimentos?

NÃO

SIM

L3

Você teve muito medo de engordar ou de ficar gordo(a), apesar de estar abaixo do seu
peso?

NÃO

SIM

a

Você achou que era muito gordo(a) ou pensou que parte do seu corpo era muito gorda?

NÃO

SIM

b

A sua opinião sobre si mesmo(a) ou a sua autoestima foram muito influenciadas pelo seu
peso ou por suas formas corporais?

NÃO

SIM

c

Você achou que o seu peso baixo atual era normal ou até excessivo?

NÃO

SIM

HÁ PELO MENOS 1 SIM EM L4?

NÃO

SIM

L5 FOI ASSINALADA SIM?

NÃO

L4

L5





SIM

ANOREXIA NERVOSA
ATUAL
TABELA DE ALTURA / PESO CORRESPONDENTE AO LIMITE ACEITÁVEL DE IMC DE 17,0 KG/M

Altura/peso
pés/pol 4’9
lb
79
cm
145
kg
36

4’10
82
147
37

4’11
84
150
38,5

5’0
87
152
39,5

5’1
90
155
41

Altura/peso
pés/pol 5’11
lb
122
cm
180
kg
55

6’0
125
183
57

6’1
129
185
58,5

6’2
133
188
60

6’3
136
191
62

5’2
93
158
42,5

5’3
96
160
43,5

5’4
99
163
45,5

5’5
102
165
46,5

2

5’6
106
168
48

5’7
109
170
49

5’8
112
173
51

2

5’9
115
175
52

5’10
119
178
54

Os limites aceitáveis de peso acima são calculados com o índice de massa corporal (IMC) igual ou inferior a 17,0 kg/m para a altura do paciente
utilizando a calculadora de IMC do Center of Disease Control & Prevention. Esta é a diretriz de limite aceitável de peso abaixo do qual uma pessoa
é considerada muito abaixo de seu peso segundo o DSM-5 para anorexia nervosa.

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27

M. BULIMIA NERVOSA

76

( SIGNIFICA: IR DIRETAMENTE AOS QUADROS DIAGNÓSTICOS, ASSINALAR NÃO NOS QUADROS DIAGNÓSTICOS BULIMIA NERVOSA E
ANOREXIA NERVOSA TIPO COMPULSÃO PERIÓDICA / PURGATIVA. PORÉM, SE ANOREXIA NERVOSA (NO MÓDULO L) ESTIVER ASSINALADA
SIM, CONTINUAR COM AS PERGUNTAS PARA SER CAPAZ DE AVALIAR CORRETAMENTE A ANOREXIA NERVOSA TIPO RESTRITIVA)

M1

Nos últimos 3 meses, você teve crises de “comer descontroladamente” durante as quais
ingeriu quantidades enormes de alimentos em menos de 2 horas?

M2

Durante essas crises de “comer descontroladamente”, você teve a impressão de não
poder parar de comer ou de não poder limitar a quantidade de alimento que comia?


NÃO

SIM


NÃO

SIM



M3

Nos últimos 3 meses, você teve crises de “comer descontroladamente” pelo menos uma
vez por semana?

NÃO

M4

Para compensar ou para evitar engordar você fez coisas como provocar o vômito, jejum,
exercícios físicos, tomar laxantes, lavagens, tomar diuréticos ou outros remédios? Você
fez isso pelo menos uma vez por semana?

NÃO

M4 a

Número de episódios de comportamento de compensação impróprios por
semana?

_______

Número de dias de comportamento de compensação impróprios por
semana?

_______

SIM


SIM




M5

A opinião sobre si mesmo(a) ou a sua autoestima são muito influenciadas pelo seu peso
ou pelas suas formas corporais?

NÃO

SIM

M6

OS SINTOMAS DO PACIENTE PREENCHEM OS CRITÉRIOS DE ANOREXIA NERVOSA?

NÃO
SIM

Passar para M8

M7

Essas crises de “comer descontroladamente” ocorrem somente quando o seu peso é
inferior a (__________lb/kg)?

NÃO

SIM

CLÍNICO: ANOTE NO ESPAÇO ENTRE PARÊNTESIS ACIMA O PESO CRÍTICO DO PACIENTE EM
FUNÇÃO DE SUA ALTURA DE ACORDO COM A TABELA PESO/ALTURA DO MÓDULO ANOREXIA
NERVOSA.

NÃO
M8

SIM

M5 FOI ASSINALADA SIM E M6 OU M7 FOI ASSINALADA NÃO?
BULIMIA NERVOSA

ATUAL

NÃO

M7 FOI ASSINALADA SIM?

SIM

ANOREXIA NERVOSA,

tipo compulsão
periódica/purgativa
ATUAL

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28

OS SINTOMAS DO PACIENTE PREENCHEM OS CRITÉRIOS DE ANOREXIA NERVOSA?

NÃO

E

SIM 77

ANOREXIA NERVOSA
M2 OU M4 FOI ASSINALADA NÃO?

tipo restritiva
ATUAL

ESPECIFIQUE SE:

ESPECIFICADORES DE TRANSTORNO ALIMENTAR:

LEVE = 1 A 3 EPISÓDIOS DE COMPORTAMENTOS DE COMPENSAÇÃO IMPRÓPRIOS
MODERADO = 4 A 7 EPISÓDIOS DE COMPORTAMENTOS DE COMPENSAÇÃO
IMPRÓPRIOS
GRAVE = 8 A 13 EPISÓDIOS DE COMPORTAMENTOS DE COMPENSAÇÃO IMPRÓPRIOS
EXTREMO = PELO MENOS 14 EPISÓDIOS DE COMPORTAMENTOS DE COMPENSAÇÃO
IMPRÓPRIOS

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29

LEVE
MODERADA
GRAVE
EXTREMA






MB. TRANSTORNO DE COMPULSÃO ALIMENTAR PERIÓDICA

78

( SIGNIFICA: IR DIRETAMENTE AO QUADRO DIAGNÓSTICO, CIRCULAR NÃO E PASSAR PARA O MÓDULO SEGUINTE)


MB 1

OS SINTOMAS DO PACIENTE PREENCHEM OS CRITÉRIOS DE ANOREXIA NERVOSA?

NÃO

MB 2

OS SINTOMAS DO PACIENTE PREENCHEM OS CRITÉRIOS DE BULIMIA NERVOSA?

NÃO

MB 3

M2 FOI ASSINALADA SIM?

MB 4

M3 FOI ASSINALADA SIM?

MB 5

M4 FOI ASSINALADA SIM?

SIM


SIM


NÃO

SIM





NÃO

SIM





NÃO

SIM

MB 6a Comeu mais rapidamente que o normal?

NÃO

SIM

MB 6b Comeu até se sentir desconfortavelmente cheio?

NÃO

SIM

MB 6c Comeu grandes quantidades de comida quando não tinha fome?

NÃO

SIM

MB 6d Comeu sozinho(a) porque sentiu vergonha de quanto estava comendo?

NÃO

SIM

MB 6e Sentiu-se culpado(a), deprimido(a) ou desgostoso(a) com si mesmo depois da compulsão?

NÃO

SIM

Nos últimos 3 meses, durante a compulsão, você:


HÁ PELO MENOS 3 PERGUNTAS SIM EM MB6?

