6- Ana Paula Ramos da Silva Duarte - O Processo de Curricularização da Enfermagem no Brasil

Arquivo
ANA PAULA RAMOS DA SILVA DUARTE.pdf
Documento PDF (25.9MB)
                    D812p

Duarte, Ana Paula Ramos da Silva.
O processo de curricularização da enfermagem no Brasil / Ana Paula Ramos
da Silva Duarte. - 2015.
85 f. : il.
Orientadora: Maria Viviane Lisboa de Vasconcelos.
Coorientador: Sóstenes Ericson Vicente da Silva.
Dissertação (mestrado Profissional Ensino na Saúde) - Universidade Federal de
Alagoas. Faculdade de Medicina. Maceió, 2015.
Inclui bibliografia.
Apêndices: f. 77-85.
1. Enfermagem – Estudo e ensino. 2. Currículo. 3. Formação em enfermagem.
4. Enfermagem – Legislação. I. Título.
CDU: 616-083:378

Nacionais (DCN‘s), Diretrizes

the National Curriculum Guidelines (DCN‘s),

the Course Curriculum Guidelines for

–

–

–

–

–

–

–

gerenciamento como ―
Enfermeiraǁ, mas não para atuar como ―
Enfermeira
professoraǁ, como discutido por Batista
conceitos de ―
nativoǁ e ―
estrangeiroǁ na experiência docente em saúde. Segundo os

riculares Nacionais (DCN‘s)

–

Ao abordar o termo ―
Enfermagemǁ

Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) de graduação em Enfermagem intitulado ―
A

XXIǁ.

―
Currículoǁ

nto sobre o objeto ―
currículoǁ, um

―
currículoǁ observamos

que

este

possui

sentidos

diversos

e

localizados

, a pergunta ―
o que é currículo?ǁ não tem resposta fácil e

se como seleção e organização do que ―
vale a penaǁ ensinar,

niversidade de Chicago como campo experimental da ―
educação novaǁ
(o que gerou o termo ―
escolanovismoǁ, para identificar a doutrina dessa experiência

escrever sobre ―
escolanovismoǁ, como historiá

conhecimentos válidos, mas de conhecimentos considerados ―
socialmente válidosǁ.

marcado

pelas

demandas

da

industrialização,

a

―
escolaǁ

ganha

novas

Surge, assim, a preocupação com a ―
eficiênciaǁ da escola que tem com

economicamente ativa, a partir do que se chama ―
currículo diretoǁ e ―
experiências
indiretasǁ, buscando determinar as grand

reconhecido ―
Movimento de Reconceptualizaçãoǁ, introduz

termos mais precisos: ―
o currículo oculto são as normas e os valores que estão
currículo oficialǁ (APPLE, 1982, p.127).

–
–
–
–

—

9.131/95, que o instituiu. Esta lei define, na alínea ―
cǁ do

ǁ

Curriculares Nacionais (DCN‘s) e da legislação específica de enfermagem, os

–
TI PO DE NORM A JURÍ DI CA

ANO DE PUBL I CAÇÃO

―
―

ǁ, no
ǁ

a Santa Casa representava um lugar sagrado destinado à ―
prática da misericórdiaǁ,

–

―
protoformasǁ da e

cujo objetivo ―
explícitoǁ era o de preparar enfermeiros e enfermeiras

disciplinarização de um segmento excluído e ―
perigosoǁ (mulheres e

atenção, além da finalidade de garantir a ―
dominaçãoǁ médica nos

–

―

ǁ ―

ǁ

―

ǁ

início da colonização até o início do século XX, o que demonstra um caráter ―
tardioǁ

interesses nacionais, a guerra do Paraguai ―
significou para a história da Améric
lismo britânicoǁ

quem Germano (2007) denominou de o ―
grande vulto da Enfermagemǁ. O fato de

–

segundo Florence, pode ser sintetizada na seguinte afirmação: ―
a arte da
compreendo por Enfermagemǁ (

criado no século XIX, na Inglaterra é difundido por todo o mundo e chega também ao Brasil em 1923ǁ

―

ǁ

, p.12) afirma que utilizou ―
a palavra enfermagem por falta
de outra melhorǁ; entendia que a profissão er
―
ǁ

isto é, capaz de ser uma enfermeira ‗de confiança‘

ais tarde se chamou de ―
A
Reforma Carlos Chagasǁ (FREIRE; AMORIM, 2010).

―

ǁ

o título de ―
Escola
padrãoǁ, o que significava dizer que as demais Escolas de Enfermagem, que

–

―
pedagogia tecnicistaǁ, que se procurou implantar, no Brasil, através

–

―

–

ǁ

nfermagem ―
propriamente ditaǁ, para se dedicarem ao estudo e às

(posteriormente ―
Estratégiaǁ), que

―
o papel do enfermeiro nos serviços de

a e gestãoǁ.

―

Curricularesǁ

cujo objetivo ―
explícitoǁ era o de preparar enfermeiros e enfermeiras para

–

chamada ―
revolução curricularǁ na

debate por meio dos seminários nacionais e regionais sobre ―
Perfil e

competência de enfermeirosǁ e ―
Proposta de currículos mínimos de
Enfermagemǁ

–

(

Instituições e Cursos exercessem sua ―
autonomia e criatividade, na elaboração de
ional com recursos humanos, físicos e materiais disponíveisǁ

–

cuja noção está presente em Maia (2004) quando lembra que ―
currículoǁ vem do
latim ―
curriculumǁ e significa um caminho, capaz de o

distorção no sentido de ―
socialǁ
empregado nas produções acadêmicas da enfermagem. Ressaltou a autora: ―
não se

estritamente relacionado apenas ao servirǁ.

.

–

–

–

–

–

–
CONTEÚDO

CONTEXTO HI STÓRI CO

–

–
CONTEÚDO

CONTEXTO HI STÓRI CO

–
–
TI PO DE NORM A
JURÍ DI CA/ANO DE
PUBL I CAÇÃO

–
CONTEÚDO

CONTEXTO HI STÓRI CO

–
TI PO DE NORM A
JURÍ DI CA/ANO DE
PUBL I CAÇÃO

–
CONTEÚDO

CONTEXTO HI STÓRI CO

–
TI PO DE NORM A
JURÍ DI CA/ANO DE
PUBL I CAÇÃO

–
CONTEÚDO

CONTEXTO HI STÓRI CO

–
TI PO DE NORM A
JURÍ DI CA/ANO DE
PUBL I CAÇÃO

–
CONTEÚDO

CONTEXTO HI STÓRI CO

―
técnicas avançadas em saúdeǁ e

–
TI PO DE NORM A
JURÍ DI CA/ANO DE
PUBL I CAÇÃO

–
CONTEÚDO

CONTEXTO HI STÓRI CO

.

S

–
TI PO DE NORM A
JURÍ DI CA/ANO DE
PUBL I CAÇÃO

–
CONTEÚDO

CONTEXTO HI STÓRI CO