NÃO

SIM


MB 7

Comer descontroladamente angustia muito você?

NÃO

MB 8

Número de crises de “comer descontroladamente” por semana?

______

Número de dias de “comer descontroladamente” por semana?

______

SIM

NÃO

MB7 FOI ASSINALADA SIM?

SIM

TRANSTORNO DA COMPULSÃO
ALIMENTAR

ATUAL

ESPECIFIQUE SE:

ESPECIFICADORES DE TRANSTORNO ALIMENTAR:

LEVE = 1 A 3 EPISÓDIOS DE COMPULSÃO ALIMENTAR POR SEMANA
MODERADO = 4 A 7 EPISÓDIOS DE COMPULSÃO ALIMENTAR PERIÓDICA POR SEMANA
SEVERO = 8 A 13 EPISÓDIOS DE COMPULSÃO ALIMENTAR PERIÓDICA POR SEMANA
EXTREMO = PELO MENOS 14 EPISÓDIOS DE COMPULSÃO ALIMENTAR PERIÓDICA POR
SEMANA

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30

LEVE
MODERADO
GRAVE
EXTREMO






N. TRANSTORNO DE ANSIEDADE GENERALIZADA

79

( SIGNIFICA: IR DIRETAMENTE AO QUADRO DIAGNÓSTICO, ASSINALAR NÃO E PASSAR PARA O MÓDULO SEGUINTE)


N1

a

Durante os últimos 6 meses, você se sentiu excessivamente ansioso(a) ou preocupado(a)
com relação a várias coisas da vida cotidiana?
EM OUTRAS PALAVRAS, SE NÃO ESTIVER CLARO PARA O PACIENTE O QUE VOCÊ ESTÁ
DIZENDO, AVERIGUAR PERGUNTANDO (Os outros pensam que você é uma pessoa que se
preocupa à toa?) E PEDIR EXEMPLOS.

NÃO

SIM

b

Você teve essas ansiedades e preocupações quase todos os dias?

NÃO

SIM

A ANSIEDADE E AS PREOCUPAÇÕES DO PACIENTE SE RESTRINGEM EXCLUSIVAMENTE A,
OU SÃO MELHOR EXPLICADAS POR QUALQUER TRANSTORNO ANTERIOR A ESTE PONTO?

NÃO

SIM





N2

Você tem dificuldade em controlar essas preocupações?

N3

NAS PERGUNTAS A SEGUIR, ASSINALAR NÃO SE OS SINTOMAS SE RESTRINGEM EXCLUSIVAMENTE A, OU SÃO
MELHOR EXPLICADOS POR QUALQUER TRANSTORNO ANTERIOR A ESTE PONTO.

NÃO

SIM

Nos últimos 6 meses, quando se sentiu ansioso(a), você frequentemente:
a

Sentiu–se agitado(a), tenso(a) ou com os nervos à flor da pele?

NÃO

SIM

b

Teve os músculos tensos?

NÃO

SIM

c

Sentiu-se facilmente cansado(a), fraco(a) ou exausto(a)?

NÃO

SIM

d

Teve dificuldade em se concentrar ou “deu branco”?

NÃO

SIM

e

Sentiu-se irritável?

NÃO

SIM

f

Teve problemas de sono (dificuldade em pegar no sono, acordar no meio da noite ou
muito cedo, dormir demais)?

NÃO

SIM

HÁ PELO MENOS 3 RESPOSTAS SIM EM N3?

NÃO

N4

Essas ansiedades e preocupações prejudicaram sua capacidade de trabalhar, sua
maneira de agir socialmente ou em seus relacionamentos ou em outras áreas
importantes de sua vida ou causaram um sofrimento significativo?
E “DESCARTAR CAUSA ORGÂNICA (SUMÁRIO DE O2)” FOI ASSINALADA SIM?


SIM

NÃO

SIM

TRANSTORNO DE
ANSIEDADE
GENERALIZADA
ATUAL

O. DESCARTAR CAUSAS MÉDICAS, ORGÂNICAS OU DROGAS PARA TODOS OS
TRANSTORNOS
SE O PACIENTE AVALIAR POSITIVO PARA QUALQUER TRANSTORNO ATUAL OU UM EPISÓDIO DEPRESSIVO
MAIOR OU UM EPISÓDIO MANÍACO OU HIPOMANÍACO, PERGUNTAR:

Logo antes desses sintomas começarem:
O1

a

Você estava usando alguma droga ou tomando algum remédio ou em abstinência de
algum deles?

 Não

 Sim  Não
determinado

O1

b

Você sofria de alguma doença?

 Não

 Sim  Não
determinado

SE O1a OU O1b FOR SIM, NO JULGAMENTO DO CLÍNICO, ALGUMA DAS CAUSAS
AVALIADAS É PROVAVELMENTE UMA CAUSA DIRETA DO TRANSTORNO DO PACIENTE?
CASO NECESSÁRIO, FAZER PERGUNTAS ABERTAS ADICIONAIS.

 Não

 Sim

 Não
determinado

 Não  Sim

 Não
determinado

O2

SUMÁRIO DE O2: UMA CAUSA “ORGÂNICA” / MÉDICA / INDUZIDA POR SUBSTÂNCIA /
MEDICAMENTO FOI DESCARTADA?
SE O2 FOR SIM, ENTÃO O SUMÁRIO DE O2 É NÃO. SE O2 FOR NÃO, ENTÃO O SUMÁRIO DE
O2 É SIM. SE FOR DIFERENTE, É NÃO DETERMINADO.

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31

P. TRANSTORNO DE PERSONALIDADE ANTISSOCIAL

80

( SIGNIFICA: PULAR TODAS AS PERGUNTAS P2, IR DIRETAMENTE AO QUADRO DIAGNÓSTICO E ASSINALAR NÃO)

P1

Antes dos 15 anos, você:
a

frequentemente faltou à escola ou fugiu de casa ou passou a noite fora de casa contra as
ordens dos seus pais?

NÃO

SIM

b

frequentemente mentiu, passou a perna, enganou os outros, furtou ou roubou a casa ou
o carro de alguém?

NÃO

SIM

c

começou brigas, provocou, ameaçou ou intimidou os outros?

NÃO

SIM

d

destruiu ou incendiou coisas de propósito?

NÃO

SIM

e

fez animais ou pessoas sofrerem de propósito?

NÃO

SIM

f

forçou alguém a alguma atividade sexual?

NÃO

SIM

HÁ PELO MENOS 2 RESPOSTAS EM P1 ASSINALADAS SIM?

NÃO

SIM



NÃO ASSINALAR SIM SE OS COMPORTAMENTOS DESCRITOS ABAIXO SÃO MOTIVADOS
UNICAMENTE POR RAZÕES POLÍTICAS OU RELIGIOSAS.

P2

Depois dos 15 anos, você:
a

fez coisas ilegais ou que poderiam levar a ser preso(a), mesmo que não tenha sido
pego(a) (por exemplo, destruir a propriedade alheia, furtar lojas, roubar, vender droga
ou cometer um crime)?

NÃO

SIM

b

frequentemente mentiu ou passou a perna nos outros para obter dinheiro ou prazer ou
mentiu apenas para se divertir?

NÃO

SIM

c

foi impulsivo e não ligou sobre planejar antecipadamente?

NÃO

SIM

d

entrou em confrontos físicos ou agrediu outras pessoas (inclusive seu(sua)
companheiro(a) ou seus filhos)?

NÃO

SIM

e

expôs pessoas ou você mesmo a perigos sem se preocupar?

NÃO

SIM

f

frequentemente teve comportamentos que os outros achavam irresponsáveis, como não
pagar as dívidas, agir impulsivamente ou não querer trabalhar para assegurar o mínimo
necessário?

NÃO

SIM

g

não sentiu nenhuma culpa depois de ter mentido, ferido, maltratado ou roubado alguém
ou depois de ter destruído a propriedade alheia?

NÃO

SIM

HÁ PELO MENOS 3 PERGUNTAS EM P2 ASSINALADAS SIM?

NÃO

SIM

TRANSTORNO DE
PERSONALIDADE ANTISSOCIAL
AO LONGO DA VIDA

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32

TRANSTORNOS DO HUMOR: ALGORITMO DIAGNÓSTICO
Consultar módulos:

A
C
K

81

Episódio depressivo maior
Episódio (hipo)maníaco
Transtornos psicóticos

MÓDULO K:
1 a
1 b

K11b FOI ASSINALADA SIM?
K12a FOI ASSINALADA SIM?

NÃO
NÃO

SIM
SIM

MÓDULOS A e C:

Atual

Passado

2

a

ASSINALAR SIM SE UMA IDEIA DELIRANTE FOI IDENTIFICADA
EM A3e
OU EM QUALQUER SINTOMA PSICÓTICO DE K1 ATÉ K7

SIM

SIM

b

ASSINALAR SIM SE UMA IDEIA DELIRANTE FOI IDENTIFICADA
EM C3a
OU EM QUALQUER SINTOMA PSICÓTICO DE K1 ATÉ K7

SIM

SIM

c

EPISÓDIO DEPRESSIVO MAIOR FOI AVALIADO SIM (ATUAL OU PASSADO)?
E
EPISÓDIO MANÍACO FOI AVALIADO NÃO (ATUAL E PASSADO)?
E
EPISÓDIO HIPOMANÍACO FOI AVALIADO NÃO (ATUAL E PASSADO)?
E
“DESCARTAR CAUSA ORGÂNICA (SUMÁRIO DE O2)” FOI ASSINALADA SIM?
ESPECIFIQUE:
 SE O EPISÓDIO DEPRESSIVO É ATUAL OU PASSADO OU AMBOS
 COM SINTOMAS PSICÓTICOS (ATUAL): SE 1b OU 2a (ATUAL) = SIM
COM SINTOMAS PSICÓTICOS (PASSADO): SE 1a OU 2a (PASSADO) = SIM

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33

TRANSTORNO DEPRESSIVO
MAIOR
TDM

Atual

Passado





Com sintomas psicóticos
Atual

Passado


d

EPISÓDIO MANÍACO FOI AVALIADO SIM (ATUAL OU PASSADO)?
E
“DESCARTAR CAUSA ORGÂNICA (SUMÁRIO DE O2)” FOI ASSINALADA SIM?
ESPECIFIQUE:
 SE O TRANSTORNO BIPOLAR TIPO I É ATUAL OU PASSADO OU AMBOS
 COM UM EPISÓDIO MANÍACO ÚNICO: SE EPISÓDIO MANÍACO (ATUAL OU PASSADO) = SIM
E EPISÓDIO DEPRESSIVO MAIOR (ATUAL E PASSADO) = NÃO
 COM SINTOMAS PSICÓTICOS (ATUAL): SE 1b OU 2a (ATUAL) OU 2b (ATUAL) = SIM
COM SINTOMAS PSICÓTICOS (PASSADO): SE 1a ou 2a (PASSADO) OU 2b (PASSADO) = SIM
 SE O EPISÓDIO MAIS RECENTE É MANÍACO, DEPRESSIVO, MISTO OU
HIPOMANÍACO OU NÃO ESPECIFICADO (TODOS MUTUAMENTE EXCLUSIVOS)
 SE O EPISÓDIO DE HUMOR MAIS RECENTE APRESENTA SINTOMAS MISTOS, ANSIOSOS OU
PSICÓTICOS

82

TRANSTORNO
BIPOLAR TIPO I

Atual Passado
Transtorno
bipolar tipo I


Episódio maníaco
único



Com sintomas psicóticos
Atual

Passado

Episódio mais recente
Maníaco

Depressivo

Hipomaníaco

Episódio mais recente



HIPOMANÍACO/MANÍACO COM SINTOMAS MISTOS = HIPOMANÍACO/MANÍACO + AO MENOS 3 Com sintomas mistos
SINTOMAS DE A3
Com sintomas ansiosos
DEPRESSIVO COM SINTOMAS MISTOS = EPISÓDIO DEPRESSIVO MAIOR + AO MENOS 3
SINTOMAS DE C3
COM SINTOMAS ANSIOSOS = COM AO MENOS 3 SINTOMAS DE N3

e

EPISÓDIO DEPRESSIVO MAIOR FOI AVALIADO SIM (ATUAL OU PASSADO)?
E
EPISÓDIO HIPOMANÍACO FOI AVALIADO SIM (ATUAL OU PASSADO)?
E
EPISÓDIO MANÍACO FOI AVALIADO NÃO (ATUAL E PASSADO)?
E
“DESCARTAR CAUSA ORGÂNICA (SUMÁRIO DE O2)” FOI ASSINALADA SIM?
ESPECIFIQUE:
 SE O TRANSTORNO BIPOLAR É ATUAL OU PASSADO OU AMBOS
 SE O EPISÓDIO DE HUMOR MAIS RECENTE É HIPOMANÍACO OU DEPRESSIVO (MUTUAMENTE
EXCLUSIVOS)
 SE O EPISÓDIO DE HUMOR MAIS RECENTE APRESENTA SINTOMAS MISTOS, ANSIOSOS OU
PSICÓTICOS
HIPOMANÍACO COM SINTOMAS MISTOS = HIPOMANÍACO + AO MENOS 3 SINTOMAS DE A3
DEPRESSIVO COM SINTOMAS MISTOS = EPISÓDIO DEPRESSIVO MAIOR + AO MENOS 3
SINTOMAS DE C3
COM SINTOMAS ANSIOSOS = COM AO MENOS 3 SINTOMAS DE N3

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34

Episódio mais recente
Leve

Moderado

Grave


TRANSTORNO
BIPOLAR TIPO II
Transtorno
bipolar tipo II

Atual

Passado





Episódio mais recente
Hipomaníaco

Depressivo

Episódio mais recente
Com sintomas mistos

Com sintomas ansiosos

Episódio mais recente
Leve

Moderado

Grave


f

EPISÓDIO DEPRESSIVO MAIOR FOI AVALIADO NÃO (ATUAL E PASSADO)?
E
EPISÓDIO MANÍACO FOI AVALIADO NÃO (ATUAL E PASSADO)?
E
C4b FOI ASSINALADA SIM PARA O PERÍODO EXPLORADO APROPRIADO?
E
C8b FOI ASSINALADA SIM?

EPISÓDIO MANÍACO FOI AVALIADO COMO NÃO (ATUAL E PASSADO)?
E
EPISÓDIO HIPOMANÍACO FOI AVALIADO COMO NÃO (ATUAL E PASSADO)?
E
C4a FOI ASSINALADA SIM PARA O PERÍODO EXPLORADO APROPRIADO?
E
C8c FOI ASSINALADA SIM?
ESPECIFICAR SE O OUTRO TRANSTORNO BIPOLAR ESPECIFICADO E O TRANSTORNO RELACIONADO
É ATUAL OU PASSADO OU AMBOS.

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Atual

Outro transtorno
bipolar especificado
e transtorno
relacionado


OU

M.I.N.I. 7.0.2 (August 8, 2016) (8/8/16)

83
OUTRO TRANSTORNO BIPOLAR
ESPECIFICADO E TRANSTORNO
RELACIONADO

35

Passado



84

MEDIDAS DE AVALIAÇÃO OPCIONAIS PARA CONTROLAR ALTERAÇÕES AO LONGO DO TEMPO
A: MEDIDAS TRANSVERSAIS

GRAVIDADE DO SINTOMA
Use esta escala para pontuar a gravidade do seu sintoma na coluna de pontuação na tabela abaixo:
Não está presente

Leve

Moderado

Grave

Extremo

Avaliação de sintomas presentes em diferentes transtornos
Nome do sintoma
1
2
3
4
5
6

7
8
9
10
11
12
13

Depressão
Raiva
Mania (sentindo-se pra cima, eufórico(a) superexcitado(a) ou cheio(a) de energia com
pensamentos acelerados)
Ansiedade
Sintomas físicos (somáticos)
Pensamentos, impulsos, planos, intenções suicidas (QUALQUER pensamento sobre se
matar) ou qualquer preparação para se matar ou QUALQUER tentativa de se matar
Ouvir sons ou vozes que outros não podem ouvir ou temer que alguém possa ouvir ou
ler seus pensamentos ou acreditar em coisas que outros não aceitam como verdade,
por exemplo, que as pessoas estão espionando ou conspirando contra você ou falando
sobre você (psicose)
Problemas de sono
Problemas de memória
Pensamentos repetitivos ou obsessivos ou comportamentos compulsivos
Ter a impressão de que as coisas à sua volta eram estranhas, irreais, pouco comuns ou
estavam desconectadas, ou você se sentir fora ou desconectado(a) de todo ou de parte
do seu corpo (dissociação)
Capacidade de agir no trabalho, em casa, na sua vida ou em seus relacionamentos
Uso excessivo de álcool ou drogas

M.I.N.I. 7.0.2 (August 8, 2016) (8/8/16)
M.I.N.I. - Brazil/Portuguese - Version of 29 Aug 17 - Mapi.
ID060137 / M.I.N.I.7.0.2_AU1.1_por-BR.doc

36

Pontuação

85

B: INCAPACIDADE / PREJUÍZO FUNCIONAL

GRAVIDADE DA INCAPACIDADE / DO PREJUÍZO
Use esta escala para pontuar, na coluna de pontuação da tabela abaixo, o quanto seus sintomas
prejudicaram sua capacidade de agir nas seguintes áreas da sua vida:
Não está presente

Leve

Moderado

Grave

Extremo

Avaliação do prejuízo funcional / incapacidade
Nome da área
1
2
3
4
5
6
7

8
9
10
11
12

Trabalho ou trabalho de escola
Vida social ou atividades de lazer (como passatempos ou coisas que faz para diversão)
Vida em família e / ou responsabilidades domésticas
Capacidade de se relacionar bem com as pessoas
Relacionamentos pessoais e sociais
Capacidade de entender e se comunicar com os outros
Capacidade de se cuidar (lavar-se, tomar uma ducha, tomar banho, vestir-se
adequadamente, escovar os dentes, lavar a roupa, pentear / escovar o cabelo, comer
regularmente)
Fizeram você ficar perturbado(a) ou agressivo(a) com os outros
Competência financeira (capacidade de gerenciar seu dinheiro)
Capacidade de se locomover fisicamente
Vida espiritual ou religiosa
O quanto sua condição afetou outras pessoas em sua família?

M.I.N.I. 7.0.2 (August 8, 2016) (8/8/16)
M.I.N.I. - Brazil/Portuguese - Version of 29 Aug 17 - Mapi.
ID060137 / M.I.N.I.7.0.2_AU1.1_por-BR.doc

37

Pontuação

REFERENCES

86

1. Sheehan DV, Lecrubier Y, Harnett-Sheehan K, Amorim P, Janavs J, Weiller E, Hergueta T, Baker R, Dunbar G: The Mini International
Neuropsychiatric Interview (M.I.N.I.): The Development and Validation of a Structured Diagnostic Psychiatric Interview. J. Clin
Psychiatry, 1998;59 (suppl 20): 22-33.
2. Sheehan DV, Lecrubier Y, Harnett-Sheehan K, Janavs J, Weiller E, Bonara LI, Keskiner A, Schinka J, Knapp E, Sheehan MF, Dunbar GC.
Reliability and Validity of the MINI International Neuropsychiatric Interview (M.I.N.I.): According to the SCID-P. European Psychiatry.
1997; 12:232-241.
3. Lecrubier Y, Sheehan D, Weiller E, Amorim P, Bonora I, Sheehan K, Janavs J, Dunbar G. The MINI International Neuropsychiatric
Interview (M.I.N.I.). A Short Diagnostic Structured Interview: Reliability and Validity According to the CIDI. European Psychiatry.
1997; 12: 224-231.
4. Amorim P, Lecrubier Y, Weiller E, Hergueta T, Sheehan D: DSM-III-R Psychotic Disorders: procedural validity of the Mini
International Neuropsychiatric Interview (M.I.N.I.). Concordance and causes for discordance with the CIDI. European Psychiatry.
1998; 13:26-34.

ACKNOWLEDGEMENTS
The author wishes to acknowledge the valuable contributions made to the earlier versions of the MINI for DSM III-R and DSM IV by:
1. Yves Lecrubier, my close collaborator (now deceased) on the initial development of the MINI for DSM III-R, the DSM IV and ICD-10.
2. Juris Janavs, Emanuelle Weiller, Christer Allgulander, Kathy Harnett-Sheehan, Roxy Baker, Michael Sheehan, Chris Gray, Thierry
Hergueta, N. Kadri, David Baldwin, Christian Even, Rosario Hidalgo, Marelli Soto-Colon, Ossama Osman.
3. Patricia Amorim for her extensive work on the development of the expanded version of the Psychotic Disorders Module and
algorithms for DSM III-R. We have evolved her model further in the MINI for Psychotic Disorders 7 and in the MINI Plus 7 for
DSM-5.
4. Executive Scientific committee for the MINI 6.0.0 for DSM-IV:
Christer Allgulander, Stockholm, Sweden
A. Carlo Altamura, Milano, Italy
Cyril Hoschl, Praha, Czech Republic
George Papadimitriou, Athens, Greece
Hans Ågren, Göteborg, Sweden
Hans-Jürgen Möller, München, Germany
Hans-Ulrich Wittchen, Dresden, Germany
István Bitter, Budapest, Hungary
Jean-Pierre Lépine, Paris, France
Jules Angst, Zurich, Switzerland
Julio Bobes, Oviedo, Spain
Luciano Conti, Pisa, Italy
Marelli Colon-Soto MD, Puerto Rico, United States
Michael Van Ameringen MD, Toronto, Canada
Rosario Hidalgo MD, Tampa, United States
Siegfried Kasper, Vienna, Austria
Thomas Schlaepfer, Bonn, Germany
5. Mapi and the many academic translation teams internationally who collaborated in ensuring that quality translations became
available in over 70 languages or language variants. Mapi (http://www.mapigroup.com) is now the official translation and linguistic
validation service for all variants of the MINI.
6. Individual clinicians and patients who over the years made countless suggestions to help improve the accuracy and clinical value to
the MINI: JM Giddens for her advice on the MINI 7 version of the Suicidality Disorders Module, Dr Michael Van Ameringen for
assistance with the ADHD module, and Dr Pauline Powers for her advice on the modules on Anorexia Nervosa and Bulimia.
7. Validation studies of the MINI were made possible, in part, by grants from SmithKlineBeecham and the European Commission.

M.I.N.I. 7.0.2 (August 8, 2016) (8/8/16)
M.I.N.I. - Brazil/Portuguese - Version of 29 Aug 17 - Mapi.
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38

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PARECER CONSUBSTANCIADO DO CEP
DADOS DO PROJETO DE PESQUISA
Título da Pesquisa: IMPACTO DA PANDEMIA PELA COVID-19 NA SAÚDE MENTAL E NO ESTADO
NUTRICIONAL DE GESTANTES DE ALTO RISCO ATENDIDAS NO HUPAA/UFAL
Pesquisador: AVHA CLARICE PAIXAO SOARES
Área Temática:
Versão: 2
CAAE: 35232720.7.0000.5013
Instituição Proponente: Universidade Federal de Alagoas
Patrocinador Principal: Financiamento Próprio
DADOS DO PARECER
Número do Parecer: 4.211.349
Apresentação do Projeto:
A Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou, em 30 de janeiro de 2020, que o surto da doença
causada pelo novo coronavírus (COVID-19) constitui uma Emergência de Saúde Pública de Importância
Internacional, sendo esse o mais alto nível de alerta da Organização. Como a doença continuou avançando
em número de casos e de mortes, e atingindo diversos países, em 11 de março de 2020, a COVID-19 foi
caracterizada pela OMS como uma pandemia. Como forma de tentar minimizar a contaminação pelo SARSCOV-2, as autoridades em diversos países têm orientado as pessoas a evitarem sair de casa e evitarem
aglomerações, além de intensificação de hábitos de higiene e etiqueta respiratória, com ênfase nos grupos
de risco, como é o caso das gestantes. Tais situações de distanciamento e isolamento social têm levado
muitas pessoas a enfrentarem situações de medo e ansiedade, além de problemas financeiros decorrentes
do aumento do desemprego e do fechamento de setores da economia ditos não essenciais.A depressão
perinatal é definida como um episódio depressivo não psicótico de gravidade ligeira a grave que ocorre
durante a gravidez ou até 12 meses pós-parto. A prevalência da depressão antes do parto varia entre 7% e
15% nos países desenvolvidos e de 19 a 25% nos países subdesenvolvidos ou em desenvolvimento. A
elevada prevalência de depressão perinatal é influenciada por fatores de risco, incluindo o aumento dos
sintomas somáticos, a exposição à violência do parceiro íntimo, pouco apoio social e gravidez indesejada. A
depressão pré-parto tem sido associada a comportamentos negativos para a saúde e a resultados adversos,
incluindo má

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Continuação do Parecer: 4.211.349

nutrição, aumento da utilização de substâncias, em cuidados pré-natais inadequados, pré-eclâmpsia, baixo
peso à
nascença, parto prematuro, depressão pós-parto e suicídio. A depressão ante-parto não tratada é
preocupante devido à sua associação com a depressão pós-parto e aos maus resultados físicos e
neurocognitivos no desenvolvimento infantil. As consequências psicossociais inerentes a um período como a
pandemia pela COVID-19 associadas diretamente aos efeitos do isolamento social, como a restrição
financeira, potencializam outros fatores que acarretam o erro alimentar, principalmente na população mais
vulnerável. Alguns desses fatores são a pior qualidade dos alimentos consumidos, os mitos envolvidos na
alimentação durante a gravidez e os quadros de compulsão alimentar em decorrência do estado de
ansiedade.Mesmo em gestações sem complicações, as alterações fisiológicas podem afetar a qualidade de
vida das gestantes, principalmente nos domínios de atividade física e dor, piorando gradativamente com o
passar da gestação. Somado a estas, as condições psiquiátricas e sociais agravadas pela pandemia,
principalmente violência doméstica e diminuição do poder aquisitivo, promovem a piora da qualidade de vida
constatada por questionários padronizados com esse propósito. Desde modo esta pesquisa avaliar o
impacto da pandemia pela COVID-19 na saúde mental e no estado nutricional de pacientes puérperas de
gestação de alto risco atendidas no serviço de obstetrícia de alto risco do Hospital Universitário Professor
Alberto Antunes – HUPAA/UFAL.

Objetivo da Pesquisa:
Objetivo Primário:
Avaliar o impacto da pandemia pela COVID-19 na saúde mental e no estado nutricional de pacientes
puérperas de gestação de alto risco atendidas no serviço de obstetrícia de alto risco do Hospital
Universitário Professor Alberto Antunes – HUPAA/UFAL.
Objetivos Secundários:
1. Mensurar a frequência dos transtornos mentais e de ideação suicida identificadas na gestação de alto
risco;
2. Esclarecer a associação da incidência dos transtornos mentais e do estado nutricional na gestação de
alto risco;
3. Analisar associação dos transtornos mentais e do estado nutricional com o peso ao nascer dos recém
nascidos;
4. Identificar os efeitos da pandemia sobre a incidência de obesidade e desnutrição durante a
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gestação nas puérperas com gestação de alto risco;
5. Pontuar os escores dos diferentes domínios de qualidade de vida pela SF-36;
Avaliação dos Riscos e Benefícios:
Riscos:
Os riscos da pesquisa são de quebra de sigilo e inibição por parte da paciente para realização da entrevista
e preenchimento dos instrumentos de pesquisa, podendo ocorrer um também um desconforto relacionado
com a avaliação psiquiátrica desencadeando emoções negativas ao longo da entrevista.Os riscos de quebra
de sigilo serão evitados pela utilização de código numérico para identificação das pacientes em substituição
de seus respectivos nomes. A inibição e/ou desconforto por parte da paciente para a resposta a entrevista
será minimizada com uso de uma sala reservada para este fim, além de ser respeitado o tempo necessário
para entrevistado responder aos questionários diante de suas individualidades. O consentimento e a
cooperação do paciente são componentes importantes do respeito aos seus direitos.
Benefícios:
Os benefícios seriam a possibilidade de proporcionar às pacientes o diagnóstico precoce destes tipos de
distúrbios, mentais e nutricionais, bem como o tratamento igualmente precoce, adequado e acompanhado
por profissionais capacitados.O seguimento no Serviço de Nutrição e de Psiquiatria do Hospital Universitário
Professor Alberto Antunes será garantido a todas as pacientes participantes deste estudo que sejam
identificadas com alguma patologia no âmbito da pesquisa para receber tratamento adequado, com consulta
periódicas e fornecimento de medicamentos em caso de necessidade, além de sua prole.

Comentários e Considerações sobre a Pesquisa:
Trata-se de um estudo de coorte histórica, onde a coleta de dados será realizada Setor de Maternidade e
Clínica Obstétrica e Setor de Neonatologia do Hospital Universitário Professor Alberto Antunes – HUPAA. As
participantes da pesquisa serão recrutadas por convite verbal presencial pelos pesquisadores provenientes
da demanda espontânea nos setores de Maternidade, Clínica Obstétrica e Neonatologia do Hospital
Universitário Professor Alberto Antunes – HUPAA. Serão incluídas puérperas internadas no Setor de
Maternidade e Clínica Obstétrica do HUPAA/UFAL, que tenham realizado acompanhamento de pré-natal
com mínimo de 01 (uma) consulta por trimestre, independente da instituição, com idade maior ou igual a 18
anos e que estejam categorizadas como gestação de alto risco devido a qualquer morbidade identificada no

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momento do internamento. Serão excluídas às puérperas com déficit cognitivo ou intelectual que a torne
incapaz de compreender os
questionários da pesquisa. As participantes responderão a 3 instrumentos de pesquisa além de serem
submetidas a avaliação do estado nutricional. A aplicação dos instrumentos será realizada pelos
pesquisadores em ambiente reservado, seguindo as diretrizes do Ministério da Saúde para evitar a
contaminação pelo novo coronavírus, como uso de máscaras, protetores faciais, distanciamento seguro de
1,5 metro a 2 metros entre os indivíduos e uso regular de álcool em gel para higienização das mãos

Considerações sobre os Termos de apresentação obrigatória:
Foram incluídos os seguintes termos de apresentação obrigatória.
- Carta resposta á pendências (
- Informações Básicas do Projeto (PB_INFORMAÇÕES_BÁSICAS_DO_PROJETO_1587165.pdf)
- Declaração de Instituição e Infraestrutura (DECLINFRAESTRUTURA.pdf)
- Anuência FAMED – email (EMAILDECIENCIAFAMED.pdf)
- Folha de rosto (FOLHADEROSTO.pdf)
- Projeto Detalhado (PROJDETALHADO2VERSAO.pdf)
- Declaração de assistência psiquiátrica (DECLDEASSISTPSIQUIATRICA.pdf)
- Declaração de assistência nutricional (DECLDEASSISTNUTRICIONAL.pdf)
- Declaração de conflito de interesse (DECLISENCAOCONFLITOINTERESSE.pdf)
- Declaração de cumprimento das normas e de publicização (DECLCUMPNORMASRES466.pdf)
- Orçamento (ORCAMENTO.pdf)
- Termo de compromisso e responsabilidade dos pesquisadores (TERMORESPPESQUISADOR.pdf)
- TCLE (TCLE2VERSAO.pdf)
- Cronograma (CRONOGRAMA.pdf)

Recomendações:
Incluir no TCLE a importância do CEP.
Conclusões ou Pendências e Lista de Inadequações:
Toda as pendencias listadas no parecer anterior foram atendidas, assim como segue:
1. PROJETO
1.1. É preciso deixar claro como e onde as participantes serão convidadas a participar do estudo.

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PENDÊNCIA ATENDIDA
1.2. É preciso descrever qual o universo de mulheres, bem como a amostra.
PENDÊNCIA ATENDIDA
2. TCLE
2.1 Considerando o conteúdo do projeto a participação da puérpera ocorrerá, além da etapa de entrevista,
consulta ao prontuário informações do recém-nascido, incluirá também a tomada de medidas
antropométricas e obtenção de informações no Cartão de Pré Natal será solicitado. Estas informações
precisam constar no TCLE.
PENDÊNCIA ATENDIDA
2.2 O TCLE não deixa claro o conteúdo dos outros dois instrumentos de pesquisa. É preciso esclarecer a
potencial participante qual será o teor das indagações a que será submetida.
PENDÊNCIA ATENDIDA
2.3 No TCLE deve contar qual assistência a participante poderá contar no decorrer da pesquisa e não
apenas após os resultados.
PENDÊNCIA ATENDIDA

Considerações Finais a critério do CEP:
Protocolo Aprovado
Prezado (a) Pesquisador (a), lembre-se que, segundo a Res. CNS 466/12 e sua complementar 510/2016:
O participante da pesquisa tem a liberdade de recusar-se a participar ou de retirar seu consentimento em
qualquer fase da pesquisa, sem penalização alguma e sem prejuízo ao seu cuidado e deve receber cópia do
TCLE, na íntegra, assinado e rubricado pelo (a) pesquisador (a) e pelo (a) participante, a não ser em estudo
com autorização de declínio;

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V.Sª. deve desenvolver a pesquisa conforme delineada no protocolo aprovado e descontinuar o estudo
somente após análise das razões da descontinuidade por este CEP, exceto quando perceber risco ou dano
não previsto ao sujeito participante ou quando constatar a superioridade de regime oferecido a um dos
grupos da pesquisa que requeiram ação imediata;
O CEP deve ser imediatamente informado de todos os fatos relevantes que alterem o curso normal do
estudo. É responsabilidade do pesquisador assegurar medidas imediatas adequadas a evento adverso
ocorrido e enviar notificação a este CEP e, em casos pertinentes, à ANVISA;
Eventuais modificações ou emendas ao protocolo devem ser apresentadas ao CEP de forma clara e sucinta,
identificando a parte do protocolo a ser modificada e suas justificativas. Em caso de projetos do Grupo I ou II
apresentados anteriormente à ANVISA, o pesquisador ou patrocinador deve enviá-las também à mesma,
junto com o parecer aprovatório do CEP, para serem juntadas ao protocolo inicial;
Seus relatórios parciais e final devem ser apresentados a este CEP, inicialmente após o prazo determinado
no seu cronograma e ao término do estudo. A falta de envio de, pelo menos, o relatório final da pesquisa
implicará em não recebimento de um próximo protocolo de pesquisa de vossa autoria.
O cronograma previsto para a pesquisa será executado caso o projeto seja APROVADO pelo Sistema
CEP/CONEP, conforme Carta Circular nº. 061/2012/CONEP/CNS/GB/MS (Brasília-DF, 04 de maio de
2012).

Este parecer foi elaborado baseado nos documentos abaixo relacionados:
Tipo Documento

Arquivo

Informações Básicas PB_INFORMAÇÕES_BÁSICAS_DO_P
do Projeto
ROJETO_1587165.pdf
Outros
CARTARESPRELATORIACEP.pdf
TCLE / Termos de
Assentimento /
Justificativa de
Ausência
Projeto Detalhado /
Brochura
Investigador
Declaração de
Instituição e

Postagem

Autor

Situação

01/08/2020
20:07:47
01/08/2020
20:06:39
01/08/2020
20:05:56

AVHA CLARICE
PAIXAO SOARES
AVHA CLARICE
PAIXAO SOARES

Aceito

PROJDETALHADO2VERSAO.pdf

01/08/2020
20:05:44

AVHA CLARICE
PAIXAO SOARES

Aceito

DECLINFRAESTRUTURA.pdf

16/07/2020
16:34:43

AVHA CLARICE
PAIXAO SOARES

Aceito

TCLE2VERSAO.pdf

Aceito

Aceito

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Infraestrutura

DECLINFRAESTRUTURA.pdf

Outros

EMAILDECIENCIAFAMED.pdf

Folha de Rosto

FOLHADEROSTO.pdf

Outros

DECLDEASSISTPSIQUIATRICA.pdf

Outros

DECLDEASSISTNUTRICIONAL.pdf

Outros
Outros

DECLISENCAOCONFLITOINTERESSE.
pdf
DECLCUMPNORMASRES466.pdf

Orçamento

ORCAMENTO.pdf

Declaração de
Pesquisadores
Cronograma

TERMORESPPESQUISADOR.pdf
CRONOGRAMA.pdf

16/07/2020
16:34:43
10/07/2020
22:03:55
08/07/2020
13:30:59
02/07/2020
14:45:24
02/07/2020
14:44:54
02/07/2020
14:43:18
02/07/2020
14:43:06
02/07/2020
14:42:37
02/07/2020
14:42:06
02/07/2020
14:41:37

AVHA CLARICE
PAIXAO SOARES
AVHA CLARICE
PAIXAO SOARES
AVHA CLARICE
PAIXAO SOARES
AVHA CLARICE
PAIXAO SOARES
AVHA CLARICE
PAIXAO SOARES
AVHA CLARICE
PAIXAO SOARES
AVHA CLARICE
PAIXAO SOARES
AVHA CLARICE
PAIXAO SOARES
AVHA CLARICE
PAIXAO SOARES
AVHA CLARICE
PAIXAO SOARES

Aceito
Aceito
Aceito
Aceito
Aceito
Aceito
Aceito
Aceito
Aceito
Aceito

Situação do Parecer:
Aprovado
Necessita Apreciação da CONEP:
Não
MACEIO, 13 de Agosto de 2020

Assinado por:
Luciana Santana
(Coordenador(a))

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94

ANEXO D – Regras de Submissão para a Revista Brasileira de Psiquiatria
Objetivos e política editorial
O Jornal Brasileiro de Psiquiatria é uma publicação bimestral que visa publicar manuscritos
originais em todas as áreas da psiquiatria, por exemplo, neurociência básica e clínica,
psiquiatria translacional, estudos clínicos (incluindo ensaios clínicos) e estudos
epidemiológicos. A revista é de acesso totalmente aberto e não há processamento de
artigos ou taxas de publicação. Os artigos enviados devem ser escritos em inglês.
Estas instruções são baseadas nas Recomendações para a Conduta, Relatório, Edição e
Publicação de Trabalho Acadêmico em Revistas Médicas, editadas pelo Comitê
Internacional de Editores de Revistas Médicas (ICMJE) / .
Preparação do manuscrito
Os manuscritos são aceitos para apreciação da Revista Brasileira de Psiquiatria com base no
entendimento de que são originais, não estão sendo considerados para publicação em outro
lugar e não foram publicados anteriormente. A versão final do manuscrito submetido deve
ter sido aprovada por todos os autores.
Tipos de manuscritos e limites de palavras
A tabela a seguir mostra os tipos de manuscritos aceitos para avaliação e o número máximo
de palavras (da Introdução ao final da Discussão), referências e tabelas / figuras permitidas
para cada categoria.
Tipo de manuscrito Palavras do texto principal Palavras abstratas Referências Tabelas + caixas + figuras
Artigos Originais

5000

Estruturado, 200

40

6

Artigos de revisão

6.000

Estruturado, 200

Ilimitado

6

Comunicações breves

1500

Estruturado, 200

15

2

Artigos Especiais

6.000

Cartas aos Editores

500

Sem resumo

5

1

Editoriais

900

Sem resumo

5

1

•

•

Não estruturado, 200 Ilimitado

6

Artigos originais: devem descrever de forma completa, mas o mais concisa possível,
os resultados da pesquisa original, contendo todas as informações relevantes para
quem deseja reproduzir a pesquisa ou avaliar os resultados e conclusões. Os artigos
originais devem ter as seguintes seções: Introdução, Métodos, Resultados e
Discussão. O (s) último (s) parágrafo (s) da seção Discussão deve (m) abordar as
limitações do estudo e as observações finais, mas sem subtítulos separados.
Artigos de revisão: devem ser revisões sistemáticas e devem incluir avaliações
críticas da literatura e das fontes de dados, revisando e avaliando criticamente o
conhecimento existente sobre um determinado tópico, além de comentar estudos de
outros autores. A estratégia de busca e o processo de seleção devem ser descritos em
detalhes, de acordo com o PRISMA ou outras diretrizes apropriadas. O texto principal
pode seguir uma estrutura semelhante à de um artigo original, ou pode ser adaptado

95

•

•

•

•

para melhor refletir a apresentação dos achados. As revisões não sistemáticas devem
ser submetidas na categoria Artigos Especiais.
Comunicações breves: manuscritos originais, porém mais curtos, abordando tópicos
de interesse no campo da psiquiatria, com resultados preliminares ou de relevância
imediata. O texto principal deve usar os mesmos subtítulos descritos para os artigos
originais acima.
Artigos especiais: artigos que abordam tópicos atuais específicos relevantes para a
prática clínica e são menos abrangentes do que artigos de revisão. Isso inclui revisões
não sistemáticas e avaliações críticas da literatura, revisando e avaliando o
conhecimento existente sobre um determinado tópico. Nesta categoria, os autores são
livres para decidir a estrutura do artigo e usar as legendas que melhor refletem o
conteúdo de sua contribuição.
Cartas aos Editores: As cartas podem conter relatos de casos incomuns, comentários
sobre temas científicos relevantes, críticas à política editorial ou opiniões sobre o
conteúdo da revista (máximo de quatro autores).
Editoriais: Comentário crítico e aprofundado a convite dos editores ou escrito por
pessoa com reconhecida experiência no tema.

Folha de rosto
A página 1 deve conter título completo (máx. 150 caracteres, específico, informativo,
atraente, sem abreviações), nomes dos autores na forma que se deseja publicar, seus
departamentos e instituições, incluindo cidade e país. Por favor, inclua também um título
corrido com no máximo 50 caracteres (letras e espaços) e informe sobre quaisquer
apresentações anteriores do manuscrito, se aplicável (por exemplo, em forma de resumo ou
pré-impressão). Indicar o nome completo, número de telefone, endereço de e-mail e endereço
postal completo do autor para correspondência.
Resumo
A página 2 deve apresentar um resumo estruturado (quando aplicável; verificar tabela acima
com requisitos de resumo para cada tipo de manuscrito), somente em inglês, com as seguintes
seções: Objetivo, Métodos, Resultados e Conclusões. Indique de três a cinco palavras-chave
em estrita conformidade com o MeSH e evite repetir palavras do título. No caso de envio de
ensaio clínico randomizado, informar o número de registro do ensaio clínico ao final do
resumo (ver abaixo).
Registro de Ensaios Clínicos: O Jornal Brasileiro de Psiquiatria somente aceitará ensaios
clínicos que tenham sido registrados em um registro público que atenda aos requisitos da
Organização Mundial da Saúde (OMS) e do ICMJE.
Texto principal
O arquivo do manuscrito (documento principal) deve ser escrito em inglês, em espaço duplo,
e deve conter as seguintes seções nesta ordem: página de título, resumo, texto do manuscrito,
agradecimentos (indivíduos, agências de financiamento não comerciais, etc.), divulgação
(potenciais conflitos de interesse cobrindo os últimos 3 anos, fontes de financiamento
comercial), referências, legendas de figuras e tabelas . Use tamanho de fonte de 10, 11 ou 12
pontos. Abreviações devem ser evitadas e limitadas àquelas consideradas "padrão". Todas as
abreviaturas devem ser escritas na primeira menção no texto e também nas legendas das

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tabelas / figuras. Todas as unidades devem ser métricas. Evite algarismos romanos. Devem
ser usados nomes genéricos de medicamentos.
A seção Métodos deve incluir informações sobre a aprovação do comitê de ética. Estudos
envolvendo humanos devem fornecer detalhes sobre procedimentos de consentimento
informado, e estudos envolvendo animais devem descrever a conformidade com os padrões
institucionais e nacionais para o cuidado e uso de animais de laboratório. O anonimato do
paciente deve ser garantido.
Referências
Os autores são responsáveis pela exatidão e integridade de suas referências e pela correta
citação no texto. Um arquivo de estilo EndNote pode ser baixado aqui . Numere as
referências consecutivamente na ordem em que aparecem no texto, usando algarismos
arábicos sobrescritos; não coloque em ordem alfabética. As referências citadas apenas em
tabelas ou legendas de figuras devem ser numeradas de acordo com a primeira citação das
tabelas / figuras no texto, ou seja, como se fizessem parte do texto.
Observe o estilo dos exemplos abaixo. Para incluir manuscritos aceitos, mas não publicados,
informar o título abreviado da revista seguido de "Publicação" e o ano previsto de
publicação. Os títulos dos periódicos devem ser abreviados de acordo com o Index
Medicus. Comunicações pessoais, manuscritos não publicados, manuscritos submetidos mas
ainda não aceitos e itens semelhantes não publicados não devem ser citados; se for
absolutamente essencial, os detalhes bibliográficos devem ser descritos no texto entre
parênteses.
Exemplos:
•

Artigo de periódico: Coelho FM, Pinheiro RT, Silva RA, Quevedo LA, Souza LD,
Castelli RD, et al. Transtorno depressivo maior durante a gravidez na adolescência:
correlatos sociodemográficos, obstétricos e psicossociais. Braz J Psychiatry. 2013;
35: 51-6.
Liste todos os autores quando tiver seis ou menos. Quando houver sete ou mais, liste
apenas os seis primeiros autores e adicione "et al."

•
•

•

•

Livro: Gabbard GO. Tratamento de distúrbios psiquiátricos de Gabbard. 4ª
ed. Arlington: American Psychiatric Publishing; 2007
Capítulo de livro: Kennedy SH, Rizvi SJ, Giacobbe P. A natureza e o tratamento da
depressão resistente à terapia. In: Cryan JF, Leonard BE, editores. Depressão: da
psicopatologia à farmacoterapia. Basel: Karger; 2010. p. 243-53.
Teses e dissertações: Trigeiro A. Os sistemas do fator liberador de corticotropina
(CRF) do sistema nervoso central contribuem para o aumento do comportamento
semelhante à ansiedade durante a abstinência de opióides: uma análise de substratos
neuroanatômicos [dissertação]. San Diego: Universidade da Califórnia; 2011
Artigos eletrônicos e páginas da web: Organização Mundial da Saúde. Depressão e
outros transtornos mentais comuns: estimativas de saúde global [Internet]. 2017
[citado
em
11
de
maio
de
2020].
https://www.who.int/mental_health/management/depression/prevalence_global_hea
lth_estimates/en/

97

Ilustrações (figuras, tabelas, caixas)
Ilustrações (figuras, tabelas ou quadros) devem esclarecer / complementar ao invés de repetir
o texto; seu número deve ser reduzido ao mínimo. Todas as ilustrações devem ser
apresentadas em páginas separadas no final do manuscrito, seguindo a ordem em que
aparecem no texto e numeradas consecutivamente em algarismos arábicos. Legendas
descritivas devem ser incluídas para cada ilustração no arquivo de texto principal, e quaisquer
abreviações ou símbolos usados devem ser explicados usando estas notas de rodapé: ┼ ╬ §
|| ¶ ┼┼ ╬╬ etc. Asteriscos devem ser reservados para a expressão dos níveis de significância:
* p <0,05; ** p <0,01; *** p <0,001. Ilustrações extraídas de trabalhos publicados
anteriormente devem ser acompanhadas de permissão por escrito para reprodução do atual
detentor dos direitos autorais no momento da submissão.
As tabelas e quadros devem ser submetidos preferencialmente em formato Word, anexados
ao final do arquivo de texto do manuscrito (após as legendas das figuras), ao invés de serem
enviados como arquivos separados. No entanto, arquivos Excel também são aceitos. Se
estiver usando o Excel, não coloque tabelas em planilhas individuais dentro do mesmo
arquivo porque apenas a primeira planilha ficará visível no PDF convertido. Nas tabelas,
cada célula deve conter apenas um item de dados; as subcategorias devem estar em linhas e
células separadas (ou seja, não use Enter ou espaços dentro de uma célula). As tabelas que
contêm dados que podem ser fornecidos sucintamente em 1 ou 2 frases devem ser convertidas
em texto. Tabelas grandes ou detalhadas podem ser enviadas separadamente como material
suplementar apenas online (ver detalhes abaixo).
As figuras devem ser enviadas em um dos seguintes formatos de arquivo aceitáveis: AI,
BMP, DOC, EMF, EPS, JPG, PDF, PPT, PSD, TIF, WMF e XLS. As figuras podem ser
incluídas no manuscrito, mas preferencialmente devem ser enviadas como arquivos
separados. Se o seu manuscrito for aceito, você pode ser solicitado a fornecer arquivos TIF
de alta resolução e não compactados para imagens, bem como versões abertas / editáveis de
figuras contendo texto, para facilitar a edição (por exemplo, fluxogramas feitos em Word ou
PowerPoint). As figuras de apoio podem ser enviadas separadamente como material
suplementar apenas online.
Material suplementar apenas online
Os materiais de apoio (texto, tabelas, figuras) para publicação somente online devem ser
submetidos como um único documento do Word com páginas numeradas
consecutivamente. Cada elemento incluído no material somente online deve ser citado no
texto principal e numerado em ordem de citação (por exemplo, Métodos Suplementares,
Tabela S1, Tabela S2, Figura S1, Figura S2, etc.). A primeira página do documento somente
online deve listar o número e o título de cada elemento incluído no documento. Os editores
podem selecionar o material enviado para publicação na versão impressa para ser postado
apenas online